<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Rondônia digital &#187; Saúde</title>
	<atom:link href="http://rondoniadigital.com/arquivo/saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://rondoniadigital.com</link>
	<description>Notícias de Rondônia</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 21:39:49 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Caramujos africanos infestam bairros em Cacoal</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/capa/caramujos-africanos-infestam-bairros-em-cacoal/</link>
		<comments>http://rondoniadigital.com/capa/caramujos-africanos-infestam-bairros-em-cacoal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 13:27:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rondoniadigital.com/?p=78091</guid>
		<description><![CDATA[O Setor de Endemias de Cacoal está ensinando a população como eliminar o caramujo africano, em razão da grande ocorrência em diversos bairros da cidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Setor de Endemias de Cacoal está ensinando a população como eliminar o caramujo africano, em razão da grande ocorrência em diversos bairros da cidade.</p>
<p>Segundo o gerente do Setor de Endemias, Xisto Azevedo Viana, o caramujo africano é um dos perigos que invadem as grandes cidades no verão. Uma praga urbana que pouca gente sabe combater. O Caramujo Africano foi trazido para o Brasil de forma ilegal na década de 80 por produtores rurais. Eles buscavam uma alternativa mais rentável para substituir o escargot, um molusco apreciado na França como uma iguaria gastronômica. O negócio não deu certo e os<br />
caramujos acabaram abandonados. Diferente do verdadeiro escargot, que é bem menor e tem a concha quase redonda, o caramujo africano é estranho e chega a ser repulsivo. Ele é grande e escuro e quando adulto pode medir 15 centímetros de comprimento e pesar 200 gramas.</p>
<p>Segundo Viana, eles são capazes de provocar doenças em humanos e animais domésticos, contaminam a água e devastam plantações e jardins. Até a meningite pode ser transmitida pelo caramujo africano.</p>
<p>Por onde passa, deixa uma secreção e se estiver contaminado por microorganismos pode afetar o sistema nervoso central do homem, causando cegueira e meningite. O contato com o caramujo também pode provocar problemas intestinais graves. Dois casos de meningite registrados em 2007 no espírito santo estão relacionados à contaminação pelo caramujo africano.</p>
<p>Para evitar a contaminação dos alimentos, Viana aconselhou: “mergulhe as verduras, frutas e legumes em uma mistura contendo uma colher de sopa de água sanitária em um litro de água.</p>
<p>Espere de 15 a 30 minutos e enxague bem antes de comer’.</p>
<p>O gerente explicou que o número de caramujos aumenta sempre depois das chuvas e a melhor forma de controle é mesmo pegá-los com as mãos, desde que estejam com luvas. A captura deve ser feita nas primeiras horas da manhã e no final da tarde, quando os caramujos saem para comer.</p>
<p>Dicas de como matar os moluscos:</p>
<p>- Para realizar a catação, as mãos devem estar protegidas com luvas ou sacos plásticos para<br />
evitar o contato com o animal.<br />
- Os caramujos recolhidos devem ser esmagados, cobertos com cal virgem e enterrados.<br />
- Recolher também os ovos, que ficam semi-enterrados e proceder da mesma forma usada para os animais coletados.<br />
- Os caramujos e ovos recolhidos também podem ser mortos com solução de cloro, três partes iguais de água para uma de cloro, mas devem ser deixados totalmente cobertos por essa solução durante 24hs, antes de serem descartados.<br />
- Jogar água fervente e incinerar também são opções, mas estes procedimentos devem ser realizados com segurança.<br />
- O material ensacado também pode ser descartado em lixo comum, mas é preciso quebrar as conchas para que elas não acumulem água, tornando-se possíveis focos para reprodução de<br />
mosquitos.</p>
<p>Outras informações:</p>
<p>- Geralmente, os parasitas se aproveitam dos nutrientes de nosso organismo sem causar problemas e alguns até fazem bem, como certos lactobacilos que evitam infecções. Mas não faltam bactérias altamente perigosas.</p>
<p>- Existem duas zoonoses que podem ser transmitidas pelo caramujo africano. Uma delas é chamada de meningite eosinofílica, causada por um verme [Angiostrongylus cantonensis], que passa pelo sistema nervoso central, antes de se alojar nos pulmões. O ciclo da doença envolve moluscos e roedores. O homem pode entrar acidentalmente neste ciclo. No Brasil não há registro de nenhum caso da doença, que já foi verificada em ilhas do Pacífico, no<br />
Sudeste Asiático, na Austrália e nos Estados Unidos. A segunda zoonose é a angiostrongilíase</p>
