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	<title>Rondônia digital &#187; Economia</title>
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	<description>Notícias de Rondônia</description>
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		<title>Itaú Unibanco tem maior lucro da história dos bancos</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 14:54:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com R$ 14,6 bilhões em 2011, instituição bate próprio recorde, de R$ 12,5 bilhões em 2010. Resultado do Bradesco é o quarto maior</p>
<p>O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, anunciou nesta terça-feira seu lucro líquido de 2011, que foi o maior resultado da história dos bancos do País. O banco registrou um ganho de R$ 14,6 bilhões no ano passado, crescimento de 9,7% sobre o ano anterior.</p>
<p>Com esse resultado, o banco superou o recorde anterior, que foi seu resultado de 2010, de R$ 12,493 bilhões, divulgado em abril do ano passado.</p>
<p>A terceira posição é do Banco do Brasil, que lucrou R$ 11,7 bilhões em 2010.</p>
<p>O Bradesco, que anunciou seus números na última semana, terminou 2011 com um ganho de R$ 11,198 bilhões, uma alta de 14,2% sobre R$ 9,804 bilhões no mesmo período de 2010. O número coloca a instituição na quarta posição.</p>
<p>Entre os resultados de 2011 já divulgados, o Santander contabilizou um lucro líquido de R$ 7,775 bilhões, aumento de 5,1% em relação aos R$ 7,382 bilhões do ano anterior.</p>
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		<title>Cesta básica de Porto Velho inicia o ano com aumento de 2,5%</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Os dados são elaborados pelo Programa de Educação Tutorial – PET do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os dados são elaborados pelo Programa de Educação Tutorial – PET do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Rondônia &#8211; UNIR.</p>
<p>O preço da cesta básica em Porto Velho custa atualmente R$236,60, mantendo a tendência de aumento, com alta de 2,5% na comparação com o mês de dezembro, quando a cesta custava R$230,83. Em relação ao mês de janeiro do ano passado, a alta ficou em 15,9%. Os produtos que tiveram aumento em seus preços na comparação com mesmo período do ano passado foram tomate (62,5%), feijão (40,1%), café (28,5%), banana (10,9%), óleo de cozinha (9,6%), açúcar (7,8%), pão (7,5%), leite (5,3%).</p>
<p>Os produtos que tiveram queda em seus preços foram a farinha (-9,8%), arroz (-2,1%) e a carne (-1,2%). A inflação acumulada, referente aos preços dos produtos da cesta básica nos últimos doze meses, ficou em 15,2%.</p>
<p>Dos 12 produtos pesquisados, cinco apresentaram aumento de preço em janeiro quando comparado com mês passado: tomate (29%), feijão (21,6%), manteiga (10,4%), café (2,5%) e açúcar (1,5%). Produtos que apresentaram queda de preço: pão (-9,1%), banana (-7,1%), óleo de cozinha (-6,3%), arroz (-4,3%), leite (-3,4%) e a carne (-1,9%). A farinha manteve o seu preço estável.</p>
<p>Os treze produtos da que compõem a cesta básica são pesquisados em diversos estabelecimentos comerciais da cidade de Porto Velho. A pesquisa é feita a partir de metodologia similar à utilizada pelo DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, que faz a pesquisa em dezessete capitais brasileiras.</p>
<p> Autor:  Silvio Persivo</p>
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		<title>Agronegócio acredita que 2012 será melhor que 2011</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/destaque/agronegocio-acredita-que-2012-sera-melhor-que-2011/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 22:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Alana Gandra
Agência Brasil</p>
<p>Rio de Janeiro &#8211; A 1ª Sondagem de Expectativas para o Agronegócio, divulgada hoje (30) pela Sociedade Nacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alana Gandra<br />
Agência Brasil</p>
<p>Rio de Janeiro &#8211; A 1ª Sondagem de Expectativas para o Agronegócio, divulgada hoje (30) pela Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), aponta otimismo do setor para o ano de 2012: 67% dos entrevistados acham que o ano será melhor do que 2011.</p>
<p>A pesquisa foi feita há cerca de dez dias com uma amostra de 100 pessoas ligadas à cadeia do agronegócio, sendo 55% produtores, 25% consultores e 20% fornecedores de insumos e distribuidores.</p>
