O Governo de São Paulo chegou na quinta-feira (28) à marca de 500 mudanças de famílias da Favela do Moinho, no centro da capital. Ao todo, 91% das cerca de 880 que habitavam a comunidade aderiram ao plano apresentado pelo estado.
Das que já se mudaram, 46 vivem em unidades habitacionais definitivas. As demais recebem auxílio-moradia de R$ 1.200 do estado e da Prefeitura de São Paulo, até a entrega da nova casa.
O reassentamento começou em 22 de abril. Em 15 de maio, foi firmado acordo com o governo federal que estabeleceu gratuidade para obtenção de nova moradia para famílias com renda familiar de até R$ 4.700.
O limite de valor dos imóveis financiados é de R$ 250 mil. Para quem ultrapassa esse patamar, é disponibilizada uma linha de financiamento prevista na política estadual de habitação.
O governo do estado instalou um escritório de atendimento da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) a 500 metros da comunidade, para orientar moradores.
A gestão estadual também cobra o governo federal para que instale postos de atendimento da Caixa Econômica Federal e diz que eles foram prometidos, mas ainda seguem inoperantes.

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