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	<title>Rondônia digital &#187; opinião</title>
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	<description>Notícias de Rondônia</description>
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		<title>Coluna da Mara: Suas Excelências e o eleitor</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A cada legislatura a Assembléia de Rondônia se esmera no campeonato da degenerescência. De quatro em quatro anos, a corrida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada legislatura a Assembléia de Rondônia se esmera no campeonato da degenerescência. De quatro em quatro anos, a corrida ao voto do eleitor  resulta não na oferta de um parlamento a altura dos desafios de um estado complexo e em formação, mas na associação de um clube com 24 sócios totalmente aptos &#8211; em sua grande maioria &#8211; a avançar sobre os recursos públicos de forma predatória e criminosa, utilizando-se de instrumentos e vantagens conferidas pelo exercício do cargo de deputado. </p>
<p>O trabalho de Suas Excelências é bastante facilitado, ademais, pela inanição do eleitorado em acompanhar a vida pública dos eleitos. Não há interesse, a menos que o clube disputasse um FLA x FLU, por uma simples razão: o eleitor nem se lembra qual o candidato a deputado estadual, federal ou senador levou seu voto.  Pior: não se deu ao trabalho de investigar, no meio do turbilhão de promessas, sorrisos, ofertas indecentes e abuso econômico das campanhas, a ficha dos candidatos.           </p>
<p>Expie (e) leitor sua culpa, antes de se colocar de maneira absurdamente raivosa contra os sete parlamentares acusados de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico de influência, extorsão, falsidade ideológica, peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro, uns mais outros menos enredados na lista total de crimes investigados pela Operação Termópilas. O leite derramado está, e o assalto ao dinheiro da Saúde foi consumado.   </p>
<p>O desinteresse pelas eleições para o Senado, Câmara e Assembléias Legislativas é fenômeno nacional, longe de ser exclusividade rondoniense, o que  é confirmado por diversas pesquisas de opinião. Lógico que isso afeta a qualidade dos parlamentos, e no caso de Rondônia o que se assiste é a mais completa e degradante democracia representativa, de nenhuma utilidade para a população.   </p>
<p>Nessa legislatura, só 8 (1/3) dos 24 deputados não registram processo judicial em sua ficha. Há de tudo: ação por compra de votos; ação de investigação judicial por captação ilícita de sufrágio; ação penal por uso de documento falsificado; ação penal por desvio de dinheiro dos cofres da Assembléia para pagamento de passagens a familiares (envolvendo vários deputados); ação penal (com vários réus no caso) por formação de quadrilha e peculato (Operação Dominó); ação por improbidade administrativa etc.  </p>
<p>O campeonato de processos judiciais é ganho por Marcos Donadon (PMDB), no 5º mandato; Valter Araújo (PTB), 2º mandato e Maurão de Carvalho (PP), 4º mandato. Celebridades do malfeito na mídia local e nacional, gente que deveria ter fundado o clube noutro lugar. Quis o soberano eleitor que fosse na Assembléia Legislativa, há tempos, com prejuízos incalculáveis para quem precisa de políticas públicas na saúde, educação, segurança pública.     </p>
<p>Uma coisa é certa: a qualidade do legislativo rondoniense só vai mudar quando mudar também a qualidade do voto.</p>
<p><strong>Campeonato de 2014</strong></p>
<p>No campeonato de 2014, que ninguém se engane: as Excelências encrencadas com a lei mas absolutamente indiferentes a ela por sua perversão e vocação plena ao crime irão novamente se servir da omissão e inanição de parte do eleitorado.</p>
<p><strong>Transparência Brasil</strong></p>
<p>O melhor a fazer é se manter bem informado, para não votar errado de novo.  O portal da ONG Transparência Brasil (<a href="http://www.transparencia.org.br/">www.transparencia.org.br</a>) traz tudo sobre a vida de Suas Excelências. O número do inquérito da Operação Termópilas, desencadeada em 18 de novembro, já está no raio-x dos sete deputados de Rondônia. Radiografadas também estão sua variação patrimonial, bens declarados à Justiça Eleitoral, produção legislativa etc.</p>
<p><strong>O chefe</strong></p>
<p>Da lavra do juiz Sansão Saldanha sobre o chefe do clube, Valter Araújo: “Embora se apresente como parlamentar, a constatação faz crer que de fato é proprietário e dono de empresas prestadoras de serviços para órgãos públicos, onde se desenvolvem a corrupção. Por isso, o referido assume a posição de líder no planejamento das inúmeras atividades tidas como delituosas, e conduz os demais integrantes do grupo, que o seguem passo a passo”. Perfeito para sócios “ harmônicos e coesos”, nas palavras do juiz, na intenção de praticar os delitos.</p>
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		<title>Resenha política por Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 13:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Enxuto

Após os acontecimentos que abalaram o mundo político estadual, atingindo visceralmente o coração do Poder Legislativo e refletindo feito no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Enxuto<br />
</strong><br />
Após os acontecimentos que abalaram o mundo político estadual, atingindo visceralmente o coração do Poder Legislativo e refletindo feito no Executivo Estadual, com a amplamente divulgada operação &#8216;Termópilas&#8217;, o governador Confúcio Moura veio a público e escreveu no seu Blog aquilo que evitou ler durante a coletiva: vai se livrar dos  problemáticos e enxugar a máquina administrativa. Um bom começo para acertar. Todos torcem afavor. Basta trabalhar mais e escrever menos.</p>
<p>Sinalização</p>
<p>A nota que o governador rondoniense leu foi um horror para quem agora fala em relações políticas republicanas entre os poderes e seus liderados. Já a que redigiu no BLOG contém alguma substância e sinaliza (finalmente) para mudanças efetivas de rumo no seu modo &#8216;confusionista&#8217; de governar. O problema é saber: entre o Confúcio blogueiro e o Confúcio governador qual deles aprendeu com a crise e em qual devemos acreditar.</p>
<p><strong><br />
Avisado</strong></p>
<p>Coube ao jornalista Alan Alex (escriba da boa coluna Panorama Político), ainda na primeira entrevista concedida pelo governador eleito Confúcio Moura, inquirir sobre a nomeação de José Batista. Moura negou a nomeação de forma ríspida e anunciou que seus colaboradores seriam convocados pelo critério meritório. Aviso é o que não lhe faltou.</p>
<p><strong>Pressão<br />
</strong><br />
O governador chegou a convidar pessoalmente Williams Pimentel (atual secretário municipal de saúde da capital) para assumir a titularidade da Sesau. Mandou um emissário desconvidar depois que um grupo de parlamentares (capitaneado exatamente por Valter Araújo), a pedido de Batista, pressionou para que Pimentel não assumisse. O episódio foi testemunhado por várias pessoas e aconteceu no escritório do Porto.</p>
<p><strong>Reforma</strong></p>
<p>O governador deveria aproveitar as circunstâncias para antecipar e promover a reforma no seu secretariado. A coluna apurou que a intenção é fazer algumas poucas mudanças anteriormente divulgadas, a exemplo da Sejus. Falam nos bastidores que um assessor de menor escalão, mas adepto de muito barulho, aboletado no Palácio, deverá desocupar a “moita&#8217; e ser transferido para outro setor. Longe do Palácio.<br />
<strong><br />
Aviação</strong></p>
<p>O Executivo Estadual também teria decidido anular o processo de contratação de aeronaves que serviriam ao governo. A coluna não descobriu os motivos pelos quais ensejaram a anulação, mas na boca miúda o processo havia virado tema de ilações complicadas. Além de chacota.</p>
<p><strong>Exonerações</strong></p>
<p>Um colaborador privilegiado do governador revelou à coluna que no decorrer da semana o Diário Oficial do Estado vai publicar muitas exonerações. A princípio a lista conterá o nome de pessoas que o governo identificou como “inadequadas” para as funções republicanas e outras por desnecessárias à administração.</p>
<p><strong><br />
Epílogo</strong></p>
<p>Há quem advogue ao governador para que convide apenas técnicos para ocupar os cargos do primeiro escalão vagos após a operação &#8216;Termópilas&#8217;, especialmente de outras praças. Nada contra a meritocracia, mas importar gente que sequer conhece a máquina e a realidade rondoniense é temerário. O governador Jerônimo Santana optou por este caminho: trouxe um Garanhão (chegou a declarar que queria dez) e terminou o governo feito um pangaré. Epílogo: foi banido da política rondoniense.</p>
<p><strong>Escalado</strong></p>
<p>O deputado estadual Edson Martins (PMDB) é um dos nomes a ser anunciado pelo governador para compor o primeiro escalão. O parlamentar tem feito chegar ao palácio que tem interesse na pasta da Agricultura, ocupada atualmente pelo petista Anselmo de Jesus. Martins está na bica da Justiça Eleitoral para perder o mandato.</p>
<p><strong>Remoção</strong></p>
<p>Confirmando-se a nomeação de Edson Martins para a Secretaria de Agricultura, o atual secretário, Anselmo de Jesus, deverá ser removido para o Instituto de Terras de Rondônia que, segundo consta, aguarda ainda a aprovação pela Assembleia Legislativa. Com a também remoção da turma de Valter Araújo da mesa daquele Poder facilitaria a vida do Governo e a possível aprovação.<br />
