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	<title>Rondônia digital &#187; opinião</title>
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	<description>Notícias de Rondônia</description>
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		<title>A impunidade continua e o Estado abusa da sanidade de todos nós</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 13:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ameaçada primeiro, é de praxe. Depois agredida. Teve a casa, dentro de um Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS), incendiada. Nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ameaçada primeiro, é de praxe. Depois agredida. Teve a casa, dentro de um Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS), incendiada. Nos últimos dias era seguida por dois motoqueiros. Por fim, com 28 anos de vida é fulminada a tiros na madrugada de 31 de março, em Nova Califórnia (RO).</p>
<p>Mais uma morte anunciada, em região de conflito agrário latente e permanente. Mais uma prova incontestável da inanição e incompetência do Estado brasileiro no enfrentamento do problema.</p>
<p>Até o trágico destino de Dinhana Nink, onde estava a Operação Defesa da Vida que não a protegeu, assassinada como se criminosa fosse, em frente ao filho de cinco anos? Ameaçada por ter a coragem de denunciar grileiros de terra e extração ilegal de madeiras?</p>
<p>Onde estavam as forças policiais de Rondônia e do Amazonas, terra da agricultora e de onde provinham as ameaças?</p>
<p>Não adianta as autoridades, todas elas, virem agora com discurso mole de que não sabiam do caso Dinhana ou que não registrou ocorrência das ameaças. Ou que faltam efetivos, ou que o combate aos crimes com origem em conflito fundiário carece de mais recursos. Ou que a Força de Segurança Nacional não pode intervir nas forças estaduais etc. etc. etc.</p>
<p>Toda essa ladainha não serve mais, é fora de lugar. Ou o Estado brasileiro toma conta de verdade da Amazônia, agindo de forma enérgica e revendo gasto público no orçamento, ou anuncia com clareza a incapacidade de tomar conta da maior porção territorial brasileira.</p>
<p>Dinhana estava na lista de ameaçados de morte elaborada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), e as pessoas que a ameaçavam ameaçam outras pessoas. O Estado tem conhecimento das barbaridades praticadas em terra que continua entregue às baratas e aos pistoleiros de aluguel, com a conveniência de agentes do poder público.</p>
<p>Defesa da Vida</p>
<p>Para lembrar, a Operação Defesa da Vida, anunciada há quase um ano (em junho), surgiu na esteira das mortes do casal de extrativistas José Claudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva, do Pará, defensores do manejo sustentável da floresta, vítimas de emboscada, e de Adelino Ramos, o Dinho, de Rondônia.</p>
<p>Sem prazo determinado, prevê o uso da Força de Segurança Nacional e forças policiais dos estados do Pará, Rondônia e Amazonas no combate aos conflitos fundiários. No combate à impunidade que mata lideranças e simples agricultores, obstinados na defesa da floresta, seu ganha pão.</p>
<p>Não se sabe, até agora, os resultados da operação. Quantos grupos de extermínio e pistoleiros prendeu; de que forma conseguiu a cooperação das justiças estaduais para agilizar inquéritos (ação prevista); quais as investigações foram feitas; quantas pessoas ingressaram no programa de proteção a testemunhas etc.</p>
<p>Mais de uma coisa se sabe: a impunidade continua, faz novas vítimas a cada dia e o Estado abusa da sanidade de todos nós.</p>
<p>BR-364</p>
<p>O assunto caiu no esquecimento. No dia 6 de março a bancada federal de Rondônia divulgou nota sobre a reunião com o ministro Paulo Sérgio Passos. Ele prometeu obra emergencial no trecho e Pimenta Bueno a Ouro Preto, independente de licitação. E que no mês de março as licitações dos lotes pendentes para a completa restauração da rodovia estariam concluídas.</p>
<p>E também enviou o diretor de Infraestrutura Rodoviária do DNIT, Roger da Silva Pêgas, a Rondônia, mas não se sabe o que ele andou fazendo no estado. Das duas uma: ou o governo federal perde na batalha da comunicação, o que não é novidade, ou não faz o dever de casa no tempo prometido aos nossos parlamentares.</p>
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		<title>Transposição Já! por Acir Gurgacz</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 13:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nesta semana, atendendo ao apelo de milhares de servidores do ex-Território Federal de Rondônia que estão cansados de esperar por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, atendendo ao apelo de milhares de servidores do ex-Território Federal de Rondônia que estão cansados de esperar por uma resposta do governo federal sobre a transposição para os quadros da União, comecei uma cobrança diária no plenário do Senado, e farei isso sempre que puder ocupar a tribuna, até que a transposição realmente aconteça. A paciência dos nossos servidores, e a nossa também, chegou ao limite.</p>
<p>Não dá mais para esperar por uma coisa tão simples, que é a publicação de uma instrução normativa estabelecendo as regras para a transferência dos servidores. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) foi transformada em Lei, o que realmente foi um processo longo e complicado, mas agora a situação é bem simples, publica-se a instrução normativa e inicia-se o trabalho de transposição: servidor por servidor.</p>
<p>Nessa primeira semana de cobrança diária no plenário do Senado, já obtivemos uma resposta do governo federal. A ministra Miriam Belchior, do Planejamento, nos ligou, logo após um pronunciamento, e disse que a instrução normativa está pronta na Advocacia Geral da União (AGU), e que ordenará sua publicação o mais rápido possível. Prometeu nos deixar a par de cada passo do processo e agendar uma audiência para receber a bancada federal, o governo do Estado e representantes dos servidores. Agradecemos o gesto e a atenção da ministra, mas vamos continuar cobrando até que a transposição comece de fato. Creio que esse é o nosso papel como representante do povo de Rondônia, pois não apenas os servidores, mas todo o Estado certamente terá grandes benefícios com essa transposição.</p>
<p>Os recursos economizados na folha de pagamento poderão ser utilizados na Educação e, porque não, para conceder um aumento justo aos professores.</p>
<p>RESTAURAÇÃO JÁ Outra preocupação que tivemos durante a semana foi acompanhar o andamento das obras de recuperação da cratera na BR-364, em Porto Velho, e a operação tapa-buracos nas regiões Central e Sul do Estado. Além do perigo que esta situação oferece aos motoristas e usuários, o prejuízo é enorme para toda a região Norte e Centro Oeste do País. E olha que não faltou aviso ao governo federal, em especial ao Dnit e ao Ministério dos Transportes, sobre os riscos de interdição da rodovia no período das chuvas se nada fosse feito. Faço esse alerta desde 2009, e, infelizmente nada foi feito.</p>
<p>O Exército Brasileiro fez um belo trabalho na construção da ponte sobre a cratera aberta na rodovia em Porto Velho, mas fico abismado quando vejo a operação tapa-buracos sendo feita com terra e numa velocidade que não resolve problema algum. Precisamos de uma operação emergencial que melhore as condições da pista e não apenas uma operação tapa-buracos pra inglês ver. De todo modo, aguardamos o início da restauração do chamado lote 2, que compreende o trecho entre Cacoal e Ouro Preto do Oesta, cujo edital foi lançado no dia 16 de março, com previsão de abertura das propostas em 18 de abril. Vamos torcer para que as obras iniciem em maio, como previu o Dnit, para que possamos aproveitar bem a janela hídrica e ter esse trecho restaurado em pouco tempo. Aguardamos também a homologação das empresas vencedoras do edital de construção da travessia urbana de Ji-Paraná, o que também trará mais segurança para o trânsito em toda a região Central do Estado. Uma boa semana a todos!</p>
<p>* O senador Acir Gurgacz é lider do PDT no Senado e presidente da Comissão de Agricultura</p>
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		<title>Resenha política por Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 12:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Finalistas
Depois de rejeitar Míriam Saldaña, chefe de gabinete do prefeito de Porto Velho, como a indicada do partido como pré-candidata a sucessão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2012/03/imagem1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-81118" title="imagem" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2012/03/imagem1.jpg" alt="" width="399" height="300" /></a>Finalistas</strong><br />
Depois de rejeitar Míriam Saldaña, chefe de gabinete do prefeito de Porto Velho, como a indicada do partido como pré-candidata a sucessão do chefe, o Partido dos Trabalhadores vai reunir outra vez seus filiados num segundo turno para escolher entre a ex-senadora Fátima Cleide e o vereador Cláudio Carvalho o seu candidato.</p>
<p><strong>União</strong></p>
<p>Nos bastidores é corrente a versão de que o prefeito Roberto Sobrinho (PT) vai orientar os filiados do partido que votaram em Miriam para que optem no segundo turno pela candidatura de Cláudio Carvalho que, assim como Saldaña, é um aliado confiável do alcaide. A união pode selar a derrota da ex-senadora. Os partidários de Fátima prometem reagir e mobilizar dirigentes nacionais do PT para tentar isolar as manobras do prefeito.</p>
