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	<title>Rondônia digital &#187; Economia</title>
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	<description>Notícias de Rondônia</description>
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		<title>Banco do Brasil vai reduzir ainda mais taxas de juros das linhas de crédito; anúncio será feito nesta sexta</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>São Paulo – A estratégia de apostar no poder de consumo da nova classe média brasileira continuará a ser seguida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo – A estratégia de apostar no poder de consumo da nova classe média brasileira continuará a ser seguida pelo Banco do Brasil (BB), que deve anunciar, amanhã (4), novas medidas envolvendo o programa Bom pra Todos, com linhas de crédito ainda mais acessíveis. As novas reduções na taxa de juros cobrada sobre os financiamentos, no entanto, só devem contemplar, desta vez, as operações voltadas para as pessoas físicas.</p>
<p>Segundo o balanço financeiro da instituição divulgado hoje (3), o Bom pra Todos, lançado no mês passado com linhas de financiamento a juros menores, tanto para pessoas físicas quanto para pequenas e médias empresas, encerrou abril com adesões superiores a 124 mil pacotes de serviços. O vice-presidente de Gestão Financeira, Mercado de Capitais e Relações com Investidores do BB, Ivan Monteiro, informou que, no caso das pessoas físicas, os desembolsos diários aumentaram em mais de 50% passando de R$ 190,5 milhões para R$ 288,5 milhões.</p>
<p>Monteiro disse que há uma perceptível migração de clientes de instituições do setor privado depois da política de redução das taxas de juros. Sobre o novo público que passou a integrar a base de correntistas, com a ascensão para a classe média, o executivo disse que o objetivo é o de estar cada vez mais próximo desses clientes “oferecendo opções de crédito a custos bem inferiores aos do mercado e aos que eles tinham acesso anteriormente, como exemplo agiotas e coisas do gênero”.</p>
<p>Apesar da maior facilidade de acesso ao crédito, o BB, de acordo com Monteiro, não tem se descuidado da avaliação do risco na hora de emprestar o dinheiro, tanto que a inadimplência tem-se mantido abaixo da média do mercado. No primeiro trimestre, as operações vencidas há mais de 90 dias alcançaram 2,2% da carteira de crédito ante os 3,7% registrados no Sistema Financeiro Nacional.</p>
<p>O crédito concedido à pessoa física somou R$ 133 bilhões, alta de 14,2% em relação ao registrado há um ano. Esse volume corresponde a 28,1% da carteira total da instituição. As operações do crédito consignado atingiram R$ 52,6 bilhões, com um crescimento de 14,3%. Já os financiamentos para as empresas aumentaram 17,8%, totalizando R$ 211,4 bilhões.</p>
<p>Quanto à queda de 14,7% no lucro líquido, no primeiro trimestre, cujo volume atingiu R$ 2,5 bilhões, Monteiro explicou que isso se deve a questões sazonais. Ele acredita, no entanto, que esse fator não comprometerá as metas de desempenho ao longo do ano.</p>
<p>Fonte: Marli Moreira &#8211; Agência Brasil</p>
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		<title>Caixa anuncia queda nos juros do financiamento da casa própria</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 13:37:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Graziela Azevedo</p>
<p>A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta quarta-feira (25), a redução nas taxas de juros para o financiamento imobiliário. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Graziela Azevedo</p>
<p>A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta quarta-feira (25), a redução nas taxas de juros para o financiamento imobiliário. Para imóveis de até R$ 500 mil, no Sistema Financeiro de Habitação, os juros passaram de 10% ao ano para 9% ao ano.</p>
<p>Com os aluguéis muito altos nas grandes cidades do país, o grande dilema é: alugar ou comprar. Porém, com as novas taxas, as condições para financiar a compra da casa própria estão cada vez melhores.<br />
saiba mais</p>
<p>Conheça as novas taxas</p>
