Empresas ligadas a um grupo empresarial de Cuiabá (MT), cujos integrantes já foram alvo de investigações da Polícia Federal, passaram a administrar contratos milionários na saúde pública de Goiás. O caso ganhou repercussão após reportagens do portal Goiás24Horas apontarem que um advogado ligado ao grupo atualmente preside a Organização Social (OS) Patris, responsável pela gestão de hospitais estaduais.
As publicações questionam a expansão do grupo para Goiás e cobram esclarecimentos sobre os critérios que levaram à contratação da organização para administrar unidades hospitalares. O tema também reacendeu o debate sobre a transparência na gestão de recursos públicos destinados à saúde.
Até o momento, não há decisão judicial que suspenda os contratos nem condenação definitiva relacionada aos fatos citados. As investigações mencionadas dizem respeito a apurações conduzidas pela Polícia Federal em Mato Grosso, sendo assegurado aos envolvidos o direito à ampla defesa e ao contraditório.
A repercussão aumenta a pressão por explicações do governo de Goiás e dos órgãos de controle sobre a fiscalização dos contratos e a gestão das unidades hospitalares administradas pela Organização Social.
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