<p><strong> Torcida</strong><br />
Nas agremiações que lançaram pré-candidatos a prefeito da Capital a torcida é para que Fátima Cleide seja abatida internamente no petismo por Cláudio Carvalho. O raciocínio dos partidos é que uma disputa contra a ex-senadora é mais dura do que contra o vereador.</p>
<p><strong>Diferenças</strong><br />
Fátima Cleide é articulada na TV, é experiente, carismática e bate de frente com o atual prefeito, requisitos positivos para qualquer candidato. Já Cláudio Carvalho é tosco na TV, inexperiente, carrancudo e vassalo do prefeito: elementos fortes para desenhar uma derrota. Um diferença e tanto entre os dois pretendentes ao paço municipal.</p>
<p><strong>Expulsão</strong></p>
<p>Uns quinze dias atrás, três proeminentes filiados do Partido dos Trabalhadores deram entrada oficialmente no Diretório Estadual a um pedido de expulsão dos seus quadros do prefeito Roberto Sobrinho.</p>
<p><strong>Empate</strong><br />
Levado à votação, o pedido de expulsão de Roberto Sobrinho não se concretizou porque o resultado terminou empatado. Coube ao presidente do PT adiar a degola do prefeito por algum tempo e enviou a confusão para ser resolvida pelo Diretório Nacional. Onde, aliás, o prefeito vai usar todos os mecanismos e amigos para evitar a degola imediatamente.</p>
<p><strong>Destino</strong><br />
É cada vez mais complicada a vida de Sobrinho dentro do PT, mas sua expulsão cedo ou tarde volta a pauta. Seu destino, após deixar a prefeitura, é incerto. Mas o certo é que a expulsão do partido é questão de tempo, na hipótese de depender apenas dos filiados rondonienses.</p>
<p><strong>Repetição</strong><br />
Miguel de Souza, pré-candidato a prefeito de Porto Velho pelo Partido da República (PR), tem cavado espaço na mídia para manter acessa a chamada pretensão. O objetivo de fundo é conseguir um convite para ser vice. Miguel repete a<br />
cada eleição a mesma tática e sempre cava a vaga. Nas eleições estaduais passadas, por exemplo, se deu mal ao sair de vice do PSDB porque o candidato tucano, Expedito Junior, foi fisgado pela lei da &#8217;Ficha Limpa&#8217;. Dessa vez a tática pode dar errado, outra vez!</p>
<p><strong>Inacreditável</strong></p>
<p>Em entrevista a uma emissora radiofônica da capital, no início da tarde de ontem, Miguel de Souza (PR) declarou que está andando de transporte coletivo para verificar as suas condições. Quem o conhece sabe que ele gosta de carros possantes e bem refrigerados. Acredite se quiser!</p>
<p><strong> Mentira</strong></p>
<p>Duvido que algum usuário do sistema de transporte público de Porto Velho tenha encontrado o ex-vice-governador Miguel de Souza num desses ônibus sujos, sem ar e lotados que percorrem as ruas da capital. Miguel não só exagerou na declaração, mas começou a pré-campanha de carona numa bandeira com apelo popular e terminou sendo abalroado<br />
pela mentira.</p>
<p><strong>Explicação</strong></p>
<p>O Diretor do Hospital João Paulo II, Dr. Sérgio Melo, divulgou uma nota oficial ontem explicando as cenas deprimentes postadas no YouTube, quando aparece seminu sendo arrastado de forma constrangedora por uma guarnição policial para dentro da mesma unidade de saúde que administra. Como diz o adágio: “a emenda foi pior que o soneto”, ou seja, a explicação gerou também indignação.</p>
<p><strong>Confissão</strong></p>
<p>Independentemente das versões sobre os fatos ocorridos, a nota assinada pelo Diretor do João Paulo II piora ainda mais a sua situação profissional ao confessar que se autoaplicou uma anestesia sem possuir especialidade na área. O código de ética da profissão, salvo engano, veda seus inscritos que cometam tal infração. Com a palavra o CRM.</p>
<p><strong>Coma</strong></p>
<p>O silêncio palaciano sobre o caso dá mais munição aos críticos do governo que veem a saúde estadual como o principal calcanhar de &#8217;Aquiles&#8217;. Não há mês que deixe de emergir uma crise no executivo estadual paralisando alguns setores. Politicamente o governo permanece em coma. Além da saúde. A cena envolvendo um dos seus gestores fala por si. Isso quem conseguiu vê-las antes do abafa.</p>
<p><strong>Transposição</strong></p>
<p>Não havendo novas surpresas desagradáveis, está acordado que sairá nesta quinta-feira a famigerada regulamentação da transposição tão aguardada pelos servidores públicos do Estado de Rondônia. Na última reunião os tecnocratas da AGU e do Ministério do Planejamento começaram a ceder e aceitar incluir os servidores nomeados até o ano de 1991.</p>
<p><strong> Armadilha</strong><br />
O próximo gargalo a ser vencido pelos sindicalistas é a forma pela qual os transpostos para os quadro da União vão conseguir seus reajustes salariais. A preocupação tem sentido porque no caso de Roraima e Amapá, após a transposição para um quadro em extinção, os salários foram achatados e os servidores ficaram sem receber os mesmos aumentos dados aos colegas de carreira da União. Esta é a armadilha a ser desarmada na regulamentação.</p>
<p><strong>Incontinência</strong></p>
<p>O senador Ivo K-Sol (PP), com sua incontinência verbal, foi alvo neste final de semana de matérias acerbas das principais revistas nacionais por defender o 14º e 15º salário aos seus pares. Quem conhece os meandros do Congresso Nacional e da grande mídia sabe que a defesa do senador rondoniense pelas sinecuras do Senado vão lhes causar ainda muita manchetes ácidas toda vez que abrir a boca na defesa de algo polêmico. Ficou marcado pela incontinência verbal.</p>
<p><strong>Boquirroto</strong></p>
<p>K-sol não entendeu ainda que os holofotes da capital federal não combinam com as bravatas que se acostumou a falar pelas andanças em Rondônia. Aqui, parte da mídia era complacente com as declarações atabalhoadas do ex-governador. Em Brasília, toda a imprensa é implacável com os discursos de senador boquirroto.</p>
<p><strong>Conluio</strong><br />
Não passou despercebido desta coluna a entrevista dada numa emissora de rádio pelo deputado estadual Ribamar Araújo (PT) ao explicar as razões pelas quais decidiu renunciar à Comissão na Assembleia Legislativa que vai analisar a cassação dos parlamentares envolvidos nos malfeitos da &#8216;Operação Termópilas&#8217;. De acordo com o parlamentar, há um conluio dos membros da Comissão para cassar Valter Araújo (o que é justo) e salvar os demais envolvidos.</p>
<p><strong>“Jabá”</strong></p>
<p>Na mesma entrevista, Ribamar Araújo também acusou alguns dos pares de receber um &#8216;jabá&#8217; (jargão jornalístico que designa dinheiro) na eleição que escolheu o deputado evadido Valter Araújo para presidência do Legislativo Estadual. Nos bastidores a denúncia sempre foi ouvida, mas sem provas. Esta é a primeira vez que alguém da própria Assembleia faz a denúncia. Ele não poupou nenhum dos deputados envolvidos.</p>
<p><strong>Ameaça</strong></p>
<p>Ao invés de investigar a denúncia feita por Ribamar Araújo a Comissão de Ética ameaça abrir um procedimento contra o<br />
denunciante, achando que com assim abafa as acusações que pesam sobre os oito colegas.</p>
<p><strong>Tragédia</strong><br />
Na legislatura passada algo parecido aconteceu: quando parlamentares foram flagrados pela lentes do Fantástico cobrando &#8216;jabá&#8217; ao então governador e escaparam da cassação. Mas não impediram que o eleitor cassasse quase todos que concorreram a um novo mandato. A história está para se repetir.</p>
<p><strong>Renúncia</strong></p>
<p>O deputado petista Ribamar Araújo tem seus pecados e suas contradições. Fala grosso quando lhe convém e tenta se distinguir dos demais políticos jurando não chafurdar no mesmo lodaçal. Ainda não há registro concreto de que o parlamentar esteja envolvido em algum malfeito. É uma pessoa difícil no trato e inconfiável na relação partidária, o que não desabona a sua conduta moral nem o seu mandato parlamentar. Como se julga um destemido dos poderosos e diferente dos pares, a renúncia da Comissão processante pode não ter sido a melhor forma de exercer suas funções nem o seu desiderato. Aliás, na política, a renúncia nunca é bem vista. Seja ela qual for. Ainda mais quando ela afeta prerrogativas. PMDBDespertou gargalhadas à platéia presente no Diretório Estadual do PMDB, sábado passado, quando o filiado Ivani Cavalheiro disse que as pesquisas lhes dão o percentual de quatorze por cento das intenções de votos. Os percentuais dito por Cavalheiro eram para justificar sua pretensão em disputar com José Augusto a indicação do PMDB para concorrer a sucessão municipal de Porto Velho. Os pouco mais de cento e cinquenta presentes ao evento, conforme verificou a coluna, menos de dez pessoas (não é percentual) conheciam o pretenso candidato. Dos dez que o conheciam nenhum deles declarou que apoiava Ivani Cavalheiro. O que justificou as gargalhadas. Precedentes Ivani Cavalheiro, segundo o site do TRE, já colocou o nome numa disputa eleitoral. Foi candidato a vereador no município de Ji-Paraná pelo PMDB sem lograr êxito. Os votos recebidos em Jipa foram tão ínfimos que sequer figuraria numa suplência em Porto Velho. Nem José Augusto, preferido da maioria dos diretorianos, é bom de urna. Encolhendo O PMDB na capital não tem nomes competitivos nem vistosos, isso não significa que deixe de experimentar aquele que quer levar a legenda as urnas.E José Augusto diz que quer e está motivado, podendo, inclusive, melhorar sua performace em urna. Com candidatura própria o PMDB pode aumentar a representação na Câmara Municipal. A reboque do PT nunca vai conseguir se firmar e corre o risco de encolher ainda mais a representação da edilidade no legislativo mirim.</p>