<p>abdominal, com casos já registrados no Brasil, mas não transmitidos pelo caramujo africano. A angiostrangilíase abdominal [causada pelo parasito Angiostrongylus costaricensis] muitas vezes é assintomática, mas em alguns casos pode levar ao óbito, por perfuração intestinal e peritonite. Em testes realizados em laboratório, Achatina fulica não se revelou um bom hospedeiro, sendo portanto considerado um hospedeiro potencial para o parasita, causador<br />
da angiostrongilíase abdominal.</p>
<p>- Dados da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), mostram que as espécies invasoras representam a segunda maior ameaça à biodiversidade em todo o planeta, só perdendo para os desmatamentos. No Brasil, um exemplo com impactos negativos para a natureza, a economia e também para a saúde humana é o caramujo africano.</p>
<p>- O caramujo africano é consumido na África e tem vantagens nutricionais por ser rico em proteínas.</p>
<img src="http://rondoniadigital.com/?ak_action=api_record_view&id=78091&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rondoniadigital.com/capa/caramujos-africanos-infestam-bairros-em-cacoal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Porto Velho reduz, só em janeiro, 94,63% nos casos de Dengue em relação a 2011</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/saude/porto-velho-reduz-so-em-janeiro-9463-nos-casos-de-dengue-em-relacao-a-2011/</link>
		<comments>http://rondoniadigital.com/saude/porto-velho-reduz-so-em-janeiro-9463-nos-casos-de-dengue-em-relacao-a-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 14:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Porto Velho]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rondoniadigital.com/?p=77871</guid>
		<description><![CDATA[<p>Dados do Programa Nacional de Controle da Dengue mostram que o número de casos de dengue diminuiu 60% em relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2012/02/Diminui-Dengue-veículos-1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-77872" title="Diminui-Dengue- veículos 1" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2012/02/Diminui-Dengue-veículos-1-620x409.jpg" alt="" width="620" height="409" /></a>Dados do Programa Nacional de Controle da Dengue mostram que o número de casos de dengue diminuiu 60% em relação a janeiro do ano passado, em todo o país. Em janeiro de 2011, foram registrados 40 mil casos em todo o Brasil, enquanto em 2012 foram registrados 16 mil. Em Porto Velho a estatística foi ainda mais positiva, pois houve uma redução de 94,63% em relação ao ano anterior. Na capital de Rondônia os números despencaram de 20 mil casos para três mil em relação ao mesmo período.</p>
<p>Segundo o secretário municipal de Saúde, Williames Pimentel, para melhorar ainda mais estes resultados a prefeitura de Porto Velho está executando um grande plano de contigência. “Este plano contempla a atenção ao paciente com suspeita de dengue; o envolvimento de 300 profissionais (médicos, enfermeiros e agentes comunitários de saúde que foram capacitados para prestar assistência aos casos suspeitos que derem entrada nas unidades de saúde); vigilância epidemiológica, comprometimento de todas as unidades de saúde que estão em alerta, notificando todos os casos suspeitos; controle vetorial e visitas domiciliares; equipes do controle vetorial estão atuando em bloqueios de áreas com casos notificados, atendendo a chamado da população e fazendo controle vetorial com uso de equipamentos de borrifação espacial (UBV); educação em saúde e mobilização social e ações educativas que estão sendo desenvolvidas junto às escolas”, disse Pimentel. </p>
<p>Levantamento de Índice da Dengue</p>
<p>Ainda de acordo com Pimentel, a prefeitura realiza o Levantamento de Índice Rápido de Infestação de larvas Aedes Aegypti (LIRA), em todos os bairros, sendo os quarteirões com sistema de sorteio. Durante o ano são realizados quatro Liras. Este ano os levantamentos acontecerão no período de 06 a 17 de fevereiro; de 16 a 27 de abril; de 02 a 13 de julho e de 01 a 11 de outubro. No ultimo lira realizado em outubro de 2011, Porto Velho ficou com índice de infestação predial (IIP) 5,5 considerado alerta para epidemia da dengue.</p>
<p>Sendo que os bairros que tiveram maior índice foram: Nacional, Panair, Pedrinhas, São Sebastião, Costa e Silva, Floresta, Nova Floresta, Caladinho, Cidade Nova, Eletronorte,Conceição, Cidade do Lobo, Novo Horizonte, Areia Branca, São João Bosco, Liberdade, São Cristóvão e N. Sra. das Graças. “Em todos esses bairros foi realizada uma grande ação de tratamento com larvicida, eliminação de criadouros, e orientação a população sobre os cuidados com a dengue, e também a UBV (fumacê)”, disse ele.</p>
