O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta quinta-feira (2), durante a abertura do ano legislativo, que a saúde pública, o crescimento econômico e o desenvolvimento social deverão ser a prioridade do Parlamento.
“A atuação deste Parlamento deve se basear em três pilares essenciais: a saúde pública, o crescimento econômico e o desenvolvimento social”, disse.
Pacheco destacou ainda a necessidade de pacificação da sociedade a partir da atuação harmônica das instituições. Ele lembrou os ataques de 8 de janeiro às sedes dos três poderes e afirmou que as autoridades devem dirigir a sociedade para o caminho do respeito às divergências.
“Neste momento assumo meu comprometimento com o pacto democrático com as instituições, com o diálogo, com a cooperação. O Senado Federal e a Câmara dos Deputados não se omitirão em nenhum momento perante as ameaças ao processo democrático, às eleições livres e direta e à integridade e à confiabilidade das urnas eletrônicas”, disse.
Prioridades
Pacheco defendeu o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Programa Nacional de Imunização (PNI), além da universalização do saneamento.
Ele afirmou ainda que os deputados e senadores devem agir contra o aumento da fome e da miséria. “Intensificadas durante a pandemia, a fome e a miséria voltaram ao topo da agenda nacional, e de lá precisamos retirá-las urgentemente”, disse.
A igualdade de gênero, a ampliação de voz às mulheres, a atenção aos povos originários e habitantes de zonas rurais também foram destacadas por Pacheco.
Na pauta econômica, Pacheco afirmou que é necessário que o País volte a crescer e gerar empregos. “O Congresso Nacional não medirá esforços para avançarmos na agenda do desenvolvimento”, disse. Ele afirmou ainda que as pautas devem levar em consideração o desenvolvimento sustentável aliado à responsabilidade fiscal.
Pacheco também destacou a necessidade de investir em educação como arma contra a polarização política. “A educação é fator essencial para a propagação do respeito e da tolerância, para o desenvolvimento do espírito de cidadania, solidariedade e união”, disse.
Ele afirmou que um “país dividido não cresce” e defendeu o aprimoramento de ferramentas de transparência e combate às notícias falsas. “A tranquilidade política, a segurança jurídica e a estabilidade institucional são elementos indispensáveis à confiança externa no país e ao desenvolvimento nacional”, disse.
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