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		<title>Coluna da Mara: Suas Excelências e o eleitor</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A cada legislatura a Assembléia de Rondônia se esmera no campeonato da degenerescência. De quatro em quatro anos, a corrida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada legislatura a Assembléia de Rondônia se esmera no campeonato da degenerescência. De quatro em quatro anos, a corrida ao voto do eleitor  resulta não na oferta de um parlamento a altura dos desafios de um estado complexo e em formação, mas na associação de um clube com 24 sócios totalmente aptos &#8211; em sua grande maioria &#8211; a avançar sobre os recursos públicos de forma predatória e criminosa, utilizando-se de instrumentos e vantagens conferidas pelo exercício do cargo de deputado. </p>
<p>O trabalho de Suas Excelências é bastante facilitado, ademais, pela inanição do eleitorado em acompanhar a vida pública dos eleitos. Não há interesse, a menos que o clube disputasse um FLA x FLU, por uma simples razão: o eleitor nem se lembra qual o candidato a deputado estadual, federal ou senador levou seu voto.  Pior: não se deu ao trabalho de investigar, no meio do turbilhão de promessas, sorrisos, ofertas indecentes e abuso econômico das campanhas, a ficha dos candidatos.           </p>
<p>Expie (e) leitor sua culpa, antes de se colocar de maneira absurdamente raivosa contra os sete parlamentares acusados de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico de influência, extorsão, falsidade ideológica, peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro, uns mais outros menos enredados na lista total de crimes investigados pela Operação Termópilas. O leite derramado está, e o assalto ao dinheiro da Saúde foi consumado.   </p>
<p>O desinteresse pelas eleições para o Senado, Câmara e Assembléias Legislativas é fenômeno nacional, longe de ser exclusividade rondoniense, o que  é confirmado por diversas pesquisas de opinião. Lógico que isso afeta a qualidade dos parlamentos, e no caso de Rondônia o que se assiste é a mais completa e degradante democracia representativa, de nenhuma utilidade para a população.   </p>
<p>Nessa legislatura, só 8 (1/3) dos 24 deputados não registram processo judicial em sua ficha. Há de tudo: ação por compra de votos; ação de investigação judicial por captação ilícita de sufrágio; ação penal por uso de documento falsificado; ação penal por desvio de dinheiro dos cofres da Assembléia para pagamento de passagens a familiares (envolvendo vários deputados); ação penal (com vários réus no caso) por formação de quadrilha e peculato (Operação Dominó); ação por improbidade administrativa etc.  </p>
<p>O campeonato de processos judiciais é ganho por Marcos Donadon (PMDB), no 5º mandato; Valter Araújo (PTB), 2º mandato e Maurão de Carvalho (PP), 4º mandato. Celebridades do malfeito na mídia local e nacional, gente que deveria ter fundado o clube noutro lugar. Quis o soberano eleitor que fosse na Assembléia Legislativa, há tempos, com prejuízos incalculáveis para quem precisa de políticas públicas na saúde, educação, segurança pública.     </p>
<p>Uma coisa é certa: a qualidade do legislativo rondoniense só vai mudar quando mudar também a qualidade do voto.</p>
<p><strong>Campeonato de 2014</strong></p>
<p>No campeonato de 2014, que ninguém se engane: as Excelências encrencadas com a lei mas absolutamente indiferentes a ela por sua perversão e vocação plena ao crime irão novamente se servir da omissão e inanição de parte do eleitorado.</p>
<p><strong>Transparência Brasil</strong></p>
<p>O melhor a fazer é se manter bem informado, para não votar errado de novo.  O portal da ONG Transparência Brasil (<a href="http://www.transparencia.org.br/">www.transparencia.org.br</a>) traz tudo sobre a vida de Suas Excelências. O número do inquérito da Operação Termópilas, desencadeada em 18 de novembro, já está no raio-x dos sete deputados de Rondônia. Radiografadas também estão sua variação patrimonial, bens declarados à Justiça Eleitoral, produção legislativa etc.</p>
<p><strong>O chefe</strong></p>
<p>Da lavra do juiz Sansão Saldanha sobre o chefe do clube, Valter Araújo: “Embora se apresente como parlamentar, a constatação faz crer que de fato é proprietário e dono de empresas prestadoras de serviços para órgãos públicos, onde se desenvolvem a corrupção. Por isso, o referido assume a posição de líder no planejamento das inúmeras atividades tidas como delituosas, e conduz os demais integrantes do grupo, que o seguem passo a passo”. Perfeito para sócios “ harmônicos e coesos”, nas palavras do juiz, na intenção de praticar os delitos.</p>
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		<title>Resenha política por Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 13:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Enxuto

Após os acontecimentos que abalaram o mundo político estadual, atingindo visceralmente o coração do Poder Legislativo e refletindo feito no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Enxuto<br />
</strong><br />
Após os acontecimentos que abalaram o mundo político estadual, atingindo visceralmente o coração do Poder Legislativo e refletindo feito no Executivo Estadual, com a amplamente divulgada operação &#8216;Termópilas&#8217;, o governador Confúcio Moura veio a público e escreveu no seu Blog aquilo que evitou ler durante a coletiva: vai se livrar dos  problemáticos e enxugar a máquina administrativa. Um bom começo para acertar. Todos torcem afavor. Basta trabalhar mais e escrever menos.</p>
<p>Sinalização</p>
<p>A nota que o governador rondoniense leu foi um horror para quem agora fala em relações políticas republicanas entre os poderes e seus liderados. Já a que redigiu no BLOG contém alguma substância e sinaliza (finalmente) para mudanças efetivas de rumo no seu modo &#8216;confusionista&#8217; de governar. O problema é saber: entre o Confúcio blogueiro e o Confúcio governador qual deles aprendeu com a crise e em qual devemos acreditar.</p>
<p><strong><br />
Avisado</strong></p>
<p>Coube ao jornalista Alan Alex (escriba da boa coluna Panorama Político), ainda na primeira entrevista concedida pelo governador eleito Confúcio Moura, inquirir sobre a nomeação de José Batista. Moura negou a nomeação de forma ríspida e anunciou que seus colaboradores seriam convocados pelo critério meritório. Aviso é o que não lhe faltou.</p>
<p><strong>Pressão<br />
</strong><br />
O governador chegou a convidar pessoalmente Williams Pimentel (atual secretário municipal de saúde da capital) para assumir a titularidade da Sesau. Mandou um emissário desconvidar depois que um grupo de parlamentares (capitaneado exatamente por Valter Araújo), a pedido de Batista, pressionou para que Pimentel não assumisse. O episódio foi testemunhado por várias pessoas e aconteceu no escritório do Porto.</p>
<p><strong>Reforma</strong></p>
<p>O governador deveria aproveitar as circunstâncias para antecipar e promover a reforma no seu secretariado. A coluna apurou que a intenção é fazer algumas poucas mudanças anteriormente divulgadas, a exemplo da Sejus. Falam nos bastidores que um assessor de menor escalão, mas adepto de muito barulho, aboletado no Palácio, deverá desocupar a “moita&#8217; e ser transferido para outro setor. Longe do Palácio.<br />
<strong><br />
Aviação</strong></p>
<p>O Executivo Estadual também teria decidido anular o processo de contratação de aeronaves que serviriam ao governo. A coluna não descobriu os motivos pelos quais ensejaram a anulação, mas na boca miúda o processo havia virado tema de ilações complicadas. Além de chacota.</p>
<p><strong>Exonerações</strong></p>
<p>Um colaborador privilegiado do governador revelou à coluna que no decorrer da semana o Diário Oficial do Estado vai publicar muitas exonerações. A princípio a lista conterá o nome de pessoas que o governo identificou como “inadequadas” para as funções republicanas e outras por desnecessárias à administração.</p>
<p><strong><br />
Epílogo</strong></p>
<p>Há quem advogue ao governador para que convide apenas técnicos para ocupar os cargos do primeiro escalão vagos após a operação &#8216;Termópilas&#8217;, especialmente de outras praças. Nada contra a meritocracia, mas importar gente que sequer conhece a máquina e a realidade rondoniense é temerário. O governador Jerônimo Santana optou por este caminho: trouxe um Garanhão (chegou a declarar que queria dez) e terminou o governo feito um pangaré. Epílogo: foi banido da política rondoniense.</p>
<p><strong>Escalado</strong></p>
<p>O deputado estadual Edson Martins (PMDB) é um dos nomes a ser anunciado pelo governador para compor o primeiro escalão. O parlamentar tem feito chegar ao palácio que tem interesse na pasta da Agricultura, ocupada atualmente pelo petista Anselmo de Jesus. Martins está na bica da Justiça Eleitoral para perder o mandato.</p>
<p><strong>Remoção</strong></p>
<p>Confirmando-se a nomeação de Edson Martins para a Secretaria de Agricultura, o atual secretário, Anselmo de Jesus, deverá ser removido para o Instituto de Terras de Rondônia que, segundo consta, aguarda ainda a aprovação pela Assembleia Legislativa. Com a também remoção da turma de Valter Araújo da mesa daquele Poder facilitaria a vida do Governo e a possível aprovação.<br />
