Quarta, 23 de Setembro de 2026
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Política COMPROMISSO

Bruno Bolsonaro Scheid indica que vai tomar medidas em fiscalizações arbitrárias do Ibama e Sedam

Segundo ele, fiscais cometem excessos em ações contra pequenos produtores rurais; ele também falou do posicionamento de Confúcio Moura em relação à BR-364: “ele é covarde”

06/05/2026 11h09
Por: Redação Fonte: Assessoria
Divulgação
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Em entrevista realizada na Rádio Alternativa de Ji-Paraná, o pré-candidato ao Senado pelo PL, Bruno Bolsonaro Scheid, indicou que uma das suas primeiras medidas no parlamento será um maior controle das fiscalizações feitas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) e da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Ambiental (Sedam).

“Esses fiscais invadem as propriedades de balaclava [touca que cobre o rosto] e tocam o terror contra pequenos produtores rurais, pais de família, que não são bandidos. Nós vamos fiscalizar os atos dessa turma sim. Vamos criar leis e regras para as ações que o Ibama e a Sedam realizarem no campo contra os trabalhadores”, observou ele.

BR-364

Outro ponto importante na conversa com o radialista Silvestre Silva, mais conhecido como Potência, foram os impactos causados na vida do cidadão rondoniense com a cobrança de pedágio na rodovia federal mais importante do estado.

“Venderam a promessa de que a BR iria melhorar. Mentira! Continua com pista simples, acidentes atrás de acidentes. Ainda tem gente que diz que não vai impactar na vida da pessoa comum. Claro que vai. Vai subir o preço dos produtos que chegam na mesa do trabalhador e da trabalhadora. Alguém tem que pagar essa conta e somos nós”, comentou Bruno.

Ele também falou sobre a atuação do senador Confúcio Moura (MDB) na concessão da BR-364, que foi extremamente prejudicial para a população de Rondônia.

“Ele foi lá na Bolsa de Valores e bateu o martelo quando houve o leilão. Agora, grava vídeos dizendo que o pedágio está caro. Senador Confúcio Moura é covarde, não assume o erro que ele cometeu junto com o presidente Lula, que ele apoia. E quem está sofrendo com essa medida, esse pedágio absurdo é o povo”, encerrou.

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