<strong><br />
Espelho</strong></p>
<p>Aliados do governador esperam que ele se livre de um outro adjunto antes que surjam novos dissabores. Quem deve estar rindo à toa com os acontecimentos é o senador Ivo K-Sol. Nos últimos dias o parlamentar participou de vários programas de rádio e TV e desceu a lenha no primeiro escalão estadual.<br />
<strong><br />
Alternativa<br />
</strong><br />
Com o nome envolvido nas supostas estripulias de Valter Araújo, a deputada Epifânia Barbosa (presidente estadual do PT) perde fôlego na disputa interna contra a ex-senadora Fátima Cleide na escolha do candidato do PT a prefeito de Porto Velho. Epifânia é pupila e a preferida do prefeito Roberto Sobrinho para sucedê-lo. A alternativa agora é apostar as fichas na limpa Fátima Cleide.</p>
<p><strong>Estímulo</strong></p>
<p>Pelo BLOG o governador passou a criticar o uso de viagens e diárias de parte dos colaboradores comissionados em visitas a outros Estados. Moura sugere a utilização da internet como forma de informação sobre os bons projetos desenvolvidos nos estados para serem implementados em Rondônia. Mas verificando as postagens antigas do BLOG veremos o próprio missivista estimulando e despachando colaboradores para outros rincões em busca de projetos inovadores. Em algumas dessas viagens ele próprio acompanhou os assessores. Não recordo se na época a internet dos órgãos públicos estava desativada. Será que estava ou as viagens eram imprescindíveis?<br />
<strong><br />
Coxias<br />
</strong><br />
A troca de farpas entre o senador K-Sol e a direção do PT de Rondônia cada dia esquenta. Nas coxias do poder todas sabem que os impropérios ditos e replicados por um e por outro escondem a luta fratricida pela indicação do dirigente das Centrais Elétricas. Os petistas querem manter no cargo Inácio Azevedo e o senador tem pressionado para indicar um diretor de sua confiança.</p>
<p><strong><br />
Voltando<br />
</strong><br />
O suplente de deputado federal Amir Lando (PMDB), depois de um longo tempo distante do eleitor rondoniense, voltou ao estado e aguarda a convocação da Câmara Federal para assumir a vaga no lugar do deputado federal Natan Donadon (PMDB). Com a posse de Marcos Rogério (PDT) em substituição a Lindomar Garçon (PV), agora cassado, Lando passou a ser o primeiro suplente da coligação PMDB, PDT, DEMO e PCdoB.</p>
<p>S<strong>eca pimenteira</strong></p>
<p>Esta deverá ser a segunda vez que Amir Lando assume um cargo no Congresso Nacional depois que o titular da vaga foi alvejado. Na primeira assumiu o Senado Federal após o titular, Olavo Pires, ser alvejado por balas de metralhadora. Agora, deverá assumir após a consumação da cassação de Donadon. Pelo clima macabro com que é alçado aos cargos eletivos, não é um bom negócio se eleger numa coligação tendo Lando na suplência. Dizem que basta ele olhar para um pé de pimenteira para a plantinha secar.</p>
<p><strong><br />
Procrastinação</strong></p>
<p>É possível perceber uma nova crise política se avizinhando por falta de uma definação do Executivo Estadual em relação as demandas salariais da Polícia Militar. Ao procrastinar um acordo o governo acente de vez o estupim de um setor neuvrálgico e essencial a seguranda dos cidadãos.</p>
<p><strong>Lero</strong></p>
<p>Com a área de Saúde em frangalhos e a Segurança podendo se amotinar, restará ao governo rezar para que a Educação não siga o mesmo exemplo. O governo tem dialogado, mas falta objetividade e uma contra-proposta exequível que atenda parte das demandas requeridas. Os barnabés estão fulos da vida com lero lero!</p>
<p><strong>Transposição</strong></p>
<p>Caso os sindicatos não pressionem com mais afinco o Governo Federal, a lista dos servidores estaduais aptos a serem transpostos para os quadros da União não ficará pronta tão cedo. Saltam aos olhos o corpo mole que vem sendo feito pelo Ministério do Planejamento quando o assunto é a transposição rondoniense. Uma reunião agendada hoje (22) com a ministra Mirian Belchior para tratar do assunto foi cancelada sem nenhuma justificativa plausível.<br />
<strong><br />
Carta<br />
</strong><br />
Esta coluna teve acesso a uma carta protocolada no Palácio do Conselheiro Federal do CFM, Hiram Gallo, destinada ao governador qaue merecia ser divulgada. Nela ele prenunciava os problemas que afetam a Secretaria de Saúde. Um primor a missiva. Se Dr. Gallo autorizar, publico na proxima coluna.</p>
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		<title>Resenha política por  Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 20:31:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Blefe</p>
<p>O anúncio feito antecipadamente pelas legendas PSDB, PV e PR de que formaram uma aliança para juntarem forças nas eleições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Blefe</strong></p>
<p>O anúncio feito antecipadamente pelas legendas PSDB, PV e PR de que formaram uma aliança para juntarem forças nas eleições municipais de 2012 é no mínimo uma precipitação. Nenhum dos caciques que firmaram tal compromisso e que assinaram uma ata (não tem valor jurídico nenhum) podem garantir sete meses antes das convenções partidárias que estarão juntos nas eleições municipais. É blefe para aumentar o valor do cacife.<br />
<strong><br />
Confidência<br />
</strong><br />
Numa conversa com esta coluna há quinze dias o ainda deputado federal Lindomar Garçon (PV) revelou que tem conversado com o presidente do PMDB para somar com seu PV nas eleições municipais. Confidenciou ainda que deverá pleitear um cargo de assessoramento no governo que dispense ordenar despesas (alegou que não quer cair em tentação e ser fisgado no futuro pela lei da ficha limpa).</p>
<p><strong>Contumaz</strong></p>
<p>Anteontem, numa reunião ao lado de Expedito Junior e Miguel de Souza, Lindomar Garçon anunciou solenemente apoio aos projetos do PR e PSDB. Ou mentiu para o repórter ou para os tucanos e republicanos. Mas mentiu, pode ser que daqui a sete meses tenha que repetir uma nova mentira. Aliás, mentir na seara política é algo corriqueiro. Porém, reprovável.</p>
<p><strong>Maracutaia<br />
</strong><br />
Dizem pelos corredores do Congresso Nacional que a manobra feita pelo deputado federal Inocêncio Oliveira (DEMO-PE) para impedir a posse de Marcos Rogério (PDT-RO) na vaga de Lindomar Garçon (PV-RO) foi para que o parlamentar Verde possa permanecer no cargo até o final do mês, tempo suficiente para que consiga empenhar as emendas individuais. As emendas parlamentares têm sido o alvo das maiores maracutaias ocorridas em Brasília, segundo os órgãos de fiscalização e controle.</p>
<p><strong>Limbo</strong></p>
<p>Não há como a Câmara Federal impedir por muito tempo a posse de Marcos Rogério na vaga de Lindomar Garçon (exceto por manobras com prazo de validade). Garçon está sendo apeado do cargo de forma nebulosa (nas urnas foi bem votado e aprovado) e sabe que vai ser obrigado a firmar acordos para se manter na mídia e sair do limbo. Isso pode significar ser obrigado a ficar fora da titularidade da disputa municipal para garantir seu retorno ao Congresso Nacional.</p>
<p><strong>Traído</strong></p>
<p>Anúncio pomposo de juntar legendas para formar uma coligação com inúmeros partidos e em seguida ser abandonado tem se tornado um carma na carreira política do presidente do PSDB de Rondônia, Expedito Junior. Alguns meses antes das convenções para escolha dos candidatos a governador, Junior fez um anúncio semelhante e terminou sendo abandonado por muitos que haviam se comprometido a apoiá-lo. O PSB de Mauro Nazif, por exemplo, largou a candidatura do tucano no dia da convenção: após uma conversa pé de ouvido com os petistas. Portanto&#8230;</p>
<p><strong>Provocação</strong></p>
<p>Já tem se tornado rotina os impropérios ditos pelo senador licenciado Ivo K-Sol (PP) em direção ao governo de Confúcio Moura. Algumas críticas são consequentes pela inércia em melhorar alguns setores, especialmente nas áreas de saúde e educação. O problema é que o senador e ex-governador aponta os erros do sucessor como se não tivesse alguma culpa da crise instalada nestas duas áreas.</p>
<p><strong>Inconsequente</strong></p>
<p>Quanto à antecipação da disputa de 2014, é inconsequência pura as provocações do ex-governador K-Sol. Por duas vezes teve a chance de resolver os gargalos da saúde e educação. Optou em pavimentar estradas, perseguir quem o criticava (dizem que chegou a lotar um servidor debaixo de uma mangueira) e aprofundou a crise na saúde e educação. Se elegeu senador, mas não conseguiu das urnas o resultado que propalava por aí que alcançaria. Levou um susto na própria eleição e uma sova na do pupilo escalado a lhe suceder. As novas críticas não merecem respostas. Em 2014, as urnas falarão por si novamente. Aguardemos!</p>
<p><strong>Greve</strong></p>
<p>Analisando a fundo a principal reivindicação do movimento paredista da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) verificar-se-á que não se sustenta por mais tempo a greve. Inicialmente anunciaram que faltava de papel higiênico a segurança nos &#8216;Campi&#8217;. Um representante do MEC esteve em Rondônia e a principal pauta de reivindicação é a renúncia do reitor eleito por eles mesmo. Isso há menos de um ano atrás.</p>
<p><strong>Grito</strong></p>