<p>O diretor técnico da SNA, Fernando Pimentel, disse que a manutenção dos preços e as condições de clima favoráveis para a safra de verão justificam o otimismo. “Salvo o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, o sul de Mato Grosso do Sul e o oeste do Paraná, basicamente o Brasil, de uma maneira geral, está produzindo muito bem. Vai ser uma safra muito boa, embora com redução de soja e milho”, declarou. Ele ponderou, contudo, que os preços agrícolas estão se mantendo, permitindo que a renda no campo também se mantenha.</p>
<p>Pimentel lembrou que o governo federal já sinalizou a possibilidade de estender alguns benefícios, como renegociação e alongamento de dívidas. “Se você olhar no cômputo geral a safra brasileira, ela sinaliza um ambiente de otimismo, independentemente desses problemas de clima localizados”. Eles podem trazer preocupação par a safra de inverno de trigo, de aveia e milho segunda safra. “Mas, de maneira geral, os sinais são bem positivos”.</p>
<p>A infraestrutura e a logística de transporte e a comercialização são os principais obstáculos para o desenvolvimento do setor nacional, de acordo com 97% dos consultados. “Somos muito eficientes da porteira para dentro, mas nossa infraestrutura não acompanhou o ritmo de crescimento da produção”, avaliou o presidente da SNA, Antonio Alvarenga. Para ele, isso prejudica a competitividade do produto brasileiro no exterior e contribui para diminuir a renda dos produtores.</p>
<p>Um total de 71% dos representantes da cadeia do agronegócio brasileiro demonstrou preocupação também com o cenário internacional, em especial a Europa e China, para onde são destinados, respectivamente, 25% e 17% das exportações do setor nacional. Fernando Pimentel ressaltou que em função da crise mundial, poderá ocorrer problemas na oferta de recursos para a agricultura no Brasil, “principalmente nas linhas de financiamento à exportação”. Mas não será nada de grande envergadura porque as commodities agrícolas são essenciais, “principalmente as que o Brasil produz”.</p>
<p>Ele analisou que a crise vai afetar o ambiente de crédito e de consumo de bens de capital, “mas eu não vejo ninguém deixando de comer na Europa ou na China”. Pimentel destacou que mesmo na crise de 2008, o produtor brasileiro não sofreu reflexos negativos. Como a agricultura trata de bens essenciais, admitiu que poderá haver um pequeno recuo na curva de crescimento das exportações de alimentos brasileiros para a União Europeia ou China, mas assegurou que “não há como abrir mão dos insumos essenciais que o Brasil produz para a alimentação”.</p>
<p>Câmbio (80%), burocracia (82%) e juros (68%) também foram apontados na sondagem entre os obstáculos ao desenvolvimento do agronegócio, superando as tradicionais reclamações do setor, entre as quais falta de crédito e de apoio do governo. A pesquisa traz como novidade a crescente preocupação do setor com a falta de mão de obra qualificada, citada por 66% dos entrevistados.</p>
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		<title>Brasil fecha 2011 com desemprego médio 6%</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 14:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Taxa de desocupação é a menor da série histórica do IBGE; em dezembro, indicador registrou 4,7%</p>
<p>iG 
Em 2011, o Brasil fechou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Taxa de desocupação é a menor da série histórica do IBGE; em dezembro, indicador registrou 4,7%</p>
<p>iG <br />
Em 2011, o Brasil fechou o ano com a menor taxa de desemprego da série histórica, iniciada em 2002. Taxa ficou em 6% inferior em 0,8 ponto percentual à observada em 2010 (6,7%). Em oito anos, o índice caiu pela metade, uma vez que em 2003 estava em 12,4%.</p>
<p>Em dezembro, taxa ficou em 4,7% também a menor para este mês desde que o IBGE começou a fazer a Pesquisa Mensal do Emprego (PME). No mês, população desocupada caiu 9,5% ante novembro. Já a população ocupada manteve-se estável frente a novemnto e apresentou um aumento de 1,3% ante dezembro de 2010.</p>
<p>No ano de 2011 também houve um recorde na proporção de trabalhadores com carteira assinada em relação ao total de oculados:48,5%, frente a 46,3% em 2010 e 39,7% em 2003. O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado não registrou variação na comparação com novembro e teve elevação de 6,0% na comparação com dezembro de 2010, o que representou um adicional de 638 mil postos de trabalho com carteira assinada no período de um ano.</p>
<p>IBGE<br />
 <br />
Nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre o nível da ocupação foi superior ao do conjunto das seis regiões metropolitanas, respectivamente, 57,0%, 55,8% e 55,1%, enquanto em Recife foi registrado o menor, de 46,6%.</p>
<p>Em 2011 a população ocupada estava distribuída entre 54,6% de homens e 45,4% de mulhere. Como já observado em anos anteriores, as mulheres continuam sendo minoria na população ocupada e maioria na população em idade ativa. Contudo, a participação da mulher na população ocupada, embora não tenha variado em relação a 2011 (de 45,3% em 2010, para 45,4% em 2011), apresenta tendência de aumento (2,4 pontos percentuais em relação a 2003, quando era 43,0%).</p>
<p><strong>População economicamente ativa</strong></p>
<p>De 2010 para 2011, houve um aumento de 4% da participação da população de 50 anos ou mais de idade  na população em idade ativa, alcançando o contingente 12,6 milhões. Nos grupos de 25 a 49 anos e 15 a 17 anos de idade, também houve crescimento, porém com menor intensidade &#8211; 0,9% e 0,7%, respectivamente -  enquanto nas demais faixas etárias analisadas houve queda ou estabilidade.</p>
<p><strong>Renda média</strong></p>
<p>A renda média real dos trabalhadores no mês passado, de R$ 1.650,00, foi o valor mais elevado para meses de dezembro da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE, iniciada em 2002.</p>
<p>Segundo o instituto, a média anual do rendimento médio mensal habitualmente recebido no trabalho principal foi estimada em R$ 1.625,46 (aproximadamente três salários mínimos) em 2011. Isso representou crescimento de 2,7% em relação a 2010. Entre 2003 e 2011, o poder de compra do rendimento de trabalho aumentou em 22,2%, de acordo com cálculos do instituto.</p>
<p>Já o rendimento domiciliar per capita aumentou de 2010 para 2011 em 3,8%. De 2003 para 2011, o crescimento chegou a 35,5%.</p>
<p><strong>Massa de renda</strong></p>
<p>A massa de renda média real habitual dos ocupados somou R$ 37,8 bilhões em dezembro do ano passado, com alta de 0,7% ante novembro e aumento de 3,4% em relação a dezembro de 2010.</p>
<p>Já a massa de renda média real efetiva dos ocupados chegou a R$ 40,9 bilhões em novembro do ano passado, com alta de 9,3% ante outubro e aumento de 7,1% na comparação com novembro de 2010. O rendimento médio real efetivo sempre se refere ao mês anterior ao da Pesquisa Mensal de Emprego.</p>
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		<title>Estudo do Ipea mostra melhoria na situação das famílias brasileiras</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 19:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Jorge Wamburg
 Agência Brasil</p>
<p>Brasília – O índice de vulnerabilidade dos domicílios brasileiros em 2009 registrou melhoria de pouco mais de 14% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jorge Wamburg<br />
 Agência Brasil</p>
<p>Brasília – O índice de vulnerabilidade dos domicílios brasileiros em 2009 registrou melhoria de pouco mais de 14% em relação à média de 2003. Houve avanços significativos em várias dimensões, segundo o estudo sobre a Vulnerabilidade das Famílias Brasileiras, divulgado hoje (17), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), especialmente naquelas referentes à dinâmica econômica, tais como acesso ao trabalho – queda de 20,3% – e escassez de recursos – queda de 24,2%.</p>
<p>O desenvolvimento infantojuvenil foi a dimensão com melhor avanço proporcional, queda de mais de 25%. Ainda segundo o Ipea, o acesso ao conhecimento, em média, é a dimensão na qual houve menos avanços, especialmente devido à baixa redução no indicador de qualificação profissional.</p>
<p>No período, apresentaram elevação os indicadores associados à presença de idoso nas famílias e à ausência de cônjuge. “A população envelhece e a proporção de famílias chefiadas por apenas um adulto aumenta”, informa o estudo. Outro dado da pesquisa é que há aumento do número de membros da família em idade ativa e redução da presença de crianças e bebês no conjunto dos domicílios.</p>
<p>O índice de vulnerabilidade das famílias é feito com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE) e analisa seis quesitos: vulnerabilidade, acesso ao conhecimento, acesso ao trabalho, escassez de recursos, desenvolvimento infantojuvenil e condições habitacionais. O objetivo é identificar geograficamente dimensões variadas que afetam as famílias brasileiras, em seus domicílios, sem a consideração da ação do Poder Público na reação dessas famílias às dificuldades, bem como suas possibilidades de acesso à melhor qualidade de vida.</p>