<strong><br />
Espelho</strong></p>
<p>Aliados do governador esperam que ele se livre de um outro adjunto antes que surjam novos dissabores. Quem deve estar rindo à toa com os acontecimentos é o senador Ivo K-Sol. Nos últimos dias o parlamentar participou de vários programas de rádio e TV e desceu a lenha no primeiro escalão estadual.<br />
<strong><br />
Alternativa<br />
</strong><br />
Com o nome envolvido nas supostas estripulias de Valter Araújo, a deputada Epifânia Barbosa (presidente estadual do PT) perde fôlego na disputa interna contra a ex-senadora Fátima Cleide na escolha do candidato do PT a prefeito de Porto Velho. Epifânia é pupila e a preferida do prefeito Roberto Sobrinho para sucedê-lo. A alternativa agora é apostar as fichas na limpa Fátima Cleide.</p>
<p><strong>Estímulo</strong></p>
<p>Pelo BLOG o governador passou a criticar o uso de viagens e diárias de parte dos colaboradores comissionados em visitas a outros Estados. Moura sugere a utilização da internet como forma de informação sobre os bons projetos desenvolvidos nos estados para serem implementados em Rondônia. Mas verificando as postagens antigas do BLOG veremos o próprio missivista estimulando e despachando colaboradores para outros rincões em busca de projetos inovadores. Em algumas dessas viagens ele próprio acompanhou os assessores. Não recordo se na época a internet dos órgãos públicos estava desativada. Será que estava ou as viagens eram imprescindíveis?<br />
<strong><br />
Coxias<br />
</strong><br />
A troca de farpas entre o senador K-Sol e a direção do PT de Rondônia cada dia esquenta. Nas coxias do poder todas sabem que os impropérios ditos e replicados por um e por outro escondem a luta fratricida pela indicação do dirigente das Centrais Elétricas. Os petistas querem manter no cargo Inácio Azevedo e o senador tem pressionado para indicar um diretor de sua confiança.</p>
<p><strong><br />
Voltando<br />
</strong><br />
O suplente de deputado federal Amir Lando (PMDB), depois de um longo tempo distante do eleitor rondoniense, voltou ao estado e aguarda a convocação da Câmara Federal para assumir a vaga no lugar do deputado federal Natan Donadon (PMDB). Com a posse de Marcos Rogério (PDT) em substituição a Lindomar Garçon (PV), agora cassado, Lando passou a ser o primeiro suplente da coligação PMDB, PDT, DEMO e PCdoB.</p>
<p>S<strong>eca pimenteira</strong></p>
<p>Esta deverá ser a segunda vez que Amir Lando assume um cargo no Congresso Nacional depois que o titular da vaga foi alvejado. Na primeira assumiu o Senado Federal após o titular, Olavo Pires, ser alvejado por balas de metralhadora. Agora, deverá assumir após a consumação da cassação de Donadon. Pelo clima macabro com que é alçado aos cargos eletivos, não é um bom negócio se eleger numa coligação tendo Lando na suplência. Dizem que basta ele olhar para um pé de pimenteira para a plantinha secar.</p>
<p><strong><br />
Procrastinação</strong></p>
<p>É possível perceber uma nova crise política se avizinhando por falta de uma definação do Executivo Estadual em relação as demandas salariais da Polícia Militar. Ao procrastinar um acordo o governo acente de vez o estupim de um setor neuvrálgico e essencial a seguranda dos cidadãos.</p>
<p><strong>Lero</strong></p>
<p>Com a área de Saúde em frangalhos e a Segurança podendo se amotinar, restará ao governo rezar para que a Educação não siga o mesmo exemplo. O governo tem dialogado, mas falta objetividade e uma contra-proposta exequível que atenda parte das demandas requeridas. Os barnabés estão fulos da vida com lero lero!</p>
<p><strong>Transposição</strong></p>
<p>Caso os sindicatos não pressionem com mais afinco o Governo Federal, a lista dos servidores estaduais aptos a serem transpostos para os quadros da União não ficará pronta tão cedo. Saltam aos olhos o corpo mole que vem sendo feito pelo Ministério do Planejamento quando o assunto é a transposição rondoniense. Uma reunião agendada hoje (22) com a ministra Mirian Belchior para tratar do assunto foi cancelada sem nenhuma justificativa plausível.<br />
<strong><br />
Carta<br />
</strong><br />
Esta coluna teve acesso a uma carta protocolada no Palácio do Conselheiro Federal do CFM, Hiram Gallo, destinada ao governador qaue merecia ser divulgada. Nela ele prenunciava os problemas que afetam a Secretaria de Saúde. Um primor a missiva. Se Dr. Gallo autorizar, publico na proxima coluna.</p>
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		<title>Resenha política por  Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 20:31:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Blefe</p>
<p>O anúncio feito antecipadamente pelas legendas PSDB, PV e PR de que formaram uma aliança para juntarem forças nas eleições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Blefe</strong></p>
<p>O anúncio feito antecipadamente pelas legendas PSDB, PV e PR de que formaram uma aliança para juntarem forças nas eleições municipais de 2012 é no mínimo uma precipitação. Nenhum dos caciques que firmaram tal compromisso e que assinaram uma ata (não tem valor jurídico nenhum) podem garantir sete meses antes das convenções partidárias que estarão juntos nas eleições municipais. É blefe para aumentar o valor do cacife.<br />
<strong><br />
Confidência<br />
</strong><br />
Numa conversa com esta coluna há quinze dias o ainda deputado federal Lindomar Garçon (PV) revelou que tem conversado com o presidente do PMDB para somar com seu PV nas eleições municipais. Confidenciou ainda que deverá pleitear um cargo de assessoramento no governo que dispense ordenar despesas (alegou que não quer cair em tentação e ser fisgado no futuro pela lei da ficha limpa).</p>
<p><strong>Contumaz</strong></p>
<p>Anteontem, numa reunião ao lado de Expedito Junior e Miguel de Souza, Lindomar Garçon anunciou solenemente apoio aos projetos do PR e PSDB. Ou mentiu para o repórter ou para os tucanos e republicanos. Mas mentiu, pode ser que daqui a sete meses tenha que repetir uma nova mentira. Aliás, mentir na seara política é algo corriqueiro. Porém, reprovável.</p>
<p><strong>Maracutaia<br />
</strong><br />
Dizem pelos corredores do Congresso Nacional que a manobra feita pelo deputado federal Inocêncio Oliveira (DEMO-PE) para impedir a posse de Marcos Rogério (PDT-RO) na vaga de Lindomar Garçon (PV-RO) foi para que o parlamentar Verde possa permanecer no cargo até o final do mês, tempo suficiente para que consiga empenhar as emendas individuais. As emendas parlamentares têm sido o alvo das maiores maracutaias ocorridas em Brasília, segundo os órgãos de fiscalização e controle.</p>
<p><strong>Limbo</strong></p>
<p>Não há como a Câmara Federal impedir por muito tempo a posse de Marcos Rogério na vaga de Lindomar Garçon (exceto por manobras com prazo de validade). Garçon está sendo apeado do cargo de forma nebulosa (nas urnas foi bem votado e aprovado) e sabe que vai ser obrigado a firmar acordos para se manter na mídia e sair do limbo. Isso pode significar ser obrigado a ficar fora da titularidade da disputa municipal para garantir seu retorno ao Congresso Nacional.</p>
<p><strong>Traído</strong></p>
<p>Anúncio pomposo de juntar legendas para formar uma coligação com inúmeros partidos e em seguida ser abandonado tem se tornado um carma na carreira política do presidente do PSDB de Rondônia, Expedito Junior. Alguns meses antes das convenções para escolha dos candidatos a governador, Junior fez um anúncio semelhante e terminou sendo abandonado por muitos que haviam se comprometido a apoiá-lo. O PSB de Mauro Nazif, por exemplo, largou a candidatura do tucano no dia da convenção: após uma conversa pé de ouvido com os petistas. Portanto&#8230;</p>
<p><strong>Provocação</strong></p>
<p>Já tem se tornado rotina os impropérios ditos pelo senador licenciado Ivo K-Sol (PP) em direção ao governo de Confúcio Moura. Algumas críticas são consequentes pela inércia em melhorar alguns setores, especialmente nas áreas de saúde e educação. O problema é que o senador e ex-governador aponta os erros do sucessor como se não tivesse alguma culpa da crise instalada nestas duas áreas.</p>
<p><strong>Inconsequente</strong></p>
<p>Quanto à antecipação da disputa de 2014, é inconsequência pura as provocações do ex-governador K-Sol. Por duas vezes teve a chance de resolver os gargalos da saúde e educação. Optou em pavimentar estradas, perseguir quem o criticava (dizem que chegou a lotar um servidor debaixo de uma mangueira) e aprofundou a crise na saúde e educação. Se elegeu senador, mas não conseguiu das urnas o resultado que propalava por aí que alcançaria. Levou um susto na própria eleição e uma sova na do pupilo escalado a lhe suceder. As novas críticas não merecem respostas. Em 2014, as urnas falarão por si novamente. Aguardemos!</p>
<p><strong>Greve</strong></p>
<p>Analisando a fundo a principal reivindicação do movimento paredista da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) verificar-se-á que não se sustenta por mais tempo a greve. Inicialmente anunciaram que faltava de papel higiênico a segurança nos &#8216;Campi&#8217;. Um representante do MEC esteve em Rondônia e a principal pauta de reivindicação é a renúncia do reitor eleito por eles mesmo. Isso há menos de um ano atrás.</p>
<p><strong>Grito</strong></p>
