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Governo discute revitalização do Real Forte Príncipe da Beira em Costa Marques

“É algo que nós que somos rondonienses queremos que aconteça”, afirmou o governador


A revitalização do Real Forte Príncipe da Beira, o mais antigo monumento histórico de Rondônia, localizado no município de Costa Marques, no Vale do Guaporé, foi um dos principais assuntos tratados na reunião entre o governador Daniel Pereira, o diretor do Departamento de Patrimônio Material (Depam), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Andrey Rosental, e técnicos do órgão, na quarta-feira (24), em Brasília.

Andrey Rosental fez uma apresentação do projeto de revitalização e afirmou que no mês de maio o Iphan está programando duas visitas técnicas ao Real Forte da Príncipe Beira e que nessas inspeções terão representantes da Universidade Federal de Rondônia (Unir), da Universidade do Paraná, do Iphan e do governo do Estado. A primeira visita será dia 14. O governador Daniel Pereira também confirmou presença.

Daniel Pereira se propôs a ser parceiro no projeto. Segundo ele, esta agenda não estava prevista, mas o Iphan apresentou uma proposta interessantíssima de revitalizar o forte Príncipe da Beira. “É algo que nós que somos rondonienses queremos que aconteça”, afirmou.

Para Sandra Rafael Magalhães, coordenadora de Fomento e Fiscalização e coordenadora-geral de Bens Imóveis do Iphan, o projeto visa realizar obras de conservação, limpeza e revitalização. Para ela, nas primeiras ações serão executados também escoramento de paredes e vãos. “A degradação desse patrimônio histórico vem aumentando a cada dia e são necessárias intervenções urgentes”, enfatizou Sandra Magalhães.

O Iphan ainda não montou a planilha de custos da obra, mas o projeto de revitalizaçâo está estimado em aproximadamente R$ 400 mil e deve ser concluído em 2021, para a celebração do encerramento dos cerca de 50 dias de Romaria, que caracterizam a festa do Divino Espírito Santo no Vale do Guaporé. O Iphan pretende ainda registrar a festa como Patrimônio Cultural, Imaterial da Humanidade.

Durante a reunião, o governador aproveitou para reivindicar algumas agendas a respeito da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM). “Apresentar um pedido de autorização para fazermos uma limpeza dos trilhos entre a cidade de Porto Velho até a estação onde fica a Igreja de Santo Antônio, onde está o memorial Marechal Rondon”, explicou.

Daniel Pereira pediu ainda uma autorização à direção do Iphan para que o governo do Estado possa fazer a limpeza do Cemitério da Candelária, e também a pavimentação do acesso até o Memorial do Rondon, que está dentro do pátio da Igreja de Santo Antônio, que é a igreja mais antiga de Rondônia. “São algumas intervenções de baixo custo, mas de grande impacto e que pode mexer com a cidade de forma que a gente passe a valorizar mais o patrimônio histórico, até com a perspectiva econômica explorar o local como atividade turística”, pontuou.

Participaram também da reunião o secretário-chefe da Casa Civil do Governo de Rondônia, Eurípedes Miranda; o superintendente de Integração do Estado de Rondônia em Brasília (Sibra), Carlos Terceiro; a chefe de divisão do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização (Depam), Mônica Castro; a engenheira civil, Renata Ceridono Fortes; e a conservadora de Bens Móveis do Iphan, Ana Cláudia Magalhães.

Autor: Assessoria

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