<p>Este ano o 1º LIRA de 2012, no período 06 a 17 de fevereiro, acontecerá nos horários 07h30min, às 11h30min, 13h30min, às 17h30min, iniciando pelo bairro Ronaldo Aragão e na sequência Cascalheira, Industrial, Cidade Nova e Nacional. Estarão envolvidos 72 agentes de combate as Endemias, 06 carros para deslocamento p todos os bairros do município de porto velho. Após o LIRA será possível comparar se aumentou ou diminuiu as larvas com toda a ação realizada.</p>
<p>Mais recursos</p>
<p>O Ministério da Saúde aprovou 25 projetos municipais contra dengue, que garantirão a Rondônia um adicional de R$ 1,3 milhão contra a doença. No país, 1.159 cidades foram selecionadas. A medida permitirá que os municípios recebam 20% a mais do que os repasses regulares do Teto de Vigilância e Promoção à Saúde. Ao todo, serão R$ 92,8 milhões adicionais. Os planos incluem a qualificação das ações de prevenção e controle da doença. O número de municípios selecionados é 17% maior do que os 989 previstos em outubro, quando foi lançando o conjunto de ações estratégicas para enfrentamento da dengue neste verão.</p>
<p>A doença<br />
As chuvas e calor  são condições ideais para a reprodução do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue. Por isso, é importante que a população se mobilize e faça sua parte, eliminando ou cobrindo os locais de concentração de água limpa, que servem como criadouro para o mosquito.<br />
O Aedes aegypti se prolifera dentro ou nas proximidades de habitações (casas, apartamentos e hotéis), em qualquer lugar que acumule água limpa (caixas d&#8217;água, cisternas, latas, pneus, cacos de vidro e vasos de plantas). Os sintomas mais comuns da doença são febre, dores pelo corpo &#8211; principalmente nas articulações &#8211; e dor de cabeça. Também podem aparecer manchas vermelhas na pele e, em alguns casos, sangramento, mais comum nas gengivas. Ao perceber os sintomas, a pessoa deve procurar a unidade de saúde mais próxima de sua casa.</p>
<p>Por: Meiry Santos/ MS<br />
Fotos: Quintela</p>
<img src="http://rondoniadigital.com/?ak_action=api_record_view&id=77871&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rondoniadigital.com/saude/porto-velho-reduz-so-em-janeiro-9463-nos-casos-de-dengue-em-relacao-a-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Centro de Saúde Princesa Isabel e Caps são transferidos provisoriamente após enchente em Cacoal</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/destaque/centro-de-saude-princesa-isabel-e-caps-sao-transferidos-provisoriamente-apos-enchente-em-cacoal/</link>
		<comments>http://rondoniadigital.com/destaque/centro-de-saude-princesa-isabel-e-caps-sao-transferidos-provisoriamente-apos-enchente-em-cacoal/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 08:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rondoniadigital.com/?p=77770</guid>
		<description><![CDATA[<p>Devido as últimas enchentes que aconteceram no município de Cacoal, o Centro de Apoio Psicossocial (Caps) e o Centro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2012/02/DSC06887.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-77771" title="DSC06887" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2012/02/DSC06887-620x465.jpg" alt="" width="620" height="465" /></a>Devido as últimas enchentes que aconteceram no município de Cacoal, o Centro de Apoio Psicossocial (Caps) e o Centro de Saúde Princesa Isabel foram transferidos provisoriamente para continuarem atendendo a população.</p>
<p>O Centro de Saúde Princesa Isabel está atendendo em três salas oferecidas pela Igreja Matriz, das 07h às 13h. Segundo a gerente do postinho, Adriana Carla Castelucci, está sendo oferecido quase todos os serviços. “Nós estamos fazendo</p>
<p>vacinação, consultas com o médico clinico geral, controle de diabetes, todos os serviços de enfermagem, só não estamos fazendo curativos, pois não temos uma sala apropriada para isso”, declara.</p>
<p>Já o Caps está funcionando nas dependências da Igreja São José, das 07h as 13h. Segundo o secretario municipal de saúde, Antônio Mazioli, o Caps presta um grande serviço à população Cacoalense por oferecer atendimento e realizar o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários.</p>
<p>“A função dos CAPS é: prestar atendimento clínico em regime de atenção diária, evitando as internações em hospitais psiquiátricos; acolher e atender as pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, procurando preservar e fortalecer os laços sociais do usuário em seu território; promover a inserção social das pessoas com transtornos mentais por meio de ações intersetoriais; regular a porta de entrada da rede de assistência em saúde mental na<br />
sua área de atuação; dar suporte a atenção à saúde mental na rede básica; organizar a rede de atenção às pessoas com transtornos mentais nos municípios; articular estrategicamente a rede e a política de saúde mental num determinado território; promover a reinserção social do indivíduo através do acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários”, afirma Mazioli.</p>