<p>A renúncia é um ato pessoal e pela carta enviada à Assembleia Legislativa o reitor Januário do Amaral garante que não está nos seus planos renunciar. Alunos e professores amotinados elencam uma série de malfeitos da atual reitoria e por esta causa querem a renúncia. O problema é que nas denúncias feitas até o momento nem o MEC nem o Judiciário verificaram elementos robustos que justificassem o afastamento. No grito o problema não se resolve.</p>
<p><strong>Legitimidade</strong></p>
<p>Numa entrevista dada por um representante do movimento paredista, alegou-se que não há legitimidade na eleição de Januário Amaral porque teria perdido no corpo discente e dos servidores. Uma falácia. Quem disputou as eleições universitárias sabia que o voto nas universidades públicas brasileiras (Rondônia não é exceção) não é paritário e o peso maior dos votos é do corpo docente (seguindo uma proporcionalidade anteriormente estabelecida). Ademais, no segmento discente Januário ainda arrastou em seu favor um percentual expressivo dos que compareceram às urnas. Legitimidade não lhe falta.</p>
<p><strong>Perpetuação</strong></p>
<p>Alguns amotinados também sustentam que Januário Amaral está na administração da Unir há nove anos consecutivos. Ora, outra falácia, ao que se sabe é que os anos seguidos de mandato foram adquiridos pelas urnas e com as regras que disciplinam as escolhas dos reitores. Entretanto, quem elegeu Januário do Amaral foram os próprios professores, alunos e servidores da Unir. Quem pariu Mateus que o crie, como diz um senador romano.</p>
<p><strong>Desgaste<br />
</strong><br />
Quanto ao desgaste político da atual gestão já comentamos na coluna passada. Na deflagração da greve faltou a sua magnificência a mesma habilidade que ostentou para conseguir sua recondução à reitoria. Está faltando avaliar melhor ainda a forma para solucionar o impasse. Eternamente é que não vão ficar em greve. A coluna acredita que a intervenção ainda é a melhor solução. Sem eleições imediatas, senão as ânimos se acirram e o caos toma conta da Unir de vez. Não adianta colocar alguém sem capacidade de dialogar com as autoridades federais, caso contrário as coisas desandam de vez. Os atuais líderes da greve estão igualmente desgastados. E com discursos em desuso.</p>
<p><strong>Incongruência</strong></p>
<p>Um dos líderes da greve (aluno da medicina) está cursando normalmente as aulas e se forma mês que vem. Uma greve tem seus custos, entre eles, a eventual perda do semestre. Não há nenhuma justificativa plausível para um dos líderes do movimento discursar nas assembleias pela manutenção da greve e, ato contínuo, cursar normalmente seu curso. Nem que fosse estágio supervisionado. Greve é greve.</p>
<p><strong>Concursos</strong></p>
<p>Entre as denúncias a que mais chama a atenção são as supostas fraudes em concurso para docência. Para que alguém possa ser aprovado num concurso público de uma Universidade Federal, além da prova escrita que é eliminatória, o candidato é submetido à arguição de uma banca formada por três professores, entre mestres e doutores. Se forem constatadas tais denúncias recairão sobre os membros da banca as eventuais penalidades.</p>
<p><strong>Confissão</strong></p>
<p>O reitor José Januário somente responderia pelas supostas fraudes nos concursos na hipótese de ser membro da banca ou que reste comprovado que deu ordens para que as fraudes fossem perpetradas. Ainda assim, exigiria uma delação premiada para que algum membro das bancas confessasse tais crimes. No momento o que existem são suposições e não evidências.</p>
<p><strong>Saia justa</strong></p>
<p>A ex-senadora Fátima Cleide (PT) passou a adotar a mesma tática (cada um responde por seu CPF) do ex-governador K-Sol (PP) para sair da &#8217;saia justa&#8217; quando instada a explicar as denúncias feitas por parlamentares e que pesam sobre a administração do &#8220;companheiro&#8221; Roberto Sobrinho, prefeito da capital. Faltou originalidade a ex-senador, além de coragem para comentar as acusações. Como diz o adágio popular: &#8216;Pimenta no (&#8230;) dos outros é refresco&#8217;.<br />
<strong><br />
Sem qualidade<br />
</strong><br />
O médico Rodrigo Almeida, presidente do Sindicato dos Médicos de Rondônia, revelou o que todo mundo já sabia: o atendimento da saúde pública é de segunda qualidade. A culpa não fica circunscrita apenas aos governantes não. As entidades médicas deveriam também verificar a qualidade ofertada pelo setor privado que chegarão a mesma conclusão, com algumas poucas exceções. Nem os planos de saúde escapam dessa lista. O jeito é rezar pra não adoecer.</p>
<p><strong>Críticas<br />
</strong><br />
O governador tem culpado setores (entidades médicas, servidores da saúde e parlamentares) pela má gestão dos hospitais estaduais. Pelo Blog chegou acusar esses segmentos de retrógrados por recusarem a proposta de repassar a gestão para entidades filantrópicas e ONGs. Justifica que em outros estados, sob a responsabilidades dessas organizações, a saúde funciona que é uma beleza. Lorota. As UPAs no Rio de Janeiro (inicialmente elogiada) começa a emitir sinais de ineficiência. Casas de Saúde filantrópicas funcionam graças as benesses da &#8216;viúva&#8217;. Ano passado o INCOR quase fecha as portas por administrações temerárias. Igualmente a Beneficiência Portuguesa. No Distrito Federal, onde a Sara já foi referência, o próprio governador reconhece que o que assola na área é o caos.</p>
<p><strong>Vespeiro</strong></p>
<p>A verdade é que Confúcio Moura e seus auxiliares procuram uma brecha jurídica para se livrar dos encargos sociais que a legislação brasileira concede aos barnabés. O que o governador não pode esquecer é que todos os seus antecessores que brigaram com as categorias perderam as eleições. Confúcio Moura foi deputado federal por três legislatura e não apresentou um projeto sequer para corrigir as distorções no serviço público que ele hoje tanto demoniza. Mexer enquanto governador neste vespeiro é pedir pra se picar. Com a composição do atual Poder Legislativo o Executivo não aprovaria nenhuma proposta que retirasse direitos trabalhistas dos funcionários público estadual. Nesse sentido, insiste pelo atalho de entregar a saúde aos organizações privadas. Os blogueiros encrustados nas entranhas do serviço público estão abespinhados e de olho vivo nas movimentações do governo e na leitura do Blog do Confúcio.</p>
<p><strong>Letargia</strong></p>
<p>Ao se candidatar Confúcio Moura conhecia a miúde os gargalos da saúde. Quando respondeu pela Secretaria fez um belo trabalho que o projetou na carreira política. Bastaria apenas que exigisse dos subordinados que aboletou na pasta a mesma presteza.  O problema, segundo seu Blog, está na gestão dos recursos disponíveis (financeiros e humanos). Bastaria colocar no setor alguém com o mesmo perfil do então Secretário Confúcio Moura que a coisa poderia deslanchar. Ou não?</p>
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		<title>Resenha política por Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 19:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Lorota
As ameaças feitas pelo PPS e PT contra o deputado federal Moreira Mendes e
o estadual Hermínio Coelho por deixarem as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lorota</strong><br />
As ameaças feitas pelo PPS e PT contra o deputado federal Moreira Mendes e<br />
o estadual Hermínio Coelho por deixarem as respectivas legendas e se filiarem ao PSD não passam de uma lorota.</p>
<p><strong>Exceção</strong><br />
PPS e PT dizem que vão à justiça para recuperar os mandatos dos dois<br />
parlamentares infiéis e, consequentemente, a cassação de ambos. Na verdade a lei permite a ida de parlamentares eleitos por uma legenda para uma outra recém-criada sem que isto implique na perda do mandato por infidelidade partidária. É uma exceção existente na regra eleitoral vigente. Por isto a ameaça é lorota pura!<br />
<strong><br />
Castelo caiu</strong><br />
A queda de Sérgio Castelo Branco da presidência da Companhia de Águas e<br />
Esgotos de Rondônia (CAERD) já era aguardada nos meios políticos pela falta de conhecimento da área e por entrar em atritos com setores importantes do governo. O Castelo caiu por culpa dele mesmo. E por uma dose de arrogância. Ele inicialmente sonhava ser guindado à titularidade da Secretaria de Segurança Pública. Terminou exonerado pelo BLOG de forma humilhante.<br />
<strong><br />
Qualificada</strong><br />
Para evitar disputas partidárias pela vaga aberta com a queda do Castelo<br />
o governador Confúcio Moura indicou imediatamente para substituí-lo<br />
a paraibana Márcia Cristina Luna, engenheira dos quadros da própria<br />
Companhia. Uma solução técnica e inteligente encontrada pelo nosso oráculo antes que uma crise se instalasse naquelas bandas.<br />
Trata-se de uma profissional da melhor qualidade e com as melhores qualificações.<br />
<strong><br />
Visita</strong><br />
A convite do Diretor Geral, este colunista visitou a sede do Departamento<br />
de Estradas e Rodagens (DER) e ouviu por duas horas ininterruptas uma<br />
explanação de Lucio Mosquini (Diretor) sobre os projetos do atual governo<br />
para manter nossas estradas em estado digno de serem transitadas. Além de<br />
outros projetos de rodovias.</p>
<p><strong>Nova rodovia</strong><br />
A malha viária rondoniense é imensa e com problemas diversos, mas, pelo que foi dito, possível de solução. O que impressiona é o projeto em andamento da construção de uma nova rodovia que começara do Cone Sul a Guajará-Mirim. Um colosso. Resta aguardar pra ver se sai do papel. Mosquini garante que sim. Tenho dúvida devido aos custos e aos entraves ambientais que devem surgir assim que for anunciado o seu traçado.</p>