<p>Como muitos brasileiros, a advogada Guiomar Marotti Dumont quer alugar um apartamento, mas não consegue. “Quando você encontra, o valor é muito alto, pelo menos é fora daquilo que eu tenho a intenção de pagar, que esteja nas minhas condições”, explica.</p>
<p>O corretor Sérgio Luiz Malagrana explica o cenário: “A oferta de imóveis para locação está baixa. Então automaticamente, pela lei econômica, a oferta fica baixa e a tendência do preço é subir. Por isso, a gente tem essa dificuldade”.</p>
<p>Uma simulação simplificada mostra que há cinco anos um financiamento de R$ 200 mil, com taxa de juros de 15% a ser pago em dez anos, resultava uma prestação de cerca de R$ 4 mil. Hoje, esses R$ 200 mil podem ser financiados em 30 anos, com uma taxa de juros de 11% e com a prestação caindo para cerca de R$ 2.3 mil.</p>
<p>O problema é que R$ 200 mil compram um imóvel bem inferior e para adquirir o que se quer é preciso se preparar para uma dívida muito longa. “Hoje você encontra prazo de financiamento de imóveis de 15, 20, 30 anos e aquela parcela vai representar bastante no gasto mensal das famílias. É assim no mundo todo e está começando a ser assim no Brasil”, explica o economista Eduardo Zylberstajn.</p>
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		<title>ICMS sobre produtos importados tem alíquota unificada em 4%</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 12:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou ontem a unificação, em 4%, das alíquotas interestaduais do ICMS incidente sobre produtos importados. A medida valerá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou ontem a unificação, em 4%, das alíquotas interestaduais do ICMS incidente sobre produtos importados. A medida valerá a partir de 1º de janeiro de 2013. O texto aprovado no Plenário foi o substitutivo da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ao Projeto de Resolução do Senado (PRS) 72/10, e agora vai à promulgação.</p>
<p>O PRS 72/10, de Romero Jucá (PMDB-RR), pedia inicialmente alíquota zero nas transações interestaduais com importados. O substitutivo da CAE foi redigido pelo relator da proposta na comissão, Eduardo Braga (PMDB-AM).</p>
<p>A intenção da proposta, que tem o apoio do governo, é acabar com a chamada guerra dos portos, incentivos que alguns estados concedem à importação. Em geral, o produto importado é tributado em 18% de ICMS, sendo 12% no estado onde foi desembarcado (origem) e 6% no estado onde será vendido ao consumidor (destino).</p>
<p>Para atrair empresas importadoras e ampliar a movimentação de seus portos, alguns estados de origem dão um subsídio, chamado crédito presumido, que devolve 75% do valor do ICMS pago. Assim, a alíquota de 12% cobrada na origem cai, na prática, para 3%. O total de ICMS pago pelo produto importado fica, então, em 9%: 3% no estado de origem e 6% no estado de destino.</p>
<p>Assim, o subsídio faz com que o produto importado entre no país em condições mais favoráveis do que o produto nacional, que, sem subsídios, paga os 18% da alíquota inicial de ICMS. Isso desfavorece a produção nacional e contribui para a desindustrialização do país, segundo o governo e a indústria.</p>
<p>A discussão da proposta em Plenário foi marcada pelo protesto dos senadores da oposição e também pelos representantes do Espírito Santo, de Goiás e de Santa Catarina, os estados mais prejudicados pela unificação.</p>
<p>Emendas<br />
Duas emendas, dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Luiz Henrique (PMDB-SC), estabeleciam compensações, pela União, para os estados prejudicados com o projeto.</p>
<p>Ambas tiveram parecer pela rejeição, apresentados pelos relatores nas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Assuntos Econômicos (CAE), respectivamente Armando Monteiro (PTB-PE) e Eduardo Braga. Líder do governo no Senado, Braga explicou que as emendas “são meritórias”, mas extrapolam a competência do Senado.Por ser um substitutivo, o texto da CAE foi submetido a duas votações no Plenário.</p>
<p>Na primeira, foi aprovado com 58 votos a favor e 10 contrários. No turno suplementar, por 52 a 12. Uma emenda apresentada por Vanessa Grazziotin (PCdoB–AM) e por 37 outros senadores passou com 56 votos a 12. Ela excetua da unificação os bens e mercadorias ­importados sem similar nacional e os que obedecem a processos produtivos básicos — como os da Zona Franca de Manaus.</p>