<p>Segundo o secretario, são temporários estes dois atendimentos e a administração está estudando a possibilidade de encontrar outro lugar para instalar esses serviços permanente  pois para o antigo endereço não tem como voltar.</p>
<img src="http://rondoniadigital.com/?ak_action=api_record_view&id=77770&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rondoniadigital.com/destaque/centro-de-saude-princesa-isabel-e-caps-sao-transferidos-provisoriamente-apos-enchente-em-cacoal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Segundo país do mundo em casos de hanseníase, Brasil também precisa combater o preconceito</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/capa/segundo-pais-do-mundo-em-casos-de-hanseniase-brasil-tambem-precisa-combater-o-preconceito/</link>
		<comments>http://rondoniadigital.com/capa/segundo-pais-do-mundo-em-casos-de-hanseniase-brasil-tambem-precisa-combater-o-preconceito/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 14:01:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rondoniadigital.com/?p=77455</guid>
		<description><![CDATA[No Dia Mundial de Luta Contra a Hanseníase, celebrado no último domingo de janeiro, autoridades de saúde e organizações da sociedade civil se mobilizam pelo fim da discriminação das pessoas que têm a doença.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial de Luta Contra a Hanseníase, celebrado no último domingo de janeiro, autoridades de saúde e organizações da sociedade civil se mobilizam pelo fim da discriminação das pessoas que têm a doença. Apesar de ter cura, muitos brasileiros ainda se escondem e deixam de procurar o tratamento, com medo de sofrer estigma dentro da família, entre os amigos ou no trabalho.</p>
<p>Em estado avançado, a hanseníase causa deformidades no rosto, nas mãos e pernas, comprometendo a aparência.</p>
<p>O assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e sanitarista Marcos Franco conta que, quando trabalhou com vítimas de hanseníase no interior de São Paulo, a maioria vivia no estado vizinho do Rio de Janeiro. Esses pacientes tinham vergonha de procurar atendimento médico na cidade onde moravam.</p>
<p>“O paciente tem medo de usar o serviço do próprio município onde vive. Temos que desconstruir esse estigma para dizer que a hanseníase é uma doença tratável e não um castigo de Deus”, disse Franco, que esteve em Brasília na semana passada para acompanhar a divulgação dos dados do governo federal sobre a incidência de hanseníase no país.</p>
<p>O coordenador do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), Artur Custódio, recorda que centenas de crianças foram separadas dos pais durante décadas por causa do preconceito com relação à doença.</p>
<p>Até o final da década de 1970, uma lei determinava a internação obrigatória das pessoas com hanseníase em hospitais-colônia. Os pacientes tinham de entregar os filhos a educandários. “Foi a maior alienação parental que ocorreu no Brasil”, destaca Custódio.</p>
<p>Para reunir irmãos e filhos de ex-pacientes, o Morhan oferece exames de DNA para identificar os vínculos familiares e busca indenização do Estado pela separação compulsória.</p>
<p>Hoje o embaixador da Boa Vontade para Eliminação da Hanseníase das Nações Unidas, Yohei Sasakawa, estará no Brasil para a assinatura de documento global pelo fim do estigma e da discriminação contra pessoas com hanseníase.</p>
<p>Em 2011, foram registrados 34.894 novos casos da doença, redução de 15% em comparação a 2010 (30.298 casos). Apesar da queda, o país ainda é o segundo no ranking mundial de prevalência da doença, ficando atrás somente da Índia, que registra cerca de 125 mil novos casos por ano. A meta das Nações Unidas, de menos de um caso para grupo de 10 mil habitantes, só deve ser alcançada no Brasil em 2015, de acordo com o Ministério da Saúde.</p>
<p>Saiba mais sobre a hanseníase</p>
<p>Doença infecciosa, a hanseníase causa deformidades na pele e nos nervos de braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. A transmissão ocorre pelo contato direto e prolongado entre as pessoas. O doente sem tratamento expele o bacilo ao tossir ou espirrar. Muitas pessoas podem ser infectadas, mas a maioria tem resistência ao bacilo. Ambientes fechados, com pouca ventilação e sem luz solar aumentam as chances de contaminação. A transmissão não ocorre durante contato breve entre as pessoas, como uma caminhada para a escola ou uma conversa no elevador.</p>
<p>A doença não faz distição de sexo ou idade. Os sintomas são manchas brancas, avermelhadas e marrons em qualquer parte do corpo, que ficam dormentes e sem sensibilidade ao calor, frio ou toque, principalmente nas mãos, costas, nádegas, pernas e pés. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos primeiros sinais pode levar de dois a cinco anos.</p>