<p>A renúncia é um ato pessoal e pela carta enviada à Assembleia Legislativa o reitor Januário do Amaral garante que não está nos seus planos renunciar. Alunos e professores amotinados elencam uma série de malfeitos da atual reitoria e por esta causa querem a renúncia. O problema é que nas denúncias feitas até o momento nem o MEC nem o Judiciário verificaram elementos robustos que justificassem o afastamento. No grito o problema não se resolve.</p>
<p><strong>Legitimidade</strong></p>
<p>Numa entrevista dada por um representante do movimento paredista, alegou-se que não há legitimidade na eleição de Januário Amaral porque teria perdido no corpo discente e dos servidores. Uma falácia. Quem disputou as eleições universitárias sabia que o voto nas universidades públicas brasileiras (Rondônia não é exceção) não é paritário e o peso maior dos votos é do corpo docente (seguindo uma proporcionalidade anteriormente estabelecida). Ademais, no segmento discente Januário ainda arrastou em seu favor um percentual expressivo dos que compareceram às urnas. Legitimidade não lhe falta.</p>
<p><strong>Perpetuação</strong></p>
<p>Alguns amotinados também sustentam que Januário Amaral está na administração da Unir há nove anos consecutivos. Ora, outra falácia, ao que se sabe é que os anos seguidos de mandato foram adquiridos pelas urnas e com as regras que disciplinam as escolhas dos reitores. Entretanto, quem elegeu Januário do Amaral foram os próprios professores, alunos e servidores da Unir. Quem pariu Mateus que o crie, como diz um senador romano.</p>
<p><strong>Desgaste<br />
</strong><br />
Quanto ao desgaste político da atual gestão já comentamos na coluna passada. Na deflagração da greve faltou a sua magnificência a mesma habilidade que ostentou para conseguir sua recondução à reitoria. Está faltando avaliar melhor ainda a forma para solucionar o impasse. Eternamente é que não vão ficar em greve. A coluna acredita que a intervenção ainda é a melhor solução. Sem eleições imediatas, senão as ânimos se acirram e o caos toma conta da Unir de vez. Não adianta colocar alguém sem capacidade de dialogar com as autoridades federais, caso contrário as coisas desandam de vez. Os atuais líderes da greve estão igualmente desgastados. E com discursos em desuso.</p>
<p><strong>Incongruência</strong></p>
<p>Um dos líderes da greve (aluno da medicina) está cursando normalmente as aulas e se forma mês que vem. Uma greve tem seus custos, entre eles, a eventual perda do semestre. Não há nenhuma justificativa plausível para um dos líderes do movimento discursar nas assembleias pela manutenção da greve e, ato contínuo, cursar normalmente seu curso. Nem que fosse estágio supervisionado. Greve é greve.</p>
<p><strong>Concursos</strong></p>
<p>Entre as denúncias a que mais chama a atenção são as supostas fraudes em concurso para docência. Para que alguém possa ser aprovado num concurso público de uma Universidade Federal, além da prova escrita que é eliminatória, o candidato é submetido à arguição de uma banca formada por três professores, entre mestres e doutores. Se forem constatadas tais denúncias recairão sobre os membros da banca as eventuais penalidades.</p>
<p><strong>Confissão</strong></p>
<p>O reitor José Januário somente responderia pelas supostas fraudes nos concursos na hipótese de ser membro da banca ou que reste comprovado que deu ordens para que as fraudes fossem perpetradas. Ainda assim, exigiria uma delação premiada para que algum membro das bancas confessasse tais crimes. No momento o que existem são suposições e não evidências.</p>
<p><strong>Saia justa</strong></p>
<p>A ex-senadora Fátima Cleide (PT) passou a adotar a mesma tática (cada um responde por seu CPF) do ex-governador K-Sol (PP) para sair da &#8216;saia justa&#8217; quando instada a explicar as denúncias feitas por parlamentares e que pesam sobre a administração do &#8220;companheiro&#8221; Roberto Sobrinho, prefeito da capital. Faltou originalidade a ex-senador, além de coragem para comentar as acusações. Como diz o adágio popular: &#8216;Pimenta no (&#8230;) dos outros é refresco&#8217;.<br />
<strong><br />
Sem qualidade<br />
</strong><br />
O médico Rodrigo Almeida, presidente do Sindicato dos Médicos de Rondônia, revelou o que todo mundo já sabia: o atendimento da saúde pública é de segunda qualidade. A culpa não fica circunscrita apenas aos governantes não. As entidades médicas deveriam também verificar a qualidade ofertada pelo setor privado que chegarão a mesma conclusão, com algumas poucas exceções. Nem os planos de saúde escapam dessa lista. O jeito é rezar pra não adoecer.</p>
<p><strong>Críticas<br />
</strong><br />
O governador tem culpado setores (entidades médicas, servidores da saúde e parlamentares) pela má gestão dos hospitais estaduais. Pelo Blog chegou acusar esses segmentos de retrógrados por recusarem a proposta de repassar a gestão para entidades filantrópicas e ONGs. Justifica que em outros estados, sob a responsabilidades dessas organizações, a saúde funciona que é uma beleza. Lorota. As UPAs no Rio de Janeiro (inicialmente elogiada) começa a emitir sinais de ineficiência. Casas de Saúde filantrópicas funcionam graças as benesses da &#8216;viúva&#8217;. Ano passado o INCOR quase fecha as portas por administrações temerárias. Igualmente a Beneficiência Portuguesa. No Distrito Federal, onde a Sara já foi referência, o próprio governador reconhece que o que assola na área é o caos.</p>
<p><strong>Vespeiro</strong></p>
<p>A verdade é que Confúcio Moura e seus auxiliares procuram uma brecha jurídica para se livrar dos encargos sociais que a legislação brasileira concede aos barnabés. O que o governador não pode esquecer é que todos os seus antecessores que brigaram com as categorias perderam as eleições. Confúcio Moura foi deputado federal por três legislatura e não apresentou um projeto sequer para corrigir as distorções no serviço público que ele hoje tanto demoniza. Mexer enquanto governador neste vespeiro é pedir pra se picar. Com a composição do atual Poder Legislativo o Executivo não aprovaria nenhuma proposta que retirasse direitos trabalhistas dos funcionários público estadual. Nesse sentido, insiste pelo atalho de entregar a saúde aos organizações privadas. Os blogueiros encrustados nas entranhas do serviço público estão abespinhados e de olho vivo nas movimentações do governo e na leitura do Blog do Confúcio.</p>
<p><strong>Letargia</strong></p>
<p>Ao se candidatar Confúcio Moura conhecia a miúde os gargalos da saúde. Quando respondeu pela Secretaria fez um belo trabalho que o projetou na carreira política. Bastaria apenas que exigisse dos subordinados que aboletou na pasta a mesma presteza.  O problema, segundo seu Blog, está na gestão dos recursos disponíveis (financeiros e humanos). Bastaria colocar no setor alguém com o mesmo perfil do então Secretário Confúcio Moura que a coisa poderia deslanchar. Ou não?</p>
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		<title>Resenha política por Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 19:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Lorota
As ameaças feitas pelo PPS e PT contra o deputado federal Moreira Mendes e
o estadual Hermínio Coelho por deixarem as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lorota</strong><br />
As ameaças feitas pelo PPS e PT contra o deputado federal Moreira Mendes e<br />
o estadual Hermínio Coelho por deixarem as respectivas legendas e se filiarem ao PSD não passam de uma lorota.</p>
<p><strong>Exceção</strong><br />
PPS e PT dizem que vão à justiça para recuperar os mandatos dos dois<br />
parlamentares infiéis e, consequentemente, a cassação de ambos. Na verdade a lei permite a ida de parlamentares eleitos por uma legenda para uma outra recém-criada sem que isto implique na perda do mandato por infidelidade partidária. É uma exceção existente na regra eleitoral vigente. Por isto a ameaça é lorota pura!<br />
<strong><br />
Castelo caiu</strong><br />
A queda de Sérgio Castelo Branco da presidência da Companhia de Águas e<br />
Esgotos de Rondônia (CAERD) já era aguardada nos meios políticos pela falta de conhecimento da área e por entrar em atritos com setores importantes do governo. O Castelo caiu por culpa dele mesmo. E por uma dose de arrogância. Ele inicialmente sonhava ser guindado à titularidade da Secretaria de Segurança Pública. Terminou exonerado pelo BLOG de forma humilhante.<br />
<strong><br />
Qualificada</strong><br />
Para evitar disputas partidárias pela vaga aberta com a queda do Castelo<br />
o governador Confúcio Moura indicou imediatamente para substituí-lo<br />
a paraibana Márcia Cristina Luna, engenheira dos quadros da própria<br />
Companhia. Uma solução técnica e inteligente encontrada pelo nosso oráculo antes que uma crise se instalasse naquelas bandas.<br />
Trata-se de uma profissional da melhor qualidade e com as melhores qualificações.<br />
<strong><br />
Visita</strong><br />
A convite do Diretor Geral, este colunista visitou a sede do Departamento<br />
de Estradas e Rodagens (DER) e ouviu por duas horas ininterruptas uma<br />
explanação de Lucio Mosquini (Diretor) sobre os projetos do atual governo<br />
para manter nossas estradas em estado digno de serem transitadas. Além de<br />
outros projetos de rodovias.</p>
<p><strong>Nova rodovia</strong><br />