<p>Justificando posição favorável à emenda, Braga disse que o Senado não poderia ir de encontro a políticas já estabelecidas, como a que define o processo produtivo básico.</p>
<p>Vanessa afirmou que, como o objetivo da matéria é preservar a indústria nacional, fica justificada a isenção para produtos sem similar nacional, assim como para mercadorias protegidas pelos processos produtivos básicos.</p>
<p>O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) afirmou, no entanto, que o projeto traz inconstitucionalidades e criticou a emenda da senadora amazonense.</p>
<p>Fonte: Jornal do Senado</p>
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		<item>
		<title>Comissão aprova unificação do ICMS</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/economia/comissao-aprova-unificacao-do-icms/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 13:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Depois de muita discussão e em clima de tensão e atrito entre senadores governistas, a Comissão de Assuntos Econômicos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muita discussão e em clima de tensão e atrito entre senadores governistas, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) aprovou ontem a proposta de unificar em 4% a alíquota do ICMS em operações interestaduais envolvendo produtos importados, acabando com a guerra fiscal entre portos brasileiros. Hoje, o ICMS nessas operações varia entre 12% e 7%, dependendo da região do estado.</p>
<p>A proposta foi aprovada por 20 votos a favor e apenas seis contra. Por determinação da presidente Dilma Rousseff, o governo usou o “rolo compressor”, ignorando a resistência dos governadores e até pedidos de senadores aliados para que a votação fosse adiada. O governo quer votar a proposta hoje à tarde. A nova regra entra em vigor em janeiro do ano que vem.</p>
<p>O modo duro como o governo conduziu a votação provocou um bate-boca entre os senadores petistas José Pimentel (CE) e Lindbergh Farias (RJ): o primeiro queria a votação ontem e o segundo, o adiamento.</p>
<p>- Não é trabalho de Vossa Excelência, senador Pimentel, atuar como bedel. Não tenho de dar satisfação nenhuma à bancada. Como líder do governo, não tem o papel de ficar dando pito. Eu não lhe devo satisfação! – disse Lindbergh, no plenário do Senado mais tarde.</p>
<p>- Não retiro um milímetro da minha atuação na Comissão de Assuntos Econômicos – rebateu Pimentel.<br />
A aprovação da Resolução 72 é o primeiro passo, dentro do Senado, para a aprovação do chamado minipacote tributário. O texto final foi apresentado pelo líder do governo no Senado e relator na CAE, Eduardo Braga (PMDB-AM), contrariando os interesses de três estados: Santa Catarina, Espírito Santo e Goiás.</p>
<p>Autor: Rondonoticias</p>
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		<title>Inadimplência tem alta de 4,9% em março, aponta Serasa</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 14:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A inadimplência do consumidor brasileiro teve em março a primeira alta mensal deste ano, de 4,9% sobre fevereiro, informou nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A inadimplência do consumidor brasileiro teve em março a primeira alta mensal deste ano, de 4,9% sobre fevereiro, informou nesta segunda-feira a Serasa Experian.</p>
<p>Em comparação com o mesmo período do ano passado, a inadimplência cresceu 19,8%, de acordo com comunicado. No trimestre, o índice apontou alta de 18,2%.</p>
<p>Segundo economistas da Serasa Experian, o aumento da inadimplência no mês passado deve-se a pressões do IPVA e, ainda, de IPTU e material escolar.</p>
<p>&#8220;Os juros elevados também continuam impactando o consumidor mais endividado no cheque especial e no rotativo do cartão de crédito&#8221;, segundo comunicado.</p>
<p>O efeito calendário também contribuiu para a alta do indicador, já que fevereiro teve 19 dias úteis, e março, 22.</p>
