Moradores do bairro Aurélio Bernardi estão inconformados com o abandono das duas ruas de acesso ao bairro. Nas ruas principais, Mamoré e Francisco B. Lopes, não há como desviar dos buracos causados pelas chuvas e por caminhões carregados de terra. Automóveis passam lentamente dentro de crateras, que já viraram atoleiros.
Quem mora na região ou trafega pelas vias, se indigna com o descaso do poder público. O professor Pablo Braga Viana, morador da rua Antônio Ramaniuck, diz que os buracos tornaram sua rua praticamente intransitável. “Tem dias que sequer conseguimos guardar o carro na garagem”. De acordo com o morador, o carro da família já ficou preso em um atoleiro. “No último domingo, quando estávamos subindo a rua Mamoré o carro ficou preso em um atoleiro e só conseguimos tirar o carro com a ajuda de outro motorista que passava no local”, conta.
Os carros rodam a maior parte do tempo a 20 km/h, em zigue-zague da mão para a contramão, tentando driblar os buracos. São verdadeiras armadilhas que causam prejuízos para os motoristas e moradores.


