A Polícia Militar realiza nesta quinta-feira (5) mais uma fase da Operação Impacto, com o objetivo de intensificar o combate ao tráfico de drogas em pontos estratégicos da zona leste da capital paulista. Para a ação, foram empenhados 60 policiais militares, além do uso de quatro drones que oferecem uma visão privilegiada da área em tempo real, facilitando a atuação das equipes.
“O emprego de drones permite que os policiais tenham uma leitura mais precisa do terreno e identifique rapidamente a movimentação criminosa, o que aumenta a eficácia das abordagens e reduz o tempo resposta das equipes em solo”, destacou o coronel Carlos Lucena, da Coordenadoria Operacional da PM.
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A operação teve início às 17h, quando a tropa foi liberada após uma reunião estratégica no 19° Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), localizado entre a avenida Sapopemba e a rua João Tauler. Unidades especializadas da corporação, como a Força Tática, o Canil e a Companhia de Ações Especiais de Polícia (Caep), também prestam apoio.
Todos os locais fiscalizados foram previamente mapeados e classificados com maior incidência de ocorrências relacionadas ao tráfico. A Operação Impacto integra o planejamento estratégico da Polícia Militar para ampliar a presença policial, coibir o tráfico de drogas e fortalecer a sensação de segurança da população.

Os drones viraram peça fundamental nas ações de inteligência da polícia em SP , redesenhando o modo como a polícia atua em campo. De ações ostensivas a missões de resgate, os 242 drones que a PM possui atualmente permitem que equipes em solo tenham uma visão precisa de áreas de interesse, reduzindo riscos e ampliando a eficácia das ações.
O equipamento é hoje parte da estrutura permanente de segurança pública e aparece em operações de diferentes naturezas: do combate ao tráfico de drogas ao controle de multidões em grandes eventos, passando pelo apoio em desastres naturais.
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As operações utilizam diferentes modelos de aeronaves, com variação de autonomia de voo, alcance de zoom e definição das câmeras. Há drones capazes de fazer reconhecimento de placas e que já foram realizados testes em conjunto com o programa Muralha Paulista para reconhecimento facial.
Durante as operações, os drones produzem imagens e vídeos que são transmitidos ao vivo para gabinetes de comando, onde gestores acompanham a operação em tempo real e definem deslocamentos e prioridades. O uso de drones não dispensa a presença de equipes em solo; ao contrário, potencializa a ação tradicional dos policiais.
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