<p>Todas as modalidades da inadimplência apresentaram alta. O segmento não bancário -cartões de crédito, financeiras e outros- teve 6,9% mais pagamentos não honrados, enquanto os cheques sem fundo cresceram 18 por cento.</p>
<p>As dívidas com os bancos e os títulos protestados contribuíram com 0,1% e 0,3%.</p>
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		<title>Prefeitura de Cacoal e produtores rurais irão inaugurar Mini-Laticínio</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 20:54:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>
Magda Oliveira</p>
<p>O prefeito de Cacoal, padre Franco Vialetto, em parceria com o presidente da Cooperativa dos Agricultores Agropecuários de Cacoal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2012/03/imp2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-81223" title="imp2" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2012/03/imp2-620x415.jpg" alt="" width="620" height="415" /></a><br />
Magda Oliveira</p>
<p>O prefeito de Cacoal, padre Franco Vialetto, em parceria com o presidente da Cooperativa dos Agricultores Agropecuários de Cacoal – COOPROAC, Nivaldo Kester, irá inaugurar na próxima sexta-feira, 30, as 10h00 o Mini-Laticínio, que fica localizado na Avenida Castelo Branco, n. 24.153, no Parque Industrial, saída para Ji-Paraná. Durante a cerimônia estarão presentes várias autoridades do Estado.</p>
<p>Segundo Kester, este laticínio irá beneficiar todos os produtores do município e a população em geral, já que é o primeiro do município e irão fabricar leite pasteurizado. Este laticínio foi construído através da contrapartida da prefeitura, emendas parlamentares do senador Valdir Raupp e da deputada Marinha Raupp e recurso dos próprios produtores rurais. O município também contribuiu com a doação do terreno, onde irá funcionar o laticínio, terraplanagem, bloqueteamento, pintura e manutenção da área.</p>
<p>Segundo Nivaldo o laticínio veio para valorizar o produto deles, “a construção do laticínio serviu para melhorar o valor de mercado e a qualidade do leite, que agora será pasteurizado, agora nós iremos vender nosso produto para a merenda escolar do município”, disse satisfeito o produtor.</p>
<p>Já para o secretário de Indústria e Comércio, Adeuvaldo Gomes de Brito, a inauguração do laticínio irá ajudar a manter os produtores na área rural, “esse laticínio irá proporcionar, mais empregos, renda financeira, e beneficiar a todos os moradores, pois é como se fosse uma corrente, um vai puxando e melhorando a vida de todos”, disse Adeuvaldo.</p>
<p>Kester também aproveitou a oportunidade para fazer seus agradecimentos, “agradeço a prefeitura de Cacoal, câmara municipal, senador Valdir Raupp, deputada Marinha Raupp, mas principalmente os produtores rurais que se uniram para a concretização desse sonho”, disse emocionado o presidente.</p>
<p>Fotos: Amável Pereira</p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman';"><strong><br />
</strong></span></p>
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		<title>Consumidores antecipam compras de chocolates para a Páscoa</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/capa/consumidores-antecipam-compras-de-chocolates-para-a-pascoa/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 20:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Aumento de 11% nas vendas de chocolate é o esperado para a Páscoa de 2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2012/03/m_pascoa1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-81211" title="m_pascoa" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2012/03/m_pascoa1-620x465.jpg" alt="" width="620" height="465" /></a>Aumento de 11% nas vendas de chocolate é o esperado para a Páscoa de 2012, segundo pesquisa no Porto Velho Shopping. A procura pelos ovos de chocolate e outros itens da data já movimenta o comércio do doce.</p>
<p>“Como este ano a Páscoa acontece logo no início de abril, as vendas ficam divididas entre março e o mês da comemoração. Então, 55% das vendas acontecem em março e 45% em abril. Em 2012 as lojas se prepararam com estoques maiores, e o público tem correspondido, se antecipando nas compras”, explica Diogo Silva, Supervisor de Pesquisa do Porto Velho Shopping.</p>