A malha viária rondoniense é imensa e com problemas diversos, mas, pelo que foi dito, possível de solução. O que impressiona é o projeto em andamento da construção de uma nova rodovia que começara do Cone Sul a Guajará-Mirim. Um colosso. Resta aguardar pra ver se sai do papel. Mosquini garante que sim. Tenho dúvida devido aos custos e aos entraves ambientais que devem surgir assim que for anunciado o seu traçado.</p>
<p><strong>Barulho</strong></p>
<p>Até os &#8216;candirus&#8217; do Madeira sabem o que significa pavimentar uma rodovia<br />
perto de reservas ambientais e estações biológicas. Sem falar nos hermanos<br />
silvícolas. Vai ser uma gritaria geral dos ambientalistas contra o projeto. Em todo caso: há um custo a ser pago pelo progresso e pelo conforto. Isso não<br />
importa em desrespeitar de forma vulgar e criminosa a legislação ambiental de Rondônia. Minimizando os impactos é possível que os gritos nem surtam efeitos.</p>
<p><strong>Procrastinação</strong><br />
Um pedido de vista feito pelo deputado federal Inocêncio Oliveira (DEMO-<br />
PE) ao requerimento interposto junto a Mesa da Câmara Federal por Marcos<br />
Rogério (PDT) para que seja empossado na vaga de Lindomar Garçon (PV),<br />
apenas procrastinou a defenestração do parlamentar do Partido Verde de<br />
Rondônia. Não há mais nenhum recurso judicial disponível a Garçon para<br />
reverter a perda do mandato.<br />
<strong><br />
Impasse</strong><br />
O movimento paredista da Unir segue sem uma solução a curto prazo. Os<br />
amotinados exigem a renúncia do reitor eleito para retomar a sala de aula.<br />
Já o magnífico diz que não vai sair no grito e acusa os dirigentes que querem<br />
desalojá-lo do cargo de golpistas. De acordo com Januário, os &#8216;cabeças&#8217; do<br />
movimento foram derrotados por ele nas últimas eleições para reitor e que as<br />
denúncias feitas estão sendo averiguadas por uma comissão do MEC. Criou-se aí o impasse.</p>
<p><strong>Desgaste</strong><br />
Ambos os lados têm suas razões, o problema é que o calendário acadêmico<br />
está chegando ao fim e novas turmas de universitários devem ser convocadas a ingressar na Unir no início do ano que se avizinha. Politicamente o atual reitor está desgastado e dificilmente terá condições de concluir seu mandato sem sobressaltos, apesar das alegações de que é um movimento político com o único caráter de apeá-lo do cargo desrespeitando as urnas.<br />
<strong><br />
Hostilidade</strong><br />
Com o impasse é possível que o final desse imbróglio na Unir termine numa<br />
intervenção por uma prazo elástico até que a normalidade seja restabelecida, haja vista que uma nova eleição imediatamente somente aumentaria o clima hostil que se enraizou em nossa Universidade Federal.<br />
<strong><br />
Malefícios</strong><br />
Ninguém gosta de intervenção em tempos democráticos, mas o impasse e a<br />
radicalização instalada na instituição são mais maléficos para toda comunidade acadêmica.<br />
<strong><br />
Sintero</strong><br />
Independente de qual chapa saia vitoriosa hoje nas eleições para a direção<br />
do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado de Rondônia (Sintero)<br />
o principal derrotado será o próprio sindicato. Quem assistiu a campanha<br />
das duas chapas percebeu que as acusações mútuas escondem interesses<br />
contrariados e outros inconfessáveis. O professor que é compelido a contribuir com o famigerado imposto sindical e alheio às virulentas brigas é quem perde com uma entidade que a cada dia definha. Tanto a chapa 1 quanto a 2 representam projetos políticos em detrimento dos interesses de seus filiados. Apesar de escamotearem esta realidade com mentiras na mídia.</p>
<p><strong>Enxugamento</strong><br />
O Incra encaminhou ao Palácio do Planalto uma proposta com mudanças<br />
estruturais para enxugar suas funções e tentar acelerar o programa de reforma agrária. O programa vem sendo criticado pelos movimentos sociais devido a sua lerdeza nesse primeiro ano do governo da presidente Dilma Rousseff.</p>
<p><strong>Tabus</strong><br />
Dentre as alterações em debate há dois assuntos tabus: a atualização de<br />
índices de produtividade (definem quais fazendas podem virar assentamentos) e a diminuição dos juros embutidos em processos em que fazendeiros questionam valor pago pelo Estado em desapropriação.</p>
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		<title>Resenha política por Robson Oliveira</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/destaque/resenha-politica-por-robson-oliveira-15/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 12:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Adiado
Não deverá haver nenhuma mudança no primeiro escalão do Governo antes
do final do ano. Pelo menos é o que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Adiado</strong><br />
Não deverá haver nenhuma mudança no primeiro escalão do Governo antes<br />
do final do ano. Pelo menos é o que a coluna apurou junto a um assessor<br />
palaciano. De acordo com a fonte, Confúcio Moura quer administrar os<br />
problemas governamentais e os egos até o início de 2012 sem exonerar<br />
nenhum secretário. Mas é certo que, entre janeiro e fevereiro, quatro<br />
colaboradores devem ser trocados por não corresponderem às funções. Em<br />
se tratando do nosso oráculo, é melhor ficar com um olho no padre e o outro<br />
na missa, já que nada é surpresa.<br />
<strong><br />
Quase&#8230;</strong><br />
Outro dia, por pouco, o governador não convocou o ex-deputado estadual<br />
Silvernani Santos (Demo) para assumir um importante cargo no palácio<br />
Getúlio Vargas. Ainda são desconhecidos os motivos pelos quais desistiu de<br />
convocar o cardeal do &#8216;Demo&#8217;.<br />
<strong><br />
Aquinhoados</strong><br />
Aliás, os Democratas são os militantes partidários mais aquinhoados no<br />
governo peemedebista de Confúcio Moura. Eles comandam o IPEM, os<br />
Portos, a Saúde, entre outros penduricalhos. Administram um boa fatia<br />
governamental mesmo sendo o partido que mais encolheu no país e em<br />
Rondônia.</p>
<p><strong>Limbo</strong><br />
Pelos nomes que dispõem para 2012, dificilmente os Democratas elegem<br />
alguém na disputada eleição municipal rondoniense. Nem em Ariquemes,<br />
onde vai as urnas pela reeleição o atual alcaide. Nem em Ji-Paraná,<br />
reduto eleitoral de José Bianco, principal cacique na legenda. A saída é<br />
se coligar com candidatos majoritários mais densos para salvar algumas<br />
candidaturas proporcionais senão sucumbem nas urnas e nos espaços<br />
políticos conquistados.</p>
<p><strong>Satisfação</strong><br />
Num evento ocorrido na semana passada no Centro de Treinamento da<br />
Emater, em Ouro Preto do Oeste, ocasião em que discutia algumas saídas</p>
<p>para a questão fundiária rondoniense, o governador revelou que está<br />
satisfeito com as ações colocadas em prática pelo petista Anselmo de Jesus<br />
na condução da Secretaria Estadual de Agricultura.<br />
<strong><br />
Desagrado</strong><br />
Já nas coxias palacianas, as vozes que soam nas orelhas do governador<br />
são em sentido contrário à permanência dos petistas nas principais pastas<br />
da agricultura. Anselmo de Jesus pode sobreviver às pressões, mas seus<br />
companheiros aboletados no Idaron e Emater dificilmente vão resistir quando o carnaval chegar. Os dois petistas que comandam esses órgãos não<br />
agradam a ninguém.<br />
<strong><br />
Piada</strong><br />
O tucano, ex-secretário estadual de Saúde e proprietário de uma faculdade<br />
privada de medicina, Aparício de Carvalho, desceu a lenha na política de<br />
saúde do executivo estadual.<br />
<strong><br />
Coma</strong><br />
É verdade que o governador Confúcio Moura prometeu muito e ainda nada<br />
fez para melhorar a área da saúde, mas o tucano que hoje critica não fez<br />
nada pela área quando foi nomeado para geri-la. Sob a administração de<br />
Carvalho a saúde rondoniense sequer saiu da UTI.<br />
<strong><br />
Arauto</strong><br />
Nas eleições estaduais passadas, contrariando a direção estadual do PSDB,<br />
no segundo turno, o empresário Aparício de Carvalho apoiou o candidato a<br />
governador que ajudou a aprofundar a crise aí instalada. Agora, de forma<br />
oportunista, se posta como arauto. E a saúde permanece em coma.</p>
<p><strong>Rabo</strong><br />
Algumas universidades privadas brasileiras tiveram o número de vagas<br />
disponíveis nos vestibulares diminuídos exatamente por apresentarem<br />
qualidade duvidosa ou não cumprirem com as determinações do MEC<br />
para que possam funcionar de forma razoável. A faculdade de Aparício de<br />
Carvalho está entre uma delas. Criticar incompetência alheia é fácil, mas não é tão fácil esconder o próprio rabo.</p>
<p><strong>Lista</strong></p>
<p>Encontra-se sobre a mesa da Chefe da Casa Civil da presidência da<br />
República o nome do advogado Juacy Loura Filho para ser nomeado juiz do<br />
Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE), pelo quinto constitucional. A nomeação não saiu semana passada por erro material. O mandato é de dois<br />
anos. O advogado compôs uma lista tríplice escolhida pelo próprio TRE.</p>
<p><strong>Impasse</strong><br />
O movimento grevista da Unir não aceitou a proposta feita pelo Reitor<br />
de afastamento por trinta dias, através de férias, e radicalizou ao exigir a<br />
renúncia de José Januário.</p>
<p><strong>Radicalização</strong><br />
Caso fosse aceita a proposta de afastamento por férias, durante trinta<br />