<p><strong>Barulho</strong></p>
<p>Até os &#8216;candirus&#8217; do Madeira sabem o que significa pavimentar uma rodovia<br />
perto de reservas ambientais e estações biológicas. Sem falar nos hermanos<br />
silvícolas. Vai ser uma gritaria geral dos ambientalistas contra o projeto. Em todo caso: há um custo a ser pago pelo progresso e pelo conforto. Isso não<br />
importa em desrespeitar de forma vulgar e criminosa a legislação ambiental de Rondônia. Minimizando os impactos é possível que os gritos nem surtam efeitos.</p>
<p><strong>Procrastinação</strong><br />
Um pedido de vista feito pelo deputado federal Inocêncio Oliveira (DEMO-<br />
PE) ao requerimento interposto junto a Mesa da Câmara Federal por Marcos<br />
Rogério (PDT) para que seja empossado na vaga de Lindomar Garçon (PV),<br />
apenas procrastinou a defenestração do parlamentar do Partido Verde de<br />
Rondônia. Não há mais nenhum recurso judicial disponível a Garçon para<br />
reverter a perda do mandato.<br />
<strong><br />
Impasse</strong><br />
O movimento paredista da Unir segue sem uma solução a curto prazo. Os<br />
amotinados exigem a renúncia do reitor eleito para retomar a sala de aula.<br />
Já o magnífico diz que não vai sair no grito e acusa os dirigentes que querem<br />
desalojá-lo do cargo de golpistas. De acordo com Januário, os &#8216;cabeças&#8217; do<br />
movimento foram derrotados por ele nas últimas eleições para reitor e que as<br />
denúncias feitas estão sendo averiguadas por uma comissão do MEC. Criou-se aí o impasse.</p>
<p><strong>Desgaste</strong><br />
Ambos os lados têm suas razões, o problema é que o calendário acadêmico<br />
está chegando ao fim e novas turmas de universitários devem ser convocadas a ingressar na Unir no início do ano que se avizinha. Politicamente o atual reitor está desgastado e dificilmente terá condições de concluir seu mandato sem sobressaltos, apesar das alegações de que é um movimento político com o único caráter de apeá-lo do cargo desrespeitando as urnas.<br />
<strong><br />
Hostilidade</strong><br />
Com o impasse é possível que o final desse imbróglio na Unir termine numa<br />
intervenção por uma prazo elástico até que a normalidade seja restabelecida, haja vista que uma nova eleição imediatamente somente aumentaria o clima hostil que se enraizou em nossa Universidade Federal.<br />
<strong><br />
Malefícios</strong><br />
Ninguém gosta de intervenção em tempos democráticos, mas o impasse e a<br />
radicalização instalada na instituição são mais maléficos para toda comunidade acadêmica.<br />
<strong><br />
Sintero</strong><br />
Independente de qual chapa saia vitoriosa hoje nas eleições para a direção<br />
do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado de Rondônia (Sintero)<br />
o principal derrotado será o próprio sindicato. Quem assistiu a campanha<br />
das duas chapas percebeu que as acusações mútuas escondem interesses<br />
contrariados e outros inconfessáveis. O professor que é compelido a contribuir com o famigerado imposto sindical e alheio às virulentas brigas é quem perde com uma entidade que a cada dia definha. Tanto a chapa 1 quanto a 2 representam projetos políticos em detrimento dos interesses de seus filiados. Apesar de escamotearem esta realidade com mentiras na mídia.</p>
<p><strong>Enxugamento</strong><br />
O Incra encaminhou ao Palácio do Planalto uma proposta com mudanças<br />
estruturais para enxugar suas funções e tentar acelerar o programa de reforma agrária. O programa vem sendo criticado pelos movimentos sociais devido a sua lerdeza nesse primeiro ano do governo da presidente Dilma Rousseff.</p>
<p><strong>Tabus</strong><br />
Dentre as alterações em debate há dois assuntos tabus: a atualização de<br />
índices de produtividade (definem quais fazendas podem virar assentamentos) e a diminuição dos juros embutidos em processos em que fazendeiros questionam valor pago pelo Estado em desapropriação.</p>
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		<title>Resenha política por Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 12:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Adiado
Não deverá haver nenhuma mudança no primeiro escalão do Governo antes
do final do ano. Pelo menos é o que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Adiado</strong><br />
Não deverá haver nenhuma mudança no primeiro escalão do Governo antes<br />
do final do ano. Pelo menos é o que a coluna apurou junto a um assessor<br />
palaciano. De acordo com a fonte, Confúcio Moura quer administrar os<br />
problemas governamentais e os egos até o início de 2012 sem exonerar<br />
nenhum secretário. Mas é certo que, entre janeiro e fevereiro, quatro<br />
colaboradores devem ser trocados por não corresponderem às funções. Em<br />
se tratando do nosso oráculo, é melhor ficar com um olho no padre e o outro<br />
na missa, já que nada é surpresa.<br />
<strong><br />
Quase&#8230;</strong><br />
Outro dia, por pouco, o governador não convocou o ex-deputado estadual<br />
Silvernani Santos (Demo) para assumir um importante cargo no palácio<br />
Getúlio Vargas. Ainda são desconhecidos os motivos pelos quais desistiu de<br />
convocar o cardeal do &#8216;Demo&#8217;.<br />
<strong><br />
Aquinhoados</strong><br />
Aliás, os Democratas são os militantes partidários mais aquinhoados no<br />
governo peemedebista de Confúcio Moura. Eles comandam o IPEM, os<br />
Portos, a Saúde, entre outros penduricalhos. Administram um boa fatia<br />
governamental mesmo sendo o partido que mais encolheu no país e em<br />
Rondônia.</p>
<p><strong>Limbo</strong><br />
Pelos nomes que dispõem para 2012, dificilmente os Democratas elegem<br />
alguém na disputada eleição municipal rondoniense. Nem em Ariquemes,<br />
onde vai as urnas pela reeleição o atual alcaide. Nem em Ji-Paraná,<br />
reduto eleitoral de José Bianco, principal cacique na legenda. A saída é<br />
se coligar com candidatos majoritários mais densos para salvar algumas<br />
candidaturas proporcionais senão sucumbem nas urnas e nos espaços<br />
políticos conquistados.</p>
<p><strong>Satisfação</strong><br />
Num evento ocorrido na semana passada no Centro de Treinamento da<br />
Emater, em Ouro Preto do Oeste, ocasião em que discutia algumas saídas</p>
<p>para a questão fundiária rondoniense, o governador revelou que está<br />
satisfeito com as ações colocadas em prática pelo petista Anselmo de Jesus<br />
na condução da Secretaria Estadual de Agricultura.<br />
<strong><br />
Desagrado</strong><br />
Já nas coxias palacianas, as vozes que soam nas orelhas do governador<br />
são em sentido contrário à permanência dos petistas nas principais pastas<br />
da agricultura. Anselmo de Jesus pode sobreviver às pressões, mas seus<br />
companheiros aboletados no Idaron e Emater dificilmente vão resistir quando o carnaval chegar. Os dois petistas que comandam esses órgãos não<br />
agradam a ninguém.<br />
<strong><br />
Piada</strong><br />
O tucano, ex-secretário estadual de Saúde e proprietário de uma faculdade<br />
privada de medicina, Aparício de Carvalho, desceu a lenha na política de<br />
saúde do executivo estadual.<br />
<strong><br />
Coma</strong><br />
É verdade que o governador Confúcio Moura prometeu muito e ainda nada<br />
fez para melhorar a área da saúde, mas o tucano que hoje critica não fez<br />
nada pela área quando foi nomeado para geri-la. Sob a administração de<br />
Carvalho a saúde rondoniense sequer saiu da UTI.<br />
<strong><br />
Arauto</strong><br />
Nas eleições estaduais passadas, contrariando a direção estadual do PSDB,<br />
no segundo turno, o empresário Aparício de Carvalho apoiou o candidato a<br />
governador que ajudou a aprofundar a crise aí instalada. Agora, de forma<br />
oportunista, se posta como arauto. E a saúde permanece em coma.</p>
<p><strong>Rabo</strong><br />
Algumas universidades privadas brasileiras tiveram o número de vagas<br />
disponíveis nos vestibulares diminuídos exatamente por apresentarem<br />
qualidade duvidosa ou não cumprirem com as determinações do MEC<br />
para que possam funcionar de forma razoável. A faculdade de Aparício de<br />
Carvalho está entre uma delas. Criticar incompetência alheia é fácil, mas não é tão fácil esconder o próprio rabo.</p>
<p><strong>Lista</strong></p>
<p>Encontra-se sobre a mesa da Chefe da Casa Civil da presidência da<br />
República o nome do advogado Juacy Loura Filho para ser nomeado juiz do<br />
Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE), pelo quinto constitucional. A nomeação não saiu semana passada por erro material. O mandato é de dois<br />
anos. O advogado compôs uma lista tríplice escolhida pelo próprio TRE.</p>
<p><strong>Impasse</strong><br />
O movimento grevista da Unir não aceitou a proposta feita pelo Reitor<br />
de afastamento por trinta dias, através de férias, e radicalizou ao exigir a<br />
renúncia de José Januário.</p>
<p><strong>Radicalização</strong><br />
Caso fosse aceita a proposta de afastamento por férias, durante trinta<br />
dias os grevistas poderiam vasculhar por lupa todos os supostos malfeitos<br />
eventualmente cometidos na gestão de sua magnificência, visto que a vice-<br />
reitora, apoiadora da greve, assumiria plenamente as funções na Reitoria<br />