<p>Exemplo disso é o estoque das Lojas Americanas, que aumentou em 50% a quantidade de ovos de chocolate. A expectativa da rede é vender todos antes do dia 8 de abril, quando é comemorado o evento em 2012. No ano anterior, todo o estoque da loja havia finalizado dois dias antes da Páscoa.</p>
<p>A disponibilização de chocolates no Porto Velho Shopping acontece durante todo o ano, mas nas lojas especializadas, na época da páscoa, o destaque são os ovos trufados e lançamentos como o Ovo de 6Kg da Cacau Show e o Ovo Collection da Kopenhagen, que só tem mais um na loja, há 15 dias da Páscoa.</p>
<p>Na Cacau Show a projeção nacional é vender 28% a mais que no ano passado. Já na Kopenhagen o aviso, aos amantes dos chocolates, é se antecipar e garantir o doce de preferencia para não ficar sem neste 8 de abril.</p>
<p>Promoções</p>
<p>Além das delícias, as promoções também chamam a atenção na Páscoa do Porto Velho Shopping. As oportunidades incluem a compra de mais de uma unidade e diminuição no valor das unidades, acúmulo de pontos para trocar por chocolates, sorteio de ovos de chocolate e até R$ 1 milhão em barras de ouro a cada R$ 50,00 em compra.<br />
Fonte: Assessoria</p>
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		<title>Dilma culpa crise europeia por baixo crescimento e cobra solução de Merkel</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/economia/dilma-culpa-crise-europeia-por-baixo-crescimento-e-cobra-solucao-de-merkel/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 14:54:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>BBC Brasil</p>
<p>A presidenta Dilma Rousseff responsabilizou nesta terça-feira a crise nos países desenvolvidos pela desaceleração econômica nos países emergentes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BBC Brasil</p>
<p>A presidenta Dilma Rousseff responsabilizou nesta terça-feira a crise nos países desenvolvidos pela desaceleração econômica nos países emergentes e cobrou dos líderes europeus uma solução para o problema que não prejudique as economias em desenvolvimento.</p>
<p>As declarações de Dilma foram feitas após uma visita, ao lado da chanceler (premiê) alemã, Angela Merkel, à feira de tecnologia CeBIT, em Hannover, que neste ano tem o Brasil como país-parceiro.</p>
<p>Com Merkel ao seu lado, Dilma afirmou que &#8220;não só os países desenvolvidos estão sofrendo pressões nas suas taxas de crescimento, mas também os países emergentes&#8221;.</p>
<p>O Brasil fechou 2011 com um crescimento de 2,7% do Produto Interno Bruto.</p>
<p>&#8220;Na verdade, o que tem acontecido é que os países emergentes têm visto suas taxas de crescimento diminuir&#8221;, afirmou a presidenta.</p>
<p>&#8220;Nós acertamos que cada governo, entendendo os problemas das suas respectivas regiões, vai buscar as melhores formas de cooperação no sentido de ultrapassar este período, que é um período adverso para a economia internacional&#8221;, disse.</p>
<p>Dilma afirmou que &#8220;o governo brasileiro terá uma posição proativa no sentido de ampliar cada vez mais a taxa de crescimento no Brasil de forma sustentável, respeitando o equilíbrio macroeconômico com finanças públicas e uma estrutura fiscal sólidas&#8221;.</p>
<p>Voltando-se a Merkel, a presidente disse ainda que gostaria de contar com investimentos de empresas alemãs no Brasil para ajudar nesse esforço de crescimento, principalmente nas áreas de infraestrutura e na organização dos grandes eventos como a Copa do Mundo e a Olimpíada.</p>
<p>Pressão cambial</p>
<p>A premiê alemã é a principal defensora, dentro da União Europeia, das medidas de cortes de gastos e austeridade fiscal como mecanismos para a retomada da confiança dos mercados sobre a saúde das economias europeias e a saída da atual crise.</p>
<p>O governo brasileiro, porém, já expressou preocupação com o efeito recessivo dessas políticas e defende investimentos para fomentar o crescimento.</p>
<p>Nos últimos dias, Dilma Rousseff vem também criticando a decisão do Banco Central Europeu (BCE) de elevar em 530 bilhões de euros os empréstimos a juros baixos disponibilizados aos bancos da região, alegando que isso provocará a desvalorização do euro e levará ao aumento do fluxo de divisas para países emergentes o que fortalece o real frente ao dólar encarecendo as exportações brasileiras.</p>