<p>A hanseníase tem cura. O tratamento, de graça pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é a base de comprimidos. O paciente pode tomar os medicamentos diariamente em casa e procurar o médico uma vez por mês para acompanhamento. O tratamento dura de seis meses a um ano. Assim que começa a tomar os remédios, o doente para de transmitir a hanseníase. E não precisa se afastar do trabalho, nem do convívio familiar, e pode manter relações sexuais.</p>
<p>O diagnóstico é feito pelo médico por meio de exame clínico. Em casos raros, o profissional pode solicitar exames complementares. A identificação e o tratamento precoces são as melhores formas de combater a doença. Outra recomendação é que pessoas que vivem ou que moraram com pacientes de hanseníase procurem um médico.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
<img src="http://rondoniadigital.com/?ak_action=api_record_view&id=77455&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rondoniadigital.com/capa/segundo-pais-do-mundo-em-casos-de-hanseniase-brasil-tambem-precisa-combater-o-preconceito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasileiros são os que mais usam emagrecedores na América Latina</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/saude/brasileiros-sao-os-que-mais-usam-emagrecedores-na-america-latina/</link>
		<comments>http://rondoniadigital.com/saude/brasileiros-sao-os-que-mais-usam-emagrecedores-na-america-latina/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rondoniadigital.com/?p=77385</guid>
		<description><![CDATA[
<p>Da Agência Brasil*</p>
<p>Brasília &#8211; Os brasileiros são os latino-americanos que mais consomem remédios para perder peso, segundo levantamento da empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Da Agência Brasil*</p>
<p>Brasília &#8211; Os brasileiros são os latino-americanos que mais consomem remédios para perder peso, segundo levantamento da empresa especializada em pesquisa de consumo Nielsen Holding. O estudo, que analisou várias regiões além da América Latina, mostra que 12% dos brasileiros usam emagrecedores.</p>
<p>A média de consumo de emagrecedores na região é 8%. Na Venezuela e no Peru, apenas 4% recorrem a esse tipo de medicamento.</p>
<p>Os brasileiros também são os mais insatisfeitos com a silhueta. Cerca de 43% dizem estar um pouco acima do peso e 16% dizem estar acima do peso. Apenas 30% se mostram satisfeitos com o peso atual. A insatisfação dos brasileiros está acima da média mundial. De acordo com o estudo, 53% das pessoas no mundo dizem estar um pouco acima do peso.</p>
<p>Os chilenos também se destacam como os que se consideram muito acima do peso, são 8%. Entre os brasileiros, 3% se enquadram nesse perfil.</p>
<p>Os colombianos, por outro lado, são os mais contentes com a aparência – 44% consideram o seu peso satisfatório e 38% dizem estar um pouco acima do peso. A média de satisfação na América Latina é 37%.</p>
<p>O estudo mostra ainda que 50% dos brasileiros tentam atualmente perder peso de alguma forma. Desses, 76% apelam para a mudança na dieta e 64% dizem estar fazendo exercícios.</p>
<p>Os mexicanos são os que mais buscam estar em forma – 60% tentam perder peso. Desses, 66% fazem exercícios físicos, os recordistas no quesito na região. Os que menos se exercitam são os peruanos – apenas 49%, entre os que buscam perder peso.</p>
<p>O estudo mostra também que 52% dos latino-americanos não entendem nada ou apenas parte das informações nutricionais contidas nas embalagens dos alimentos.</p>
<p>Os latino-americanos (64%) são os que mais defendem a inclusão de informações calóricas nas embalagens, contra 53% dos europeus e apenas 28% dos africanos e árabes.</p>
<p>A pesquisa da Nielsen Holding ouviu 25 mil pessoas, por meio da internet.</p>
</div>
<img src="http://rondoniadigital.com/?ak_action=api_record_view&id=77385&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rondoniadigital.com/saude/brasileiros-sao-os-que-mais-usam-emagrecedores-na-america-latina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Audiência Pública em Vilhena discute direito igualitário de servidores da saúde</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/saude/audiencia-publica-em-vilhena-discute-direito-igualitario-de-servidores-da-saude/</link>
		<comments>http://rondoniadigital.com/saude/audiencia-publica-em-vilhena-discute-direito-igualitario-de-servidores-da-saude/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 14:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rondoniadigital.com/?p=77313</guid>