e poderia abrir todos os processos e arquivos de forma livre e tranquila<br />
à comissão de sindicância nomeada para averiguar as denúncias feitas.<br />
Optaram em manter a greve e pressionar para que o reitor renuncie ou que o<br />
MEC promova uma intervenção.<br />
<strong><br />
Intervenção</strong><br />
A hipótese do MEC decidir intervir na Unir significará impor um nome para<br />
responder pela instituição até que tudo volte à normalidade e que novas<br />
eleições sejam convocadas. Intervenção deixa traumas, especialmente<br />
numa universidade. Ademais, nada impediria que o nome a ser indicado<br />
para responder pelo período de uma eventual intervenção seja de alguém do<br />
desagrado do movimento paredista.<br />
<strong><br />
Exagero</strong><br />
A declaração do reitor José Januário comparando alguns colegas de<br />
docência e seus discentes com os desgarrados do Urso Branco é absurda.<br />
Já a afirmação de que trata-se de um movimento liderado por &#8216;guerrilheiros&#8217; é exagero.</p>
<p><strong>Combustão</strong><br />
No que pese suas razões em não renunciar nem aceitar a exigência de um<br />
grupo que quer assumir a reitoria a qualquer custo desrespeitando as regras<br />
existentes, Januário comete o erro político ao jogar mais gasolina nesse<br />
fogaréu. Suas declarações ajudam a acirrar os ânimos. Além de não ser<br />
adequadas a quem detém o título de “magnífico”.<br />
<strong><br />
Pancadaria</strong><br />
Outro erro político do atual reitor é insistir que o prédio da Unir Centro seja<br />
desocupado por força policial. Januário viveu dias memoráveis de luta na<br />
Unir, quando ainda estudava geografia, ao apoiar uma greve de fome na<br />
década de oitenta em protesto a um reitor déspota.</p>
<p><strong>Retrocesso</strong><br />
Nem naquela época o reitor de plantão recorreu à força bruta para retirar<br />
na marra os membros do movimento. Hoje, longos anos após os tempos de<br />
chumbo, é inadmissível que estudantes e professores sejam espancados ou<br />
trancafiados por ocuparem um prédio, onde trabalham e estudam. Ocupação<br />
de prédio público sempre foi uma forma de protesto. Não é nada novo, pode<br />
não ser a forma de luta mais correta. Mas não há um registro de que o prédio<br />
tenha sido depredado. É um retrocesso reagir com força bruta contra quem<br />
usa como instrumento de defesa dos seus ideais apenas o verbo.<br />
<strong><br />
Desembarque</strong><br />
Depois de Marcinho VP, Batman, Jerominho, entre outros, desembarca em<br />
Porto Velho o traficante carioca Polegar para ser trancafiado no presídio<br />
federal. Polegar comandava uma quadrilha de tráfico de drogas no complexo<br />
do Alemão, hoje sob o controle das Forças Armadas.</p>
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		<title>Resenha política por   Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 18:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Resistência</p>
<p>Um pequeno grupo peemedebista da capital tenta impedir que o partido opte ano que entra pelo nome do ex-deputado estadual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resistência</strong></p>
<p>Um pequeno grupo peemedebista da capital tenta impedir que o partido opte ano que entra pelo nome do ex-deputado estadual David Chiquilito para encabeçar a chapa à sucessão de Roberto Sobrinho. A resistência parte principalmente de Abelardo Castro Filho, provisoriamente Secretário de Obras do Estado. Castro sonha em ser ungido à disputa. Sabe, no entanto, que os caciques do PMDB possuem outros planos pra legenda em Porto Velho. E sua pretensão não está inclusa!<br />
<strong><br />
Incomodando</strong></p>
<p>Os movimentos políticos que têm colocado a ex-senadora Fátima Cleide (PT) na mídia estão incomodando o staff do prefeito Roberto Sobrinho. O prefeito e sua trupe quer evitar que a ex-senadora seja indicada pelo PT para sua sucessão. O plano é lançar a deputada estadual Epifânia Barbosa.</p>
<p><strong>Goela a baixo</strong></p>
<p>Já os caciques do Diretório Estadual do PT, e que estão em litígio com Roberto Sobrinho, juram que a escolha da candidatura de Porto Velho recairá sobre o nome de Fátima Cleide. Nem que para isto seja necessário uma decisão de cima para baixo com a intervenção de membros do Diretório Nacional.</p>
<p><strong>Malfeito</strong></p>
<p>Nos bastidores políticos o que mais se comenta no momento é a desenvoltura com que um jovem conhecido como “BETO” utiliza os mecanismos institucionais da Seduc de forma&#8230;digamos: nada convencional. Ele tem abordado pessoas em nome do &#8216;chefe&#8217;. Já detectado, seus movimentos estão sendo seguidos por lupa. Votaremos ao assunto.</p>
<p><strong>Lorota</strong></p>
<p>Os professores não terão o que comemorar na data alusiva ao seu dia. Para alguns, a profissão é um sacerdócio. Para outros, vocação. Independente do que sejam, os professores merecem apenas respeito e salários dignos por parte de governantes que, em campanha, prometem tudo. No cargo, nada fazem. Exceto novas promessas. Tem um que só escreve lorota sobre a profissão!<br />
<strong><br />
Conteúdo</strong></p>
<p>O movimento paredista da Unir decidiu manter a greve por tempo indeterminado, mesmo depois que o MEC decidiu investigar as denúncias de supostos malfeitos da atual reitoria. Há uma certa desconfiança de que a verdadeira reivindicação seja somente o afastamento de sua magnificência. Independentemente do resultado da sindicância. Falam que os problemas administrativos são preocupantes e sérios. Podem ser, mas os desentendimentos políticos sempre foram na Unir o conteúdo mais grave.</p>
<p><strong>Mudança<br />
</strong><br />
Está confirmada a mudança na direção da Companhia de Energia de Rondônia. Saí Inácio Azevedo (os petistas ainda resistem em Brasília para mantê-lo) e deverá entrar um nome indicado pelo senador Ivo K-Sol (PP). João Carlos e Alceu da Seosp são os nomes mais cotados para o cargo. Em Brasília, um dossiê sobre o primeiro roda de mão em mão por obra dos desafetos. No INCRA também deverá haver mudanças, os nomes já estão sob apreciação da Casa Civil.</p>
<p><strong>Boquirrasgada</strong></p>
<p>Falando em INCRA, uma assessora do atual superintendente tem dito alguns impropérios contra membros da bancada federal. Como a moça tem a ambição desmesurada em assumir a titularidade da instituição, tece comentários contra quem jamais lhe indicará. No âmbito interno tem perseguido quem não se curva as suas mensuras.<br />
<strong><br />
Sigiloso</strong></p>
<p>Num encontro casual, este escriba conversou demoradamente com o presidente da Assembleia Legislativa, Valter Araújo (PTB). O parlamentar não negou nem confirmou a disposição de colocar seu nome a apreciação do eleitor da capital para suceder Roberto Sobrinho. Mas fez revelações bombásticas. Como foi sob juras do &#8216;off&#8217; a coluna fica impossibilitada de compartilhar com os leitores. Quem sabe outro dia convenço ele permitir a publicação das revelações&#8230;<br />
<strong><br />
Chicote</strong></p>
<p>Quem ouviu o discurso do suplente de senador (temporariamente na titularidade do cargo por afastamento do filho) Reditário Cassol (PP) sobre açoitar meliantes, no Senado Federal, ficou assustado com o que ouviu. Um proposta primitiva sequer pode ser levada a sério. Assisti a cena e não foi nada agradável presenciar a chacota que fizeram com a proposta do chicote do representante de Rondônia.</p>
<p><strong>Pergunta<br />
</strong><br />
Na mesma semana que o pai (Reditário Cassol) defendia de cima do púlpito do Senado Federal chicotadas em meliantes, o filho, Ivo Cassol, em entrevista ao jornalista Arimar de Sá, numa rádio da capital, revelava que havia pedido afastamento das suas funções senatoriais para dar um presente ao pai. No ofício encaminhado a presidência do Senado o argumento foi outro. Por acaso, mentir sobre esta questão concreta é quebra de decoro? Perguntar não ofende. Mas que é grave, é.</p>
<p><strong>Abalroamento</strong></p>
<p>Comenta-se por aí que dois conhecidos vendedores de automóveis de Porto Velho querem mudar de ramo e entra na política para pilotar os destinos da prefeitura de Porto Velho. Noviços no ramo da política são peritos em manobras rápidas e derrapagem. Caberá ao eleitor puxar o freio de mão para impedir aumento do congestionamento da capital e evitar que sejam conduzidos ao paço municipal. Já está demasiadamente engarrafado por candidatos que almejam em estacionar na vaga a ser aberta.<br />
<strong><br />
Polêmica<br />
</strong><br />
O Governo recuou no projeto para contratação de organizações sociais para gerir a área de saúde estadual. É uma proposta polêmica e que vem sendo combatida por todos que manjam do setor, exceto a própria Sesau. O TCU tem criticado muito convênios entre a União e algumas destas organizações pelos malfeitos com que estão sendo utilizados os recursos do contribuinte. Ademais, conforme prescreve nossa carta magna: saúde, educação e segurança são obrigações dos estados. Declinar da competência é no mínimo um atestado de incompetência.<br />
<strong><br />
Inércia</strong></p>
<p>Eis que surge mais uma vez a possibilidade de mudanças no primeiro escalão do executivo estadual. Seguindo a lógica adotada pelo nosso governador quando trocou alguns nomes de seus principais assessores, novidade mesmo não deverá ocorrer. As mudanças feitas anteriormente foram seis por meia dúzia. Ninguém percebeu, exceto o bolso de quem foi defenestrado.</p>
