O senador e candidato ao Governo de Rondônia Marcos Rogério (PL) chega à disputa pelo Executivo estadual com um histórico de destinação de recursos para a saúde nos 52 municípios. Levantamento do mandato aponta R$ 578,4 milhões destinados ao setor, com investimentos em hospitais, Unidades Básicas de Saúde (UBS), equipamentos, ambulâncias, custeio e ampliação de serviços.
Os recursos destinados durante o mandato contribuíram para a construção, reforma ou ampliação de 39 unidades de saúde e alcançaram 17 hospitais com investimentos em estrutura, modernização e equipamentos. Também contemplaram centros de fisioterapia, unidades odontológicas e outros serviços de atendimento à população.
Em Porto Velho, o Hospital de Amor recebeu mais de R$ 25,9 milhões destinados pelo senador, incluindo valores para equipamentos de ressonância magnética e para o custeio de atendimentos de média e alta complexidade.
Os investimentos também chegaram ao interior. Em Machadinho do Oeste, R$ 8,48 milhões foram destinados ao novo Hospital Municipal. Em Vilhena, R$ 2 milhões foram direcionados à reforma de três alas do Hospital Regional Adamastor Teixeira de Oliveira. Já em Ouro Preto do Oeste, R$ 1 milhão foi destinado à implantação de uma UBS com atendimento 24 horas no distrito de Rondominas.
Municípios como Presidente Médici, Jaru, Urupá e Guajará-Mirim também receberam recursos para fortalecer a atenção básica. Na área de saúde mental, os investimentos alcançaram estruturas em Buritis, Colorado do Oeste e Presidente Médici, além do CAPS de Cacoal.
Em Ji-Paraná, cidade natal de Marcos Rogério, estão assegurados R$ 30 milhões para a construção do novo Hospital Municipal. Desse total, R$ 20 milhões já foram depositados na conta da Prefeitura e outros R$ 10 milhões estão empenhados para a mesma finalidade. A área onde será construída a unidade também já foi definida pela administração municipal.
A atuação nos municípios também inclui recursos de custeio destinados à ampliação de procedimentos no interior, com atendimentos hospitalares e cirurgias eletivas.
“Aquilo que eu estou dizendo e que eu trouxe no plano de governo, eu já estou fazendo na prática nessa parceria com os prefeitos dos municípios. Não é algo que eu estou inventando. É algo que nós já fazemos, já está funcionando”, afirmou Marcos Rogério.
Para uma eventual gestão estadual, Marcos Rogério propõe uma política de saúde baseada na regionalização do atendimento, redução das filas e fortalecimento da estrutura hospitalar.
Entre as primeiras medidas previstas está um diagnóstico da rede estadual nos primeiros 100 dias, para identificar gargalos e organizar as filas de consultas, exames e cirurgias. A proposta inclui ainda uma operação de 180 dias para ampliar a oferta de procedimentos e enfrentar a demanda reprimida.
Outro eixo é a descentralização dos serviços, com fortalecimento dos hospitais regionais, ampliação da oferta de especialidades e uso da telessaúde. A proposta é reduzir a necessidade de deslocamento de pacientes do interior para Porto Velho e aproximar o atendimento especializado da população.
“A gente tem que descentralizar, fazer o atendimento chegar perto das pessoas. Custa mais barato, tira as pessoas do sofrimento e funciona”, afirmou Marcos Rogério durante debate realizado em Porto Velho.
O planejamento prevê ainda uma nova regulação estadual integrada aos municípios, com o objetivo de organizar o acesso aos serviços e dar maior transparência às filas de espera.
Na estrutura hospitalar, Marcos Rogério propõe um novo Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir a atual estrutura do João Paulo II, além de um Complexo Estadual de Trauma e Reabilitação em Ji-Paraná e do fortalecimento da rede regional.
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