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		<title>Ipea estima que PIB brasileiro de 2011 será menor que o registrado no ano anterior</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 14:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Carolina Gonçalves
Rio de Janeiro &#8211; O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2011 deve ficar bem abaixo dos 7,5% registrados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carolina Gonçalves<br />
Rio de Janeiro &#8211; O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2011 deve ficar bem abaixo dos 7,5% registrados no ano anterior, segundo documento divulgado nesta sexta-feira (13), no Rio de Janeiro, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Para os pesquisadores, os desdobramentos da crise europeia podem continuar definindo os rumos da economia brasileira este ano. O comunicado do Ipea alerta que essa influência será sentida mesmo com a manutenção dos fundamentos sólidos que permitiram a recuperação do Brasil na crise financeira em 2008.</p>
<p>No ano passado, a crise no velho continente, aliada a outros fatores como “taxa de câmbio que continuou a se apreciar em 2011, aperto monetário, a política fiscal mais conservadora em 2011 em relação a 2010 e o acúmulo indesejado de estoques pioraram as expectativas dos empresários e consumidores sobre o comportamento futuro da economia e elevaram as incertezas”, destaca o documento.</p>
<p>No terceiro trimestre de 2011, o Produto Interno Bruto (PIB) não apresentou crescimento, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O comunicado do Ipea lembra que este é o pior resultado da economia brasileira, desde o primeiro trimestre de 2009, registrando forte desaceleração em relação ao período anterior, quando o PIB havia crescido 0,7%.</p>
<p>“Com isso, a taxa de expansão média dos últimos cinco trimestres se reduziu para 0,6%, aumentando o contraste em relação ao desempenho observado no período que marcou a recuperação da economia frente à recessão técnica provocada pela crise financeira global, quando o PIB cresceu a uma taxa média de 2,1%”, diz o comunicado.</p>
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		<title>Vendas no varejo aumentam 1,3% em novembro, diz IBGE</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:04:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Flávia Villela
Agência Brasil</p>
<p>Rio de Janeiro – As vendas do comércio varejista e a receita cresceram 1,3% em novembro do ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Flávia Villela<br />
Agência Brasil</p>
<p>Rio de Janeiro – As vendas do comércio varejista e a receita cresceram 1,3% em novembro do ano passado na comparação com o mês anterior. Os dados foram divulgados hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a novembro de 2010 houve crescimento no volume de vendas de 6,8% e de 10,9% na receita. No acumulado do ano passado, a taxa do volume de vendas ficou em 6,7% e da receita, 12,1%. Já na comparação com os últimos 12 meses as variações foram de 7% para o volume de vendas e de 12,1% na receita nominal.</p>
<p>Ainda de acordo com o IBGE, nove das dez atividades pesquisadas tiveram resultado positivo em novembro, com destaque para o segmento de livros, jornais, revistas e papelaria (8,6%), seguido por equipamentos de escritório, informática e comunicação (6%) e veículos e motos, partes e peças (4,6%). O único resultado negativo foi registrado na atividade tecidos, vestuário e calçados (-0,5%).</p>
<p>Entre novembro do ano passado e novembro de 2010, oito atividades tiveram aumento nas vendas, sobretudo, a de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com crescimento de 6,3% em relação a novembro de 2010. Segundo o estudo, essa atividade exerceu principal impacto (42%) na formação da taxa do varejo, mas apesar do aumento no ritmo das vendas, que foi duas vezes maior que em outubro (2,3%), seu desempenho continuou abaixo da média geral, de 6,8%.</p>
<p>A pesquisa mostra também que 25 estados tiveram aumento das vendas no comércio varejista em novembro. Apenas o Ceará (-1,7%) e o Amapá (-0,4%) registraram queda nas vendas. Os estados que registraram as maiores variações positivas foram Maranhão (6,4%), Acre (6,3%), Mato Grosso (5,8%), Tocantins (4,0%) e Piauí (4,0).</p>
<p>Na comparação com o mesmo período de 2010, todos os estados apresentaram acréscimos no volume de vendas do comércio, com destaque para Tocantins (20,9%), Roraima (17,5%), Paraíba (13,1%), Maranhão (11,8%) e Paraná (11,6%).</p>