<p><strong>Despedida</strong></p>
<p>O quase ex-deputado federal Lindomar Garçon (PV), em conversa com a coluna, lamentou a forma com que está sendo apiado do cargo de deputado federal. Disse que já está fazendo sua mudança de volta a Porto Velho e vai aguardar um eventual convite de Confúcio Moura para assumir funções de assessoramento. Quem assume a vaga no lugar de Garçon é Marcos Rogério da coligação PMDB, PDT, DEM e PCdoB.<br />
<strong><br />
Perspectivas</strong></p>
<p>Garçon adiantou que é pré-candidato a prefeito de Porto Velho, mas não descarta uma vice desde que aja um bom entendimento que inclua seus projetos de retornar a Câmara Federal nas eleições de 2014. Anunciou que tem conversado com o senador Valdir Raupp, presidente em exercício do PMDB, visando coligações futuras com o seu PV.</p>
<p><strong><br />
Injustiça</strong></p>
<p>No que pese as limitações, o deputado federal Garçon (PV) perde o mandato por uma manobra jurídica arquitetada de forma vil. Nas urnas venceu por quatro vezes as eleições de forma limpa e digna. Uma pessoa de origem humilde, de uma certa ingenuidade e de um caráter lapidar. A forma com que perde o mandato é uma tremenda injustiça.</p>
<p><strong><br />
Exceção</strong></p>
<p>O deputado Jesoaldo Pires (PSB) anunciou que é mesmo pré-candidato a prefeito de Ji-Paraná. Um dos melhores quadros que possui o PSB e um dos melhores parlamentar dessa atual legislatura. Vencendo, ganha a população de Ji-Paraná um político sem mácula e perde o legislativo estadual um formulador de ideias. Jesoaldo é uma exceção numa seara que abunda a mediocridade.</p>
<p><strong>Nanico</strong></p>
<p>Quem continua do mesmo tamanho para as eleições municipais é o PDT. A legenda brizolista não conseguiu filiar ninguém com chances aparente de vitória e virou uma legenda nanica. Na capital está fadado a subir no palanque petista e na maioria do interior, nem isso. Falar com alguém da direção partidária é mais difícil do que conseguir uma audiência privada com o papa. Nanico é assim mesmo, acha que é grande.</p>
<p><strong>Encrencado</strong></p>
<p>O ex-senador Amir Lando, com a possibilidade imediata da posse de Marcos Rogério, passa a ser o primeiro suplente da coligação pilotada pelo seu PMDB. Natan Donadon, deputado federal mais encrencado desta legislatura, deveria tomar mais cuidado porque a qualquer momento Lando é convocado também para assumir na Câmara Federal exatamente em sua vaga. Donadon resiste ao cargo por força de um recurso, mas sem chances de reverter no mérito.</p>
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		<title>Resenha política por Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 13:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Virulência e rispidez
Abespinhado com a forma virulenta com que tem sido tratado o Executivo
Estadual pelo presidente da Assembleia Legislativa, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Virulência e rispidez</strong><br />
Abespinhado com a forma virulenta com que tem sido tratado o Executivo<br />
Estadual pelo presidente da Assembleia Legislativa, o governador Confúcio<br />
Moura decidiu iniciar uma conversa pé de ouvido com cada parlamentar,<br />
individualmente, para tentar consolidar uma base governista e minimizar a forma ríspida e virulenta com que vem sendo tratado por Valter Araújo.<br />
<strong><br />
Base sólida</strong><br />
Moura sabe que o Executivo tem condições de formar uma boa base de<br />
sustentação política, mas sabe também que para que ela seja sólida vai ser<br />
obrigado a ceder: o toma-lá-dá-cá.</p>
<p><strong>Medida certa</strong><br />
A coluna apurou com um parlamentar que conversou com o governador que<br />
as primeiras conversas já renderam juras de fidelidade de sete deputados<br />
estaduais (na hipótese de isso ser possível no mundo político) e tende a se<br />
ampliar na medida em que os demais forem convocados.<br />
<strong><br />
Fatura e degola</strong><br />
Com a bancada petista definhando no legislativo estadual (Hermínio Coelho<br />
migrou para o “hermafrodita” PSD e o deputado Ribamar Araújo não segue<br />
as orientações da casta dirigente e burocrática da legenda), o deputado<br />
estadual Lebrão, por exemplo, já encaminhou ao governador a fatura por sua<br />
fidelidade: mudanças na área agrícola. No bom português, demissão de petista do primeiro escalão e o alvo é o IDARON.</p>
<p><strong>Mão em vespeiro</strong><br />
O Secretário-adjunto da Saúde, o polêmico José Batista, deu um entrevista<br />
numa emissora de TV e tascou uma crítica acerba aos médicos que repercutiu negativamente junto à maioria da categoria. O assunto voltará à pauta do Conselho Federal de Medicina (CFM), que se reúne na primeira semana de novembro em Porto Velho.</p>
<p><strong>Audiência negada</strong><br />
O CFM espera que o governador participe novamente da plenária como<br />
fez da primeira vez. O problema é que o CREMERO (Conselho de Medicina<br />
de Rondônia) não consegue agendar uma reunião com o governador para<br />
convidá-lo. Indo, deverá ouvir também algumas verdades sobre o caótico<br />
setor que jurou promover uma revolução. A conferir!</p>
<p><strong>Sucessão interior</strong><br />
As movimentações visando às eleições municipais de 2012 estão em<br />
andamento, especialmente com o prazo findando para mudança de partido<br />
dos que pretendem disputar as eleições, e também começam os acordos para<br />
garantir a cabeça da chapa majoritária. Em Ji-Paraná, o deputado estadual<br />
Jesualdo Pires (PSB) tenta convencer o PMDB a desistir de candidatura própria e compor de vice em sua chapa. Há resistência dos peemedebistas, mas hoje seria a posição mais acertada porque o deputado &#8216;neossocialista&#8217; possui as melhores chances de vitória.</p>
<p><strong>Pérola do Mamoré</strong><br />
Em Guajará-Mirim, a disputa começa a se formar entre o ex-deputado estadual Miguel Sena (PSDB), o Dr. Dúlcio (PT), Isac Bennesby (PMDB) e o atual prefeito. Tanto Sena quanto Bennesby estão encalacrados com problemas judiciais e vão necessitar de uma assistência jurídica para evitarem ser barrados pelo TRE.</p>
<p><strong>Cone Sul</strong><br />
Já em Vilhena o atual prefeito José Hover (PPS) tentará se manter no paço<br />
municipal mas vai enfrentar uma pedreira: Luizinho Goebel (PP) que, segundo apurou a coluna, deverá contar com Ronaldo Alevato (PMDB) de vice. Ainda há a possibilidade dos Donadons (PTB) entrarem na briga, o que tornará o pleito ainda mais imprevisível.</p>
<p><strong>Pimenta Bueno</strong><br />
Os pimentenses poderão escolher para prefeito os nomes do ex-deputado<br />
estadual Kaká Mendonça (PTB), do empresário Chico Itamais (PMDB), de<br />
Marlene Parra (PT) e do suplente de deputado estadual Brito do Incra (PSC).<br />
Kaká aparece como favorito, mas dependendo do que o STF definir sobre a lei<br />
da ficha limpa o ex-deputado pode ser barrado.<br />
<strong><br />
Briga na capital</strong><br />
O ex-deputado David Chiquilito Erse (PCdoB) se reuniu ontem (segunda-feira) com os caciques do PMDB e discutir a possibilidade de ingressar no partido para ser ungido a candidato a prefeito da capital. O acordo não evoluiu porque uma ala do partido, liderada pelo engenheiro Abelardo Castro, impediu a filiação.</p>
<p><strong>Avaliação tosca</strong><br />
Abelardo Castro se esmera para ser o indicado a candidato a prefeito e<br />
acredita que montando um palanque com as presenças de Confúcio Moura<br />
e Valdir Raupp vence o pleito, razão pela qual refuta o ingresso de Erse na<br />
agremiação. Um erro monumental que comete o PMDB e outro que comete<br />
Castro: o partido, por impedir a filiação de um jovem político promissor, e<br />
o dirigente Castro, por avaliar extemporaneamente e equivocadamente que<br />
somente o prestígio dos dois maiores líderes estaduais é capaz de fazê-lo<br />
prefeito. Restará combinar com “os russos”.<br />
<strong><br />
Filiação pendente</strong><br />
É possível que David Chiquilito ainda se filie ao PMDB. Apesar das resistências esboçadas pela ala de Castro, há dentro do diretório do partido quem trabalhe em surdina para que Erse assine a ficha de filiação. E venha a ser o candidato a prefeito de Porto Velho. Mesmo com as resistências formadas.</p>
<p><strong>Reeleito</strong></p>
<p>O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) reuniu a militância sábado passado,<br />
na Câmara Municipal de Porto Velho, onde discutiu as diretrizes políticas<br />
para as eleições de 2012. Um dirigente nacional (Rubens) do partido fez uma<br />
longa e repetida análise econômica mundial (este paraibano não concordava<br />
com quase nada do que o barbudo pernambucano falava) e, logo depois,<br />
reelegeram Manoel Carlos Neri para presidente da legenda comunista.</p>
<p><strong>Demos</strong><br />
uma passada por lá e revimos alguns conhecidos da velha guarda. Matamos<br />
as saudades juvenis e, para variar, divergimos de quase todos com os quais<br />
conversamos. Exceto com a eleição de Neri.</p>
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		<title>Resenha política por  Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 20:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Exonerados</p>
<p>Não passou despercebido desta coluna a exoneração do Secretário-adjunto da Casa Militar, Major Frederico. Houve também defenestração no Detran nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Exonerados</strong></p>
<p>Não passou despercebido desta coluna a exoneração do Secretário-adjunto da Casa Militar, Major Frederico. Houve também defenestração no Detran nos cargos de Auditor Geral e Chefe da Informática. O primeiro, pelo que a coluna apurou, foi desentendimento com o titular. Nos dois outros casos, ainda é uma incógnita. Pelos comentários nos bastidores novas exonerações vão ocorrer.</p>
<p><strong>Candidatura</strong></p>
<p>A ex-senadora Fátima Cleide confirmou ao Diretório Municipal do PT de Porto Velho que é pré-candidata à sucessão do “companheiro” Roberto Sobrinho. Deverá bater chapa contra a deputada estadual Epifânia Barbosa (predileta do atual alcaide) e com o vereador Claúdio Carvalho. Nas entranhas petistas a disputa interna tende a aumentar a distância política entre grupo da ex-senadora e do prefeito.</p>
<p><strong>Acordo</strong></p>
<p>Em maio passado, segundo uma fonte com acesso privilegiado ao PT, houve um acordo envolvendo a deputada Epifânia Barbosa e dois outros grão-petistas para que a deputada desistisse de disputar a prefeitura da capital caso optasse em assumir a presidência estadual da legenda. Feito o acordo, os dois grão-petistas desistiram de disputar a presidência do PT favorecendo a parlamentar.<br />
<strong><br />
Nitrato</strong></p>
<p>Quatro meses depois, a deputada Epifânia Barbosa sinaliza que pretende quebrar o acordo e disputar a indicação do PT a sucessão de Roberto Sobrinho. Segundo a mesma fonte, a quebra do acordo põe mais combustão na fogueira de vaidades que assola o partido na capital.<br />
<strong><br />
Blefe</strong></p>
<p>Poucos &#8216;cardeais&#8217; das principais legendas acreditam que o PR e o PSDB levem até o fim a intenção de lançar o ex-deputado federal Miguel de Souza a prefeito de Porto Velho. À coluna Miguel tem assegurado que vai até o fim, mas seus movimentos nos bastidores não confirmam suas intenções.</p>
<p><strong>Matrimônio<br />
</strong><br />
O PR de Miguel de Souza já anda sendo assuntado pelos petistas para que componham numa mesma coligação. Isto na hipótese do PMDB decidir por uma candidatura solo. Apesar dos problemas nacionais envolvendo as duas siglas ninguém acredita que o PR de Rondônia resista a um pedido de &#8216;acasalamento&#8217; dos petistas.</p>
<p><strong>Revelação</strong></p>
<p>Já o ex-candidato a governador e presidente do PSDB de Rondônia, Expedito Junior, revelou a coluna que as conversas nos bastidores com o PT estão de vento em popa. De acordo com Junior, não há nenhum problema que as duas principais agremiações partidárias que se digladiam nacionalmente estejam juntas nas eleições municipais de Porto Velho e Cacoal. Ele informou que mantém relações estreitas com o prefeito petista Roberto Sobrinho, fiador das negociações. Seria engraçado vê-los num mesmo ninho, uma possibilidade que este &#8216;cabeça-chata&#8217; não duvida.</p>
<p><strong>Lorota</strong></p>
<p>O ex-governador João K-Ula (lembram dele?), presidente do PPS, tem se colocado também como pré-candidato a prefeito da capital. Lorota. K-Ula assumiu o governo em circunstâncias anômalas (todas sabem) e nunca conseguiu lograr êxito nas urnas. Hoje, mesmo que seu inventor (o senador K-Sol) voltasse a ungi-lo à disputa, o fracasso nas urnas seria inevitável. No que pese ser uma pessoa afável.</p>
<p><strong>Mobilização</strong></p>
<p>Os petistas que ocupam cargos no primeiro escalão na área da agricultura no Governo do Estado estão em Brasília para cobrar aos seus companheiros que ocupam cargos no primeiro escalão do Governo Federal ajuda para os principais projetos na área agrícola de Rondônia. A mobilização é parte de uma estratégia para dar mais visibilidade aos petistas aboletados nos cargos estaduais e projetar alguns deles às eleições municipais. O objetivo da mobilização pode não ser o mais republicano, mas a causa é nobre.</p>
<p><strong>Crise</strong></p>
<p>Há dezessete anos respondi pela assessoria de imprensa da nossa Universidade Federal na gestão José Dettoni e Ari Ott. Acompanhei a luta de ambos para que os &#8216;campi&#8217; fossem consolidados e expandidos. E vivencei os conflitos políticos internos (naturais em qualquer academia), mas é lamentável constatar que esses conflitos sempre descambam para o campo pessoal. Não é a primeira vez que pedem para que o reitor eleito fique impedido de exercer o cargo. Independente do que ocorra, a Unir sobreviverá. É melhor expor a crise do que escondê-la. Os muros da universidade não podem servir de empecilhos para que a sociedade não enxergue sua crise. Ela existe.</p>
<p><strong>Amigos</strong></p>
<p>Conheço muitos docentes da Unir. Quase todos com os quais convivi e convivo são doutores e possuem currículos vistosos. Já divergi de vários deles e eles de mim. Antes a maioria era do mesmo grupo, hoje convivem em campos políticos antagônicos. Ouvi atentamente um de cada lado. E cheguei a única conclusão: por serem meus amigos não vou meter meu bedelho nos fatos da crise. Por enquanto&#8230; Mas torço para que a Unir siga seu desiderato de contar em seus quadros com bons intelectuais. E produza bons profissionais.</p>
<p><strong>Silêncio</strong></p>
<p>O presidente-índio Evo Morales mandou baixar o tacape nos compatriotas durante uma manifestação dos silvícolas contra a construção de uma estrada dentro de uma reserva indígena da Bolívia. O que mais intriga é o silêncio perturbador dos &#8216;camaradas&#8217; e &#8216;companheiros&#8217; de luta da América Latina em não condenar o ato insano. Como diria Galeano: “são as veias abertas”&#8230;</p>
<p><strong>Regabofe</strong></p>
<p>Nesta quarta-feira vou jantar com o Secretário de Estado da Saúde, aqui em Brasília. Esta coluna tem feito críticas duras aos gestores da área e será uma boa oportunidade para ouvir do próprio as ações proativas que estão sendo implementadas. Caso existam farei o registro na próxima coluna. O convite partiu do próprio secretário.</p>
<p><strong>Romaria</strong></p>
<p>Quem desembarca também amanhã (quarta-feira) na capital federal é o governador Confúcio Moura para fazer um périplo pelos ministérios em busca de recursos para Rondônia. Nos próximos dias a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, devem passar pelo estado para visitar e inaugurar novas alas do Hospital Regional de Cacoal.</p>
<p><strong>Críticas<br />
</strong><br />
O governador fez corretamente duras críticas às empresas proprietárias e construtoras das Usinas do Madeira que destinaram pequenas quantias para as políticas de compensações, visto que vão embolsar quantias enormes com a produção de energia elétrica. Moura afirmou que os recursos das compensações não representam “coisa nenhuma” para a capital em relação aos problemas que estão provocando com as demissões que promoveram e as que estão por vir.</p>
<p><strong>Demissões</strong></p>
<p>Esta coluna apurou que as Usinas estão programando para o final do ano nada menos do que a dispensa de cerca de doze mil operários. Vai ser uma balbúrdia para as famílias e para a municipalidade. Pense num presente de grego que preparam para o ano novo!</p>
<p><strong>Greve</strong></p>
<p>O Governo que se prepare: alguns segmentos do serviço público estadual se organizam para desencadear seus movimentos paredistas e reivindicar melhores salários. Deveria o executivo estadual se antecipar às eventuais paralisações e abrir canais de negociações antes que uma greve venha à tona. E abrir as finanças do estado às entidades sindicais para que tenham conhecimento da capacidade financeira da &#8216;viúva&#8217; de atender tais reivindicações. Dialogar com franqueza ainda é a melhor saída no mundo civilizado. Sem tacape, claro!</p>
<p><strong>Exceção</strong></p>
<p>A coluna abre espaço (mesmo não sendo social) para felicitar um amigo fraterno que faz aniversário hoje: Gilberto Thiago de Moraes. Trata-se de uma pessoa que se confunde com os familiares. Um grande abraço a meu amigo. Pena hoje não poder confraternizar contigo devido à questão geográfica. Mas domingo acendo a churrasqueira de casa pra te homenagear.</p>
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		<title>Resenha política por Robson Oliveira</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 12:42:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: left;">
Reunião
Ontem, em Brasília, os parlamentares que compõem a bancada federal de Rondônia no Congresso Nacional participam do primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">
<strong>Reunião</strong><br />
Ontem, em Brasília, os parlamentares que compõem a bancada federal de Rondônia no Congresso Nacional participam do primeiro jantar oficial com o governador Confúcio Moura. A ideia de tentar reunir governo e parlamentares federais foi de Confúcio Moura e da coordenadora da bancada, Marinha Raupp.</p>
<p><strong>Queixas</strong><br />
Alguns parlamentares federais não escondem descontentamento com a forma de agir do governador junto aos órgãos federais. Reuniões agendadas pelo governador com ministros e dirigentes de estatais não são informadas às assessorias dos parlamentares.<br />
<strong><br />
Alternativa</strong><br />
De duas uma: ou Confúcio Moura dispensa a interlocução dos deputados federais e senadores junto ao Governo Federal por não confiar em nenhum deles, ou tem prestígio suficiente para resolver as pendengas de interesse de Rondônia junto a União sem ajuda de intermediário. E as queixas só aumentam.</p>