		<description><![CDATA[<p>Servidores da saúde do Município de Vilhena participam na manhã desta quinta-feira (26) de Audiência Pública realizada na Câmara dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Servidores da saúde do Município de Vilhena participam na manhã desta quinta-feira (26) de Audiência Pública realizada na Câmara dos Vereadores. O objetivo é tratar de assunto que vem gerando protestos e questionamentos, concernente à falta de tratamento igualitário por parte da Prefeitura, quando servidores de uma mesma função e de uma mesma categoria têm recebido salários diferenciados, contrariando assim a Lei da Isonomia Salarial.</p>
<p>A audiência conta com a participação do presidente do Sindsaúde, Caio Marin, acompanhado da Assessoria Jurídica do Sindicato. Para Caio, “essa audiência é o último instrumento de negociação”. “Buscamos o diálogo com o prefeito, mas ele se manteve fechado. Dessa forma, recorremos à audiência pública como nova alternativa para  conquistarmos o direito do tratamento isonômico para esses servidores. Do contrário, não haverá outro caminho a não ser a greve, já que o prefeito não tem diálogo com os funcionários nem com os seus representantes legais”, frisou.</p>
<p>O presidente do Sindsaúde ainda explica que “essa crise instaurada na saúde municipal de Vilhena se deu com a iniciativa do prefeito José Rover em conceder várias gratificações de produtividade e equiparações salariais a algumas categorias de nível superior, também criando novos cargos e reajustando salários dos cargos comissionados, porém não respeitando a Lei da Isonomia Salarial, e utilizando-se, em diversas situações, do desvio de função”.</p>
<p>A Assessoria de Imprensa do Sindsaúde informou que foram convidados para a Audiência Pública todos os Vereadores de Vilhena, através de oficio emitido ao Presidente da Câmara de Vereadores, Antônio Marco Albuquerque; a presidente do Conselho Municipal de Saúde, Angelita Tomé Pereira; o promotor de Justiça, Paulo Fernando Lermer; o presidente do Tribunal da Justiça, o prefeito de Vilhena e os secretários municipais de Saúde, Finanças, Planejamento e de Administração.</p>
<p>Fonte: Assessoria</p>
<img src="http://rondoniadigital.com/?ak_action=api_record_view&id=77313&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rondoniadigital.com/saude/audiencia-publica-em-vilhena-discute-direito-igualitario-de-servidores-da-saude/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Anvisa publica novos critérios para registro de agrotóxicos</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/saude/anvisa-publica-novos-criterios-para-registro-de-agrotoxicos/</link>
		<comments>http://rondoniadigital.com/saude/anvisa-publica-novos-criterios-para-registro-de-agrotoxicos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 15:06:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rondoniadigital.com/?p=77067</guid>
		<description><![CDATA[<p>Da Agência Brasil</p>
<p>Brasília &#8211; Os estudos sobre resíduos de agrotóxicos em alimentos, elaborados pelas empresas para registrar esse tipo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da Agência Brasil</p>
<p>Brasília &#8211; Os estudos sobre resíduos de agrotóxicos em alimentos, elaborados pelas empresas para registrar esse tipo de produto no Brasil, terão que seguir metodologias semelhantes às adotadas internacionalmente. A norma está fixada em resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (23) no Diário Oficial da União.</p>
<p>A norma fixa todas as condições técnicas a serem observadas pelas empresas na condução dos estudos de resíduos de agrotóxicos em alimentos, tais como: critérios para preservação de amostras, apresentação de estudo de estabilidade de agrotóxico na cultura e curva de dissipação.</p>
<p>Com esse regulamento, a Anvisa espera garantir mais segurança na condução das análises de resíduos de agrotóxicos em alimentos. De acordo com o diretor da agência, Agenor Álvares, os estudos de resíduos elaborados em condições insatisfatórias ou inadequadas aumentam o custo e o tempo de análise dos produtos.</p>
<p>O novo regulamento é uma atualização da Resolução RDC 216/ 2006 da Agência. Com essa norma, os estudos de resíduos de agrotóxicos em alimentos passam a seguir as recomendações metodológicas do Codex Alimentarius, programa da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>
<p>No Brasil, o registro de agrotóxicos é feito pelo Ministério da Agricultura, órgão que analisa a eficácia agronômica desses produtos. Porém, a anuência da Anvisa e do Ibama é requisito obrigatório para que o agrotóxico seja registrado.</p>
<p>A Anvisa faz a avaliação toxicológica dos produtos quanto ao impacto na saúde da população e estabelece os limites máximos de resíduos em alimento, bem como, o intervalo de segurança que deve ser observado entre a última aplicação do agrotóxico e a colheita. Já o Ibama observa os riscos que essas substâncias oferecem ao meio ambiente.</p>
<p>Autor: Agência Brasil</p>
<img src="http://rondoniadigital.com/?ak_action=api_record_view&id=77067&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rondoniadigital.com/saude/anvisa-publica-novos-criterios-para-registro-de-agrotoxicos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alunos de escolas públicas serão examinados por equipes de saúde a partir de março</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/educacao/alunos-de-escolas-publicas-serao-examinados-por-equipes-de-saude-a-partir-de-marco/</link>
		<comments>http://rondoniadigital.com/educacao/alunos-de-escolas-publicas-serao-examinados-por-equipes-de-saude-a-partir-de-marco/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rondoniadigital.com/?p=77061</guid>
		<description><![CDATA[<p>As condições de saúde de 11 milhões de estudantes de escolas públicas brasileiras serão avaliadas por médicos, enfermeiros e dentistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As condições de saúde de 11 milhões de estudantes de escolas públicas brasileiras serão avaliadas por médicos, enfermeiros e dentistas das unidades básicas de Saúde a partir de março. Os profissionais estarão em 50 mil escolas de 2 mil municípios do país.</p>
<p>“Muitas vezes, um problema de saúde, se não for identificado, pode atrapalhar o rendimento escolar”, disse a presidenta Dilma Rousseff no programa de rádio Café com a Presidenta. Ela acrescentou que o governo deverá ainda envolver os pais no combate à obesidade infantil,</p>
<p>problema que afeta um quinto das crianças brasileiras. “Reduzindo a obesidade infantil, vamos prevenir outras doenças que podem ocorrer no futuro, como a hipertensão e o diabetes”, explicou.</p>
<p>Dilma Rousseff destacou também as alterações no programa de vacinação infantil, que ocorrem a partir de agosto. A vacina contra a pólio, conhecida como paralisia infantil, será injetável nas duas primeiras doses para bebês e crianças. “Há 22 anos não registramos nenhum caso de paralisia infantil transmitido no país, mas a pólio ainda existe em 24 países. Como as pessoas viajam de lugar para outro e podem trazer o vírus, precisamos manter nossas crianças protegidas”, destacou Dilma.</p>
<p>Entretanto, a dose oral, com a campanha do Zé Gotinha, irá continuar para manter a proteção de crianças até cinco anos de idade.</p>
<p>Outra alteração no calendário de vacinação se refere à vacina pentavalente. Ela é a soma de duas vacinas já existentes: a da hepatite B e a tetravalente. “Com uma só injeção, a vacina pentavalente vai proteger agora a criança contra cinco doenças: o tétano, a difteria, a coqueluche, a hepatite B e um tipo de meningite grave”, disse. “A combinação das vacinas é boa para a criança, que vai precisar tomar uma injeção a menos, mas também é um avanço no processo de vacinação”, completou.</p>
<p>A presidenta lembrou também que a meta do governo é investir R$ 7,6 bilhões para construir 6 mil escolas de educação infantil até 2014.</p>
<p>Fonte: AB</p>
<img src="http://rondoniadigital.com/?ak_action=api_record_view&id=77061&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rondoniadigital.com/educacao/alunos-de-escolas-publicas-serao-examinados-por-equipes-de-saude-a-partir-de-marco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Porto Velho: Secretário de Saúde apresenta balanço dos primeiros seis meses da ouvidoria da Semusa</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/saude/porto-velho-secretario-de-saude-apresenta-balanco-dos-primeiros-seis-meses-da-ouvidoria-da-semusa/</link>
		<comments>http://rondoniadigital.com/saude/porto-velho-secretario-de-saude-apresenta-balanco-dos-primeiros-seis-meses-da-ouvidoria-da-semusa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 14:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rondoniadigital.com/?p=76991</guid>
		<description><![CDATA[<p>   O secretário Municipal de Saúde de Porto Velho, Williames Pimentel, apresentou na tarde desta quinta feira (19), o balanço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>   O secretário Municipal de Saúde de Porto Velho, Williames Pimentel, apresentou na tarde desta quinta feira (19), o balanço dos primeiros seis meses de funcionamento da Ouvidoria daquele órgão público. Segundo ele, desde o dia 20 de junho de 2011, quando foi inaugurada a 31 de dezembro, foram registradas 293 reclamações, denúncias, sugestões e elogios. Os contatos foram feitos por email, telefone e pessoalmente.</p>
<p>   De acordo com o secretário, a maioria das reclamações ou denúncias foram improcedentes, como falta de médicos nas unidades, falta de especialistas ou mau atendimento no trato com os usuários. No entanto, garante que todas foram respondidas. Além disso, informa que todas as providências necessárias para corrigir as demandas confirmadas foram encaminhadas. “Cerca de 30% das reclamações cabe somente a aplicação de políticas de relações humanas para fazer as correções”, disse.</p>