<p>Questionada nesta terça-feira sobre as críticas feitas na véspera por Merkel ao protecionismo brasileiro, exemplificado no aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos carros importados determinado no ano passado, Dilma afirmou que o Brasil poderá adotar novas medidas caso se mantenha a pressão pela valorização da moeda brasileira.</p>
<p>&#8220;Diante da desvalorização artificial das moedas dos outros países, o Brasil tomará todas as medidas que não firam as disposições da OMC (Organização Mundial do Comércio) para evitar que essa desvalorização artificial das moedas desindustrialize a economia brasileira&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>Economia brasileira cresce 2,7% em 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 14:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Vitor Abdala
 Agência Brasil</p>
<p>Rio de Janeiro – O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vitor Abdala<br />
 Agência Brasil</p>
<p>Rio de Janeiro – O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 2,7% em 2011 em relação ao ano anterior, totalizando R$ 4,143 trilhões. O dado foi divulgado hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Sob a ótica da produção, o destaque do PIB em 2011 foi a agropecuária, que cresceu 3,9%. Os demais setores também apresentaram expansão: indústria (1,6%) e serviços (2,7%). Isso também ocorreu com o PIB sob a ótica da demanda, com crescimento no consumo das famílias (4,1%), no consumo do governo (1,9%) e na formação bruta de capital fixo, isto é, nos investimentos (4,7%).</p>
<p>Avaliando apenas o quarto trimestre de 2011, houve expansão de 0,3% em relação ao trimestre anterior e de 1,4% em relação ao último trimestre de 2010. Segundo o IBGE, o PIB de 2010 havia crescido 7,5%.</p>
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		<title>Agroindústrias, uma nova realidade em Rondônia</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A meta do governador Confúcio Moura é implantar 800 agroindústrias até 2014</p>
<p>Na coordenadoria de Agroindústrias da secretaria de Agricultura e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A meta do governador Confúcio Moura é implantar 800 agroindústrias até 2014</em></p>
<p>Na coordenadoria de Agroindústrias da secretaria de Agricultura e Pecuária (Seagri), 115 projetos estão em fase final de estudos, recebendo os últimos ajustes, que ao serem liberados estarão concedendo as licenças para implantação de novas agroindústrias em diversos municípios. A meta do governador Confúcio Moura é implantar 800 agroindústrias até 2014, gerando emprego e renda no campo e nas cidades.<br />
Segundo a gerente da Coordenadoria de Agroindústrias da Seagri, Maria de Lourdes Dantas Alves, outras 300 solicitações foram protocoladas e estão em andamento, sendo estudadas e analisadas pelos técnicos. A legislação que normatiza a implantação de uma agroindústria é complexa e burocrática, “mas com o apoio do governador Confúcio Moura e do secretário de Agricultura Anselmo de Jesus, essas barreiras estão sendo quebradas,” enfatiza Maria de Lourdes Dantas Alves.<br />
Nova realidade</p>
<p>O município de Vale do Anari mostra com clareza como o aproveitamento racional das riquezas naturais pode transformar para melhor a vida de dezenas de famílias. Ali está implantada, a 17 quilômetros do perímetro urbano, a agroindústria Mapinguari que produz polpas de frutas orgânicas, com destaque para as nativas, como açaí, tucumã, cupuaçu, buritis, pupunha e patuá. É um projeto agroecológico beneficiando 15 famílias pela agroindústria familiar, conforme explica a proprietária Terezinha de Paula.<br />
A Mapinguari produz 1.800 quilos de polpas ao mês que são comercializados nos municípios da região. Contudo, esclarece Terezinha de Paula, existe um projeto junto ao Ministério da Agricultura para obter o SIF (Serviço de Inspeção Federal), vez que há boa aceitação e interesse de empresas do centro-sul do país em distribuir as polpas ecologicamente produzidas em Rondônia.<br />