dias os grevistas poderiam vasculhar por lupa todos os supostos malfeitos<br />
eventualmente cometidos na gestão de sua magnificência, visto que a vice-<br />
reitora, apoiadora da greve, assumiria plenamente as funções na Reitoria<br />
e poderia abrir todos os processos e arquivos de forma livre e tranquila<br />
à comissão de sindicância nomeada para averiguar as denúncias feitas.<br />
Optaram em manter a greve e pressionar para que o reitor renuncie ou que o<br />
MEC promova uma intervenção.<br />
<strong><br />
Intervenção</strong><br />
A hipótese do MEC decidir intervir na Unir significará impor um nome para<br />
responder pela instituição até que tudo volte à normalidade e que novas<br />
eleições sejam convocadas. Intervenção deixa traumas, especialmente<br />
numa universidade. Ademais, nada impediria que o nome a ser indicado<br />
para responder pelo período de uma eventual intervenção seja de alguém do<br />
desagrado do movimento paredista.<br />
<strong><br />
Exagero</strong><br />
A declaração do reitor José Januário comparando alguns colegas de<br />
docência e seus discentes com os desgarrados do Urso Branco é absurda.<br />
Já a afirmação de que trata-se de um movimento liderado por &#8216;guerrilheiros&#8217; é exagero.</p>
<p><strong>Combustão</strong><br />
No que pese suas razões em não renunciar nem aceitar a exigência de um<br />
grupo que quer assumir a reitoria a qualquer custo desrespeitando as regras<br />
existentes, Januário comete o erro político ao jogar mais gasolina nesse<br />
fogaréu. Suas declarações ajudam a acirrar os ânimos. Além de não ser<br />
adequadas a quem detém o título de “magnífico”.<br />
<strong><br />
Pancadaria</strong><br />
Outro erro político do atual reitor é insistir que o prédio da Unir Centro seja<br />
desocupado por força policial. Januário viveu dias memoráveis de luta na<br />
Unir, quando ainda estudava geografia, ao apoiar uma greve de fome na<br />
década de oitenta em protesto a um reitor déspota.</p>
<p><strong>Retrocesso</strong><br />
Nem naquela época o reitor de plantão recorreu à força bruta para retirar<br />
na marra os membros do movimento. Hoje, longos anos após os tempos de<br />
chumbo, é inadmissível que estudantes e professores sejam espancados ou<br />
trancafiados por ocuparem um prédio, onde trabalham e estudam. Ocupação<br />
de prédio público sempre foi uma forma de protesto. Não é nada novo, pode<br />
não ser a forma de luta mais correta. Mas não há um registro de que o prédio<br />
tenha sido depredado. É um retrocesso reagir com força bruta contra quem<br />
usa como instrumento de defesa dos seus ideais apenas o verbo.<br />
<strong><br />
Desembarque</strong><br />
Depois de Marcinho VP, Batman, Jerominho, entre outros, desembarca em<br />
Porto Velho o traficante carioca Polegar para ser trancafiado no presídio<br />
federal. Polegar comandava uma quadrilha de tráfico de drogas no complexo<br />
do Alemão, hoje sob o controle das Forças Armadas.</p>
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		<item>
		<title>Resenha política por   Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 18:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Resistência</p>
<p>Um pequeno grupo peemedebista da capital tenta impedir que o partido opte ano que entra pelo nome do ex-deputado estadual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resistência</strong></p>
<p>Um pequeno grupo peemedebista da capital tenta impedir que o partido opte ano que entra pelo nome do ex-deputado estadual David Chiquilito para encabeçar a chapa à sucessão de Roberto Sobrinho. A resistência parte principalmente de Abelardo Castro Filho, provisoriamente Secretário de Obras do Estado. Castro sonha em ser ungido à disputa. Sabe, no entanto, que os caciques do PMDB possuem outros planos pra legenda em Porto Velho. E sua pretensão não está inclusa!<br />
<strong><br />
Incomodando</strong></p>
<p>Os movimentos políticos que têm colocado a ex-senadora Fátima Cleide (PT) na mídia estão incomodando o staff do prefeito Roberto Sobrinho. O prefeito e sua trupe quer evitar que a ex-senadora seja indicada pelo PT para sua sucessão. O plano é lançar a deputada estadual Epifânia Barbosa.</p>
<p><strong>Goela a baixo</strong></p>
<p>Já os caciques do Diretório Estadual do PT, e que estão em litígio com Roberto Sobrinho, juram que a escolha da candidatura de Porto Velho recairá sobre o nome de Fátima Cleide. Nem que para isto seja necessário uma decisão de cima para baixo com a intervenção de membros do Diretório Nacional.</p>
<p><strong>Malfeito</strong></p>
<p>Nos bastidores políticos o que mais se comenta no momento é a desenvoltura com que um jovem conhecido como “BETO” utiliza os mecanismos institucionais da Seduc de forma&#8230;digamos: nada convencional. Ele tem abordado pessoas em nome do &#8216;chefe&#8217;. Já detectado, seus movimentos estão sendo seguidos por lupa. Votaremos ao assunto.</p>
<p><strong>Lorota</strong></p>
<p>Os professores não terão o que comemorar na data alusiva ao seu dia. Para alguns, a profissão é um sacerdócio. Para outros, vocação. Independente do que sejam, os professores merecem apenas respeito e salários dignos por parte de governantes que, em campanha, prometem tudo. No cargo, nada fazem. Exceto novas promessas. Tem um que só escreve lorota sobre a profissão!<br />
<strong><br />
Conteúdo</strong></p>
<p>O movimento paredista da Unir decidiu manter a greve por tempo indeterminado, mesmo depois que o MEC decidiu investigar as denúncias de supostos malfeitos da atual reitoria. Há uma certa desconfiança de que a verdadeira reivindicação seja somente o afastamento de sua magnificência. Independentemente do resultado da sindicância. Falam que os problemas administrativos são preocupantes e sérios. Podem ser, mas os desentendimentos políticos sempre foram na Unir o conteúdo mais grave.</p>
<p><strong>Mudança<br />
</strong><br />
Está confirmada a mudança na direção da Companhia de Energia de Rondônia. Saí Inácio Azevedo (os petistas ainda resistem em Brasília para mantê-lo) e deverá entrar um nome indicado pelo senador Ivo K-Sol (PP). João Carlos e Alceu da Seosp são os nomes mais cotados para o cargo. Em Brasília, um dossiê sobre o primeiro roda de mão em mão por obra dos desafetos. No INCRA também deverá haver mudanças, os nomes já estão sob apreciação da Casa Civil.</p>
<p><strong>Boquirrasgada</strong></p>
<p>Falando em INCRA, uma assessora do atual superintendente tem dito alguns impropérios contra membros da bancada federal. Como a moça tem a ambição desmesurada em assumir a titularidade da instituição, tece comentários contra quem jamais lhe indicará. No âmbito interno tem perseguido quem não se curva as suas mensuras.<br />
<strong><br />
Sigiloso</strong></p>
<p>Num encontro casual, este escriba conversou demoradamente com o presidente da Assembleia Legislativa, Valter Araújo (PTB). O parlamentar não negou nem confirmou a disposição de colocar seu nome a apreciação do eleitor da capital para suceder Roberto Sobrinho. Mas fez revelações bombásticas. Como foi sob juras do &#8216;off&#8217; a coluna fica impossibilitada de compartilhar com os leitores. Quem sabe outro dia convenço ele permitir a publicação das revelações&#8230;<br />
<strong><br />
Chicote</strong></p>
<p>Quem ouviu o discurso do suplente de senador (temporariamente na titularidade do cargo por afastamento do filho) Reditário Cassol (PP) sobre açoitar meliantes, no Senado Federal, ficou assustado com o que ouviu. Um proposta primitiva sequer pode ser levada a sério. Assisti a cena e não foi nada agradável presenciar a chacota que fizeram com a proposta do chicote do representante de Rondônia.</p>
<p><strong>Pergunta<br />
</strong><br />
Na mesma semana que o pai (Reditário Cassol) defendia de cima do púlpito do Senado Federal chicotadas em meliantes, o filho, Ivo Cassol, em entrevista ao jornalista Arimar de Sá, numa rádio da capital, revelava que havia pedido afastamento das suas funções senatoriais para dar um presente ao pai. No ofício encaminhado a presidência do Senado o argumento foi outro. Por acaso, mentir sobre esta questão concreta é quebra de decoro? Perguntar não ofende. Mas que é grave, é.</p>
<p><strong>Abalroamento</strong></p>
<p>Comenta-se por aí que dois conhecidos vendedores de automóveis de Porto Velho querem mudar de ramo e entra na política para pilotar os destinos da prefeitura de Porto Velho. Noviços no ramo da política são peritos em manobras rápidas e derrapagem. Caberá ao eleitor puxar o freio de mão para impedir aumento do congestionamento da capital e evitar que sejam conduzidos ao paço municipal. Já está demasiadamente engarrafado por candidatos que almejam em estacionar na vaga a ser aberta.<br />
<strong><br />
Polêmica<br />
</strong><br />
O Governo recuou no projeto para contratação de organizações sociais para gerir a área de saúde estadual. É uma proposta polêmica e que vem sendo combatida por todos que manjam do setor, exceto a própria Sesau. O TCU tem criticado muito convênios entre a União e algumas destas organizações pelos malfeitos com que estão sendo utilizados os recursos do contribuinte. Ademais, conforme prescreve nossa carta magna: saúde, educação e segurança são obrigações dos estados. Declinar da competência é no mínimo um atestado de incompetência.<br />
<strong><br />
Inércia</strong></p>