<p><strong>Balançando</strong><br />
Continua na corda bamba a situação do Chefe da Casa Civil, Ricardo de Sá. As críticas ao desempenho do secretário junto a Assembleia Legislativa diminuíram, mas nas ações internas de Governo aumentaram. O governador tem evitado o assunto para não desgastar a administração e abrir flacos de disputas políticas pelo cargo. Entretanto, uma fonte palaciana informou a coluna que a decisão de trocar o titular já esta tomada. É questão de dias.</p>
<p><strong>Estourado</strong><br />
Alguns professores têm enviado e-mails à coluna com muita informação da Secretaria de Educação. Nenhuma, infelizmente, alivia a atuação do novo pupilo que Confúcio Moura aboletou na titularidade da pasta. Dizem que o rapaz trata as pessoas que ousam discordar dele com rispidez e desrespeito. Além, claro, da falta<br />
de conhecimento técnico da área.<br />
<strong><br />
Carta</strong><br />
A professora Antônia Machado Lira Geisel, por exemplo, nos enviou uma carta aberta narrando alguns fatos que ocorrem na SEDUC e que deveriam ser informados ao governador. Um deles é o festival de diárias. Na missiva a professora critica o atual secretário e elogia a coragem do governador em cancelar o JOER (Jogos<br />
Estudantis de Rondônia) que, segundo ela, eram realizados ao arrepio da lei e com todos os malfeitos possíveis. Enumera uma lista enorme de supostas ilegalidades (não apontamos uma a uma e os envolvidos porque a professora não anexou as provas) e aponta suas críticas para uma suposta leniência do TCE ao permitir a forma como contrataram os serviços para a realização desses jogos no governo passado. Uma carta dura e com denúncias que precisam ser apuradas.</p>
<p><strong>JOER</strong><br />
Ao contrário de alguns colegas articulistas, este escriba achou correta a decisão do governador de cancelar os jogos estudantis ao perceber que ali estava uma das sangrias que sugam os parcos recursos para a educação.<br />
<strong><br />
Legalidade</strong><br />
Os jogos estudantis são essenciais à educação e ao desenvolvimento do desporto, mas seus organizadores precisam tomar consciência de que necessitam realizá-los dentro dos ditames prescritos nos princípios norteadores da administração pública. Foi a primeira vez que cancelaram os jogos, um ato de coragem, visto que não é a primeira vez que denúncias são feitas contra a forma com que montam os processos para a realização do evento.</p>
<p><strong>Candidatura</strong><br />
O deputado federal Mauro Nazif (PSB) revelou à coluna que pode voltar a disputar as eleições municipais, em Porto Velho. A princípio Nazif vinha descartando a possibilidade, mudou de opinião depois de ouvir apelos fortes do sindicalismo ligado aos servidores públicos. Com atuação marcante no Congresso Nacional na defesa<br />
das categorias e autor de vários projetos relacionados à jornada de trabalho, o parlamentar volta à disputa revigorado.</p>
<p><strong>Resistências</strong><br />
Um petista graduado explicou à coluna que a ex-senadora Fátima Cleide pode ser preterida pelo partido para suceder Roberto Sobrinho devido as suas posições em favor das minorias, em especial dos homossexuais. Alegam que possuem uma pesquisa que revela uma rejeição enorme da senadora nos meios evangélicos<br />
exatamente devido às posições em favor das minorias e do aborto. Na capital, os evangélicos somam um contingente considerável dos eleitores. E os dois temas são polêmicos e geram debates acirrados.</p>
<p><strong>Serpentário</strong><br />
Os aliados do prefeito Roberto Sobrinho dentro do PT não escondem a predileção pela solução da candidatura da deputada estadual Epifânia Barbosa ou do vereador Cláudio Carvalho. Em estatura política e eleitoral, a ex-senadora é maior que os dois, juntos. Mesmo sem mandato. Quem vai decidir são os filiados ao PT e naquele &#8217;serpentário&#8217; nem sempre quem ganha é o melhor.</p>
<p><strong>Carta fora</strong><br />
Já o deputado estadual Hermínio Coelho (PT) que fez graves acusações ao prefeito e correligionário Roberto Sobrinho é carta fora da disputa. Foi obrigado a recolher a língua para evitar uma expulsão do partido e manter seu mandato. As denúncias feitas, apesar de graves, não renderam maiores preocupações para o alcaide.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Incompetente</strong><br />
Falando do prefeito da capital, pode ser que as obras em execução, quando prontas, recuperem sua popularidade junto a maioria do eleitorado. Enquanto isso não acontece a cidade virou um verdadeiro buracão com um poeirão que causam transtornos no trânsito e problemas respiratórios. Hoje Sobrinho é quase uma<br />
unanimidade: de incompetência.</p>
<p><strong>Isenção</strong><br />
Quem primeiro denunciou a vergonhosa isenção fiscal que o Governo de Rondônia quer conceder para as usinas Jirau e Santo Antônio foi esta coluna. Já avisávamos que havia gente da boca grande aguardando apenas o decreto para se dar bem com o privilégio. Depois que veio à tona a desavergonhada isenção, com prejuízos para os cofres rondoniense na bagatela de mais de um bilhão de reais, o &#8216;negócio&#8217; começou a minguar, o que deixou os bocudos de lábios contraídos e irritados.<br />
<strong><br />
Fritura</strong><br />
Em Brasília, em qualquer corredor do Congresso Nacional, é corrente a aposta de que o governo da presidente Dilma Rousseff não se sustenta por muito tempo caso ela insista em fritar os partidos da base aliada. Já há quem defenda a cassação da presidente depois que ela deu início à faxina nos Ministérios.<br />
<strong><br />
Conspiração</strong><br />
Existe a suspeita de que reside nas emendas o mapa da mina que pode fisgar boa parte dos congressistas. Uma faxina por inteiro nas emendas é quase impossível porque poderia mergulhar o Legislativo numa crise sem precedentes e com implicações constitucionais perigosas. A faxina deverá ficar por onde começou e a<br />
turma do &#8216;panos quentes&#8217; já está em campo tentando apagar a crise e abortar as eventuais conspirações.</p>
<p><strong>Reforma</strong><br />
É possível que Dilma seja obrigada a antecipar a reforma de um ano do seu ministério para tentar evitar o aprofundamento da crise em sua base de apoio político depois que o encrencado PR anunciou seu desligamento. A presidente tem sido firme até o momento e demitido os colaboradores encalacrados com malfeitos.</p>
<p>A pergunta é: tem força pra continuar firme? A ver!</p>
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		<title>Decisão como a do suspeito juiz de Porto Velho só favorece a corrupção</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 12:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A corrupção é um mal em todo o mundo, mas no Brasil já é epidemia.  E o pior é perceber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A corrupção é um mal em todo o mundo, mas no Brasil já é epidemia.  E o pior é perceber que é grande em nossa sociedade a cultura de tolerância ao desvio de dinheiro público. O fato, associado a outros ingredientes, como o fórum privilegiado a autoridades e a lenta ação da Justiça, tornam a corrupção uma prática corriqueira, estimulante.</p>
<p>Aqui em Brasília o foco agora é o Ministério da Agricultura.  Um lobista chamado Júlio Fróes tinha até sala dentro do Ministério para tratar das licitações e redação de editais que favoreceriam com contratos milionários seus amigos empresários. Por conta disso, o secretário-executivo da pasta pediu demissão.</p>
<p>O Centro Político e Administrativo, CPA, obra imensa destinada a abrigar secretarias estaduais do governo de Rondônia, está sob suspeita. A obra, que já chega a mais de R$ 180 milhões – o valor inicial era bem menos -, até agora não ficou pronta. Está atrasada. E existem várias irregularidades.</p>
<p>Esta semana o juiz José Jorge Ribeiro da Luz, acusado de corrupção ativa, preso na Operação Dominó – aquela que prendeu a maior autoridade do Judiciário rondoniense, o presidente do TJ Sebastião Chaves -, mandou calar a voz do radialista e advogado Arimar de Sá e a Rádio Cultura FM, onde Sá apresenta “A Hora do Povo”.</p>
<p>Não se pode falar da empresa Engecom de Engenharia, supostamente envolvida nas irregularidades da mega obra. Não se pode, por conseqüência, falar da paralisação e irregularidades que cercam o CPA.</p>
<p>Francamente, a decisão não passa de censura. Não há nada que impeça a divulgação de fatos com indícios relevantes de desvio. O importante é estabelecer o contraditório, sempre.</p>
<p>Decisão como a desse suspeito juiz só favorece corruptos  e a corrupção.<br />
<strong><br />
Tarso Genro</strong></p>
<p>No 3º Encontro da Mensagem ao Partido, o governador Tarso Genro, que faz parte da tendência no PT, disse que há riscos do partido vir a ser mais um partido tradicional, no sentido de que o único propósito é buscar  resultados eleitorais. Por isso defendeu a renovação das utopias, a permanente luta em defesa dos princípios que o tornaram um partido de grande aceitação na sociedade brasileira.</p>
<p><strong>Globo</strong></p>
<p>As Organizações Globo divulgaram neste sábado documento com princípios editoriais que deverão ser seguidos por todas as empresas jornalísticas do grupo.  Interessante a iniciativa. Mas é preciso ler o documento primeiro para ver se a teoria casa com a prática. Em se tratado da Globo, todo cuidado é pouco.</p>
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