Na medida em que os quintais agroecológicos vão sendo ampliados, surge a necessidade de novos equipamentos. Assim, um projeto junto a Seagri busca recursos para aquisição de uma nova câmara-fria e uma despolpadeira industrial, um selador e dobrador e outros equipamentos.<br />
“A expectativa é boa”, acentua Terezinha. “Temos condições de atender a alimentação escolar, até por que, é uma das bandeiras do governador Confúcio Moura, voltada para o meio-ambiente e ecologia com ênfase para educação no campo”.<br />
Farinha e defumados</p>
<p>No município de Jaru, Geraldo Benedito Trindade, com muita dificuldade e recursos escassos montou à agroindústria “Defumados Trindade”. Com uma boa estrutura, necessitando apenas de uma câmara-fria e uma empacotadora a vácuo, ele já tem o registro municipal o SIM (Serviço de Inspeção Municipal) e trabalha para obter a licença estadual. Apelou para Seagri e o seu projeto para obtenção de recursos já está em andamento, porque no Banco da Amazônia, por falta de garantias reais, não pode obter financiamento.<br />
Trindade é destes brasileiros que não tem preguiça nem medo de ser feliz. Vai repousar por volta de 23h e salta da cama às cinco da manhã. Com mão-de-obra familiar, destrincha por semana 100 quilos de carne suína, transformando-as em embutidos defumados de boa qualidade. Para não ter encrencas com a fiscalização, comercializa e entrega seus produtos de casa em casa, ou por encomenda para festas, mantendo uma clientela fiel.<br />
Seguindo todos os padrões de higiene e qualidade exigidos pela legislação municipal, ele tem licença para produzir derivados de carne tais como, toscana, calabresa, linguiça defumada, lombo e costela defumada para feijoada, linguiça mista, salaminho e torresmo. O figadê para os rondonienses, que os sulistas chamam de morcilha, ou morcela, produzido com os miúdos do suíno sem conservantes, só com o tempero de Trindade, não deixa nada a desejar aos industrializados com corante do sul do País.<br />
“Se tiver condições técnicas posso produzir 500 quilos de embutidos por semana com mercado de compra garantido na região”, comenta. Os embutidos fabricados na agroindústria de fundo de quintal, além da higiene, guardam o sabor original de produtos caseiros.<br />
Localizada as margens da BR 364, no município de Presidente Médici, a Agroindústria Tio Fafá, administrada pelo proprietário Fábio Ednei Alves e pela esposa, se desdobra produzindo por semana 500 quilos de farinha de mandioca, fina branca, amarelada, granulada e média. Ele obteve o SIM (Serviço de Inspeção Municipal) atende a região de Ji-Paraná e Presidente Médici e ainda comercializa nas feiras livres aos finais de semana.<br />
Enquanto controla o calor do fogo de uma engenhoca que ele mesmo construiu para secar a farinha, para depois colocar nas embalagens, Alves aguarda uma resposta sobre sua documentação entregue a Seagri. Todo o trabalho é manual e a mandioca vem de parcerias com outros produtores rurais. “Quero crescer, mas a burocracia tem um custo alto, estou contando com o incentivo do governo”, diz esperançoso.<br />
Leite e queijos</p>
<p>Uma típica agroindústria familiar para a produção de queijos está localizada distante 12 quilômetros da área central no município de Nova Brasilândia. “Aquino Agroindústria” produz 80 quilos de queijos ao dia beneficiando 700 litros do produto, sendo que 50% é da propriedade e o restante adquirido na vizinhança onde todos ganham. Estado e município recebem tributos, os produtores rurais com a venda do leite e, finalmente, os consumidores ao adquirir um produto de boa qualidade.<br />
Vanderlei Aquino de Oliveira, a esposa e três filhos, tocam a agroindústria que também possui o SIM (Serviço de Inspeção Municipal) aguardando apenas o registro estadual para ampliar a produção e vender no Estado todo. Os queijos sem conservante industrializados pela Família Aquino, são produzidos com “coalho” bovino natural e sal.<br />
Ele atende os municípios de Nova Brasilândia, Rolim de Moura, Alta Floresta, Presidente Médici e Ji-Paraná.</p>
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