<p>Eis que surge mais uma vez a possibilidade de mudanças no primeiro escalão do executivo estadual. Seguindo a lógica adotada pelo nosso governador quando trocou alguns nomes de seus principais assessores, novidade mesmo não deverá ocorrer. As mudanças feitas anteriormente foram seis por meia dúzia. Ninguém percebeu, exceto o bolso de quem foi defenestrado.</p>
<p><strong>Despedida</strong></p>
<p>O quase ex-deputado federal Lindomar Garçon (PV), em conversa com a coluna, lamentou a forma com que está sendo apiado do cargo de deputado federal. Disse que já está fazendo sua mudança de volta a Porto Velho e vai aguardar um eventual convite de Confúcio Moura para assumir funções de assessoramento. Quem assume a vaga no lugar de Garçon é Marcos Rogério da coligação PMDB, PDT, DEM e PCdoB.<br />
<strong><br />
Perspectivas</strong></p>
<p>Garçon adiantou que é pré-candidato a prefeito de Porto Velho, mas não descarta uma vice desde que aja um bom entendimento que inclua seus projetos de retornar a Câmara Federal nas eleições de 2014. Anunciou que tem conversado com o senador Valdir Raupp, presidente em exercício do PMDB, visando coligações futuras com o seu PV.</p>
<p><strong><br />
Injustiça</strong></p>
<p>No que pese as limitações, o deputado federal Garçon (PV) perde o mandato por uma manobra jurídica arquitetada de forma vil. Nas urnas venceu por quatro vezes as eleições de forma limpa e digna. Uma pessoa de origem humilde, de uma certa ingenuidade e de um caráter lapidar. A forma com que perde o mandato é uma tremenda injustiça.</p>
<p><strong><br />
Exceção</strong></p>
<p>O deputado Jesoaldo Pires (PSB) anunciou que é mesmo pré-candidato a prefeito de Ji-Paraná. Um dos melhores quadros que possui o PSB e um dos melhores parlamentar dessa atual legislatura. Vencendo, ganha a população de Ji-Paraná um político sem mácula e perde o legislativo estadual um formulador de ideias. Jesoaldo é uma exceção numa seara que abunda a mediocridade.</p>
<p><strong>Nanico</strong></p>
<p>Quem continua do mesmo tamanho para as eleições municipais é o PDT. A legenda brizolista não conseguiu filiar ninguém com chances aparente de vitória e virou uma legenda nanica. Na capital está fadado a subir no palanque petista e na maioria do interior, nem isso. Falar com alguém da direção partidária é mais difícil do que conseguir uma audiência privada com o papa. Nanico é assim mesmo, acha que é grande.</p>
<p><strong>Encrencado</strong></p>
<p>O ex-senador Amir Lando, com a possibilidade imediata da posse de Marcos Rogério, passa a ser o primeiro suplente da coligação pilotada pelo seu PMDB. Natan Donadon, deputado federal mais encrencado desta legislatura, deveria tomar mais cuidado porque a qualquer momento Lando é convocado também para assumir na Câmara Federal exatamente em sua vaga. Donadon resiste ao cargo por força de um recurso, mas sem chances de reverter no mérito.</p>
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		<title>Resenha política por Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 13:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Virulência e rispidez
Abespinhado com a forma virulenta com que tem sido tratado o Executivo
Estadual pelo presidente da Assembleia Legislativa, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Virulência e rispidez</strong><br />
Abespinhado com a forma virulenta com que tem sido tratado o Executivo<br />
Estadual pelo presidente da Assembleia Legislativa, o governador Confúcio<br />
Moura decidiu iniciar uma conversa pé de ouvido com cada parlamentar,<br />
individualmente, para tentar consolidar uma base governista e minimizar a forma ríspida e virulenta com que vem sendo tratado por Valter Araújo.<br />
<strong><br />
Base sólida</strong><br />
Moura sabe que o Executivo tem condições de formar uma boa base de<br />
sustentação política, mas sabe também que para que ela seja sólida vai ser<br />
obrigado a ceder: o toma-lá-dá-cá.</p>
<p><strong>Medida certa</strong><br />
A coluna apurou com um parlamentar que conversou com o governador que<br />
as primeiras conversas já renderam juras de fidelidade de sete deputados<br />
estaduais (na hipótese de isso ser possível no mundo político) e tende a se<br />
ampliar na medida em que os demais forem convocados.<br />
<strong><br />
Fatura e degola</strong><br />
Com a bancada petista definhando no legislativo estadual (Hermínio Coelho<br />
migrou para o “hermafrodita” PSD e o deputado Ribamar Araújo não segue<br />
as orientações da casta dirigente e burocrática da legenda), o deputado<br />
estadual Lebrão, por exemplo, já encaminhou ao governador a fatura por sua<br />
fidelidade: mudanças na área agrícola. No bom português, demissão de petista do primeiro escalão e o alvo é o IDARON.</p>
<p><strong>Mão em vespeiro</strong><br />
O Secretário-adjunto da Saúde, o polêmico José Batista, deu um entrevista<br />
numa emissora de TV e tascou uma crítica acerba aos médicos que repercutiu negativamente junto à maioria da categoria. O assunto voltará à pauta do Conselho Federal de Medicina (CFM), que se reúne na primeira semana de novembro em Porto Velho.</p>
<p><strong>Audiência negada</strong><br />
O CFM espera que o governador participe novamente da plenária como<br />
fez da primeira vez. O problema é que o CREMERO (Conselho de Medicina<br />
de Rondônia) não consegue agendar uma reunião com o governador para<br />
convidá-lo. Indo, deverá ouvir também algumas verdades sobre o caótico<br />
setor que jurou promover uma revolução. A conferir!</p>
<p><strong>Sucessão interior</strong><br />
As movimentações visando às eleições municipais de 2012 estão em<br />
andamento, especialmente com o prazo findando para mudança de partido<br />
dos que pretendem disputar as eleições, e também começam os acordos para<br />
garantir a cabeça da chapa majoritária. Em Ji-Paraná, o deputado estadual<br />
Jesualdo Pires (PSB) tenta convencer o PMDB a desistir de candidatura própria e compor de vice em sua chapa. Há resistência dos peemedebistas, mas hoje seria a posição mais acertada porque o deputado &#8216;neossocialista&#8217; possui as melhores chances de vitória.</p>
<p><strong>Pérola do Mamoré</strong><br />
Em Guajará-Mirim, a disputa começa a se formar entre o ex-deputado estadual Miguel Sena (PSDB), o Dr. Dúlcio (PT), Isac Bennesby (PMDB) e o atual prefeito. Tanto Sena quanto Bennesby estão encalacrados com problemas judiciais e vão necessitar de uma assistência jurídica para evitarem ser barrados pelo TRE.</p>
<p><strong>Cone Sul</strong><br />
Já em Vilhena o atual prefeito José Hover (PPS) tentará se manter no paço<br />
municipal mas vai enfrentar uma pedreira: Luizinho Goebel (PP) que, segundo apurou a coluna, deverá contar com Ronaldo Alevato (PMDB) de vice. Ainda há a possibilidade dos Donadons (PTB) entrarem na briga, o que tornará o pleito ainda mais imprevisível.</p>
<p><strong>Pimenta Bueno</strong><br />
Os pimentenses poderão escolher para prefeito os nomes do ex-deputado<br />
estadual Kaká Mendonça (PTB), do empresário Chico Itamais (PMDB), de<br />
Marlene Parra (PT) e do suplente de deputado estadual Brito do Incra (PSC).<br />
Kaká aparece como favorito, mas dependendo do que o STF definir sobre a lei<br />
da ficha limpa o ex-deputado pode ser barrado.<br />
<strong><br />
Briga na capital</strong><br />
O ex-deputado David Chiquilito Erse (PCdoB) se reuniu ontem (segunda-feira) com os caciques do PMDB e discutir a possibilidade de ingressar no partido para ser ungido a candidato a prefeito da capital. O acordo não evoluiu porque uma ala do partido, liderada pelo engenheiro Abelardo Castro, impediu a filiação.</p>
<p><strong>Avaliação tosca</strong><br />
Abelardo Castro se esmera para ser o indicado a candidato a prefeito e<br />
acredita que montando um palanque com as presenças de Confúcio Moura<br />
e Valdir Raupp vence o pleito, razão pela qual refuta o ingresso de Erse na<br />
agremiação. Um erro monumental que comete o PMDB e outro que comete<br />
Castro: o partido, por impedir a filiação de um jovem político promissor, e<br />
o dirigente Castro, por avaliar extemporaneamente e equivocadamente que<br />
somente o prestígio dos dois maiores líderes estaduais é capaz de fazê-lo<br />
prefeito. Restará combinar com “os russos”.<br />
<strong><br />
Filiação pendente</strong><br />
É possível que David Chiquilito ainda se filie ao PMDB. Apesar das resistências esboçadas pela ala de Castro, há dentro do diretório do partido quem trabalhe em surdina para que Erse assine a ficha de filiação. E venha a ser o candidato a prefeito de Porto Velho. Mesmo com as resistências formadas.</p>
<p><strong>Reeleito</strong></p>
<p>O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) reuniu a militância sábado passado,<br />
na Câmara Municipal de Porto Velho, onde discutiu as diretrizes políticas<br />
para as eleições de 2012. Um dirigente nacional (Rubens) do partido fez uma<br />
longa e repetida análise econômica mundial (este paraibano não concordava<br />
com quase nada do que o barbudo pernambucano falava) e, logo depois,<br />
reelegeram Manoel Carlos Neri para presidente da legenda comunista.</p>
<p><strong>Demos</strong><br />
uma passada por lá e revimos alguns conhecidos da velha guarda. Matamos<br />
as saudades juvenis e, para variar, divergimos de quase todos com os quais<br />
conversamos. Exceto com a eleição de Neri.</p>
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