A prioridade de regionalização do atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) paulista está viabilizando investimentos de R$ 2,1 bilhões do Governo de São Paulo em 27 novos serviços de saúde. Em 3 anos, a atual gestão já entregou 10 equipamentos, entre eles 5 hospitais, 2 AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades) e 3 centros de reabilitação da Rede Lucy Montoro. Mais 9 hospitais têm previsão de conclusão em 2026.
“Levar mais saúde para os quatro cantos do estado é levar mais dignidade para as pessoas. A regionalização do SUS é um pilar essencial da nossa gestão, assim como o fortalecimento de 800 Santas Casas e instituições conveniadas pela Tabela SUS Paulista, que já investiu R$ 8 bilhões e paga até cinco vezes mais que a tabela federal”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.
A expansão da rede hospitalar e de grandes serviços de saúde especializados está sendo conduzida pela Secretaria de Estado da Saúde, que é comandada pelo médico Eleuses Paiva. “Estamos reorganizando a rede pública de saúde a partir das necessidades reais de cada região. Esses investimentos ampliam a capacidade assistencial, reduzem deslocamentos desnecessários e garantem que o cidadão seja atendido com qualidade mais perto de casa. É uma política estruturante, que combina expansão física da rede, financiamento adequado e fortalecimento dos serviços já existentes”, afirma Paiva.
De 2023 até aqui, o Governo de SP entregou os hospitais regionais de Bebedouro, Suzano, Barueri e Mirassol, a Maternidade de Franco da Rocha, os AMEs Mulher (capital) e de Ribeirão Preto e os centros Lucy Montoro de Taubaté, Presidente Prudente e São José do Rio Preto.
Em 2025, o Estado iniciou as obras de cinco grandes projetos: os Hospitais Regionais de Itapetininga e Birigui, com investimento de mais de meio bilhão de reais, e os AMEs de Marília, Presidente Venceslau e Jaú, que somam cerca de R$ 170 milhões.
Também neste ano, a Secretaria da Saúde confirmou o início de elaboração dos projetos para criação do Hospital Metropolitano de Campinas, com aporte estimado de R$ 400 milhões, e os futuros AMEs de Penápolis e Araçatuba, que juntos vão custar cerca de R$ 92 milhões.
Ao longo do próximo ano, a previsão do Governo de São Paulo é entregar 9 hospitais que estão em fase adiantada de construção e somam investimentos de R$ 1,1 bilhão. São eles os hospitais municipais de Peruíbe e Bertioga, a Maternidade de São Vicente, o Hospital da Mulher de Mogi das Cruzes, os Hospitais Regionais de Cruzeiro e Pariquera-Açu, o Hospital Estadual de Franca, o Hospital Maternidade de Várzea Paulista e a unidade de emergência do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.
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