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		<title>Estados Unidos abrem seu mercado para carne suína brasileira</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/destaque/estados-unidos-abrem-seu-mercado-para-carne-suina-brasileira/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 20:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Danilo Macedo
Agência Brasil</p>
<p>Brasília &#8211; O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, anunciou na tarde de hoje (10) a abertura do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo Macedo<br />
Agência Brasil</p>
<p>Brasília &#8211; O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, anunciou na tarde de hoje (10) a abertura do mercado norte-americano para a carne suína brasileira. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda, na sigla em inglês) reconheceu a equivalência do serviço brasileiro de inspeção de carne suína e autorizou a habilitação de matadouros-frigoríficos de Santa Catarina para exportação de carne suína in natura para o país.</p>
<p>“Isso [abertura do mercado norte-americano] para a economia é extraordinário. Agora vem Japão e Coréia”, disse o ministro por telefone ao governador Raimundo Colombo (PSD), de Santa Catarina, único estado reconhecido internacionalmente como livre de febre aftosa sem necessidade de vacinação e que concentra grande parte da produção nacional de suínos. “O embargo da Rússia nos atrapalhou muito. Agora estabelecemos um outro patamar”, complementou logo depois a jornalistas recebidos em seu gabinete.</p>
<p>Para os estados livres de aftosa com vacinação, o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar dos Estados Unidos autorizou a habilitação de unidades para exportação de carne suína cozida e processada, desde que a industrialização ocorra em estabelecimentos registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) e habilitados como produtores de matéria-prima. Nos demais estados, o Ministério da Agricultura (Mapa) ainda fará uma supervisão nas plantas.</p>
<p>Na próxima semana sairá uma lista oficial com seis plantas, de três empresas, localizadas em Santa Catarina, que estarão habilitadas a começar a vender para os Estados Unidos. Mendes Ribeiro disse que elas já foram selecionadas e receberão um comunicado ainda esta semana.</p>
<p>Apesar de importarem grande quantidade de carne suína, os Estados Unidos também exportam, o que pode dificultar aos produtores brasileiros conseguir exportar grandes volumes para o país. No entanto, o reconhecimento norte-americano pode ajudar a derrubar barreiras nas negociações, que já duram anos, com dois dos maiores importadores mundiais de carne suína: o Japão e a Coréia, mercados de mais de US$ 1 bilhão em importações do produto.</p>
<p>“Os Estados Unidos permitiram que nós escolhêssemos as plantas frigoríficas. Não tem limite de indústrias. Podemos indicar quantas atenderem os requisitos. É um voto de confiança”, disse Luiz Carlos Oliveira, diretor do Departamento Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa).</p>
<p>O Ministério da Agricultura informou que a principal preocupação dos Estados Unidos dizia respeito à falta de fiscais federais agropecuários nos estabelecimentos habilitados, mas a pasta já se comprometeu a atender a exigência.</p>
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		<title>Inadimplência do consumidor em 2011 atinge maior nível em 9 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 14:33:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Índice aumentou 21,5% no ano passado; endividamento de médio e longo prazos se mantém iguais desde 2010, segundo Serasa</p>
<p>Reuters &#124;</p>
<p>Inadimplência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Índice aumentou 21,5% no ano passado; endividamento de médio e longo prazos se mantém iguais desde 2010, segundo Serasa</em></p>
<p>Reuters |</p>
<p>Inadimplência do consumidor em 2011 atinge maior nível em 9 anos Índice aumentou 21,5% no ano passado; endividamento de médio e longo prazos se mantém iguais desde 2010, segundo Serasa</p>
<p>A inadimplência dos consumidores brasileiros aumentou 21,5% em 2011 na comparação com o ano anterior, o maior crescimento visto desde 2002, quando houve alta de 24,7%, informou nesta terça-feira a Serasa Experian.</p>
<p>Se considerado apenas o último mês do ano, o indicador subiu 13,1% ante dezembro de 2010, enquanto em relação a novembro houve queda de 2,5%. &#8220;O aumento da inflação, que reduziu o rendimