Confúcio apresenta perfil no Ato Cívico da OAB e mostra que não há fatos que o comprometam
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
“Se vocês querem um governador com esses predicados, eis o homem”. Com essas palavras, o candidato a governador pela coligação “Aliança por uma Rondônia Melhor para Todos” (PMDB, PDT, PCdoB, DEM e PRTB), Confúcio Moura, encerrou o seu pronunciamento durante o 4º Ato Cívico pela Cidadania e Ética na Política, iniciativa que elogiou ao considerar sua importância para o compromisso dos candidatos com a paz e a ética nas campanhas.
O evento foi realizado na noite de sexta-feira (30), em Porto Velho, pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB/RO), e a declaração de Confúcio foi uma referência à inexistência de registro de antecedentes que possam desabonar seus 30 anos de vida pública ou comprometer a austeridade que virou a marca registrada dos seus três mandatos de deputado federal e da sua gestão frente à prefeitura de Ariquemes.
Confúcio Moura disse que não precisava da formalidade de se assinar um documento para garantir que vai ter uma conduta ética durante a campanha eleitoral, “pois esse documento eu assinei quando nasci”. O candidato lembrou que, ao longo de 30 anos, participou de oito eleições, das quais saiu vencedor em cinco. “Não há, em toda a minha trajetória política, um único registro de vida pregressa de que possa desabonar minha conduta”, lembrou.
Discorrendo sobre sua expediência como fiscal da despesa pública enquanto deputado e administrador como prefeito, Confúcio revelou que os maiores problemas relacionados à ética na administração pública surgem na hora das compras, “onde se beneficia companheiros”, e na contratação de parentes e apadrinhados para os cargos públicos.
Para um governo peemedebista, Confúcio Moura disse que a palavra de ordem é austeridade. “No nosso governo o dinheiro público será bem gasto; a máquina pública será eficiente e os servidores, bem remunerados; os órgãos técnicos serão completamente despolitizados para poderem trabalhar tecnicamente e com eficiência. Não tenho empresa laranja para servir ao Estado, não sou empresário da construção civil, não sei fazer ponte, enfim, não vou trazer ‘esquemas’ para dentro do governo”, concluiu.