<p>Acrescentou que independente do trabalho da Ouvidoria, o processo de solução das demandas que surgem na área de saúde “é constante, vigilante e atuante”. <br />
   Na avaliação de Pimentel, a atenção básica em saúde melhorou muito desde o início da gestão do prefeito Roberto Sobrinho em 2005, e vem passando por um processo evolutivo contínuo de qualidade e expansão dos serviços. Afirma que esses serviços vão melhorar ainda mais a partir da inauguração das Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) das zonas Leste e Sul, no primeiro semestre de 2012.</p>
<p>   O secretário também destacou que a Ouvidoria é mais um instrumento de controle e avaliação, o que demonstra a força de vontade para melhorar cada vez mais o atendimento ao público. “Não é uma ferramenta de críticas e conceitos negativos, mas de aprimoramento para que possamos avançar cada vez mais na qualidade”, completou. A ouvidoria vem consolidando seu banco de informações em saúde sobre diversos temas, com objetivo de estimular o diálogo com a população.</p>
<p>   As denúncias julgadas indevidas foram por absoluta falta de provas. Outras não mostravam qualquer evidência ou indícios que justificassem uma investigação.</p>
<p>Quanto as sugestões, a maioria se refere a contratação de médicos e cursos de relações humanas para servidores. “Contratamos vários profissionais em regime emergencial e recentemente a prefeitura realizou concurso público para suprir a demanda em todas as áreas”, enfatizou.</p>
<p><strong>Contatos</strong></p>
<p>   A Ouvidoria funciona no prédio da Semusa, na Avenida Calama, bairro Embratel. Está equipada com duas linhas telefônicas, dois computadores e impressora. As reclamações ou sugestões poderão ser feitas pelo 0800.647.5225, pelo 3901-2973, pessoalmente ou ainda pelo email <a href="mailto:ouvidoriasemusa@portovelho.ro.gov.br">ouvidoriasemusa@portovelho.ro.gov.br</a>. O atendimento é de segunda a sexta feira, das 8 às 18 horas.</p>
<p><strong>Ana Adelaide</strong></p>
<p>   A respeito de um paciente que teria sofrido humilhações na Policlínica Ana Adelaide há poucos dias, Williames Pimentel informou que a administração Roberto Sobrinho não admite qualquer tipo de constrangimento a quem quer que seja. “Todas as providências para punir os responsáveis estão sendo tomadas. Poderá haver advertência, suspensão e até demissão”, enfatizou.</p>
<p>Por Augusto José<br />
Fotos: Quintela</p>
<img src="http://rondoniadigital.com/?ak_action=api_record_view&id=76991&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rondoniadigital.com/saude/porto-velho-secretario-de-saude-apresenta-balanco-dos-primeiros-seis-meses-da-ouvidoria-da-semusa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cuba estuda autorização para liberar cirurgias de mudança de sexo para estrangeiros</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/saude/cuba-estuda-autorizacao-para-liberar-cirurgias-de-mudanca-de-sexo-para-estrangeiros/</link>
		<comments>http://rondoniadigital.com/saude/cuba-estuda-autorizacao-para-liberar-cirurgias-de-mudanca-de-sexo-para-estrangeiros/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 14:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rondoniadigital.com/?p=76972</guid>
		<description><![CDATA[<p> Agência Brasil
Brasília – O governo do presidente de Cuba, Raúl Castro, estuda a possibilidade de liberar a realização de cirurgias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Agência Brasil<br />
Brasília – O governo do presidente de Cuba, Raúl Castro, estuda a possibilidade de liberar a realização de cirurgias para estrangeiros que queiram mudar de sexo. A informação é da diretora do Centro Nacional de Educação Sexual, Mariela Castro, que é filha de Raúl. Até o final do ano, o Parlamento cubano vai votar a legalização da união civil de pessoas do mesmo sexo.</p>
<p>Mariela Castro disse ainda que a legislação cubana já permite que as cirurgias de mudança de sexo sejam feitas em cubanos residentes no país. Mas, segundo ela, o Centro Nacional de Educação Sexual têm recebido muitos pedidos de estrangeiros.</p>
<p>Desde 2008, o governo cubano aprovou, por resolução ministerial, a autorização para a realização das cirurgias de mudança de sexo. Nos últimos três anos, foram realizadas 15 cirurgias. &#8220;Por enquanto, não fazemos esse tratamento a estrangeiros&#8221;, disse Mariela Castro. &#8220;[Mas] no futuro [isso poderá ser possível].&#8221;</p>
<img src="http://rondoniadigital.com/?ak_action=api_record_view&id=76972&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rondoniadigital.com/saude/cuba-estuda-autorizacao-para-liberar-cirurgias-de-mudanca-de-sexo-para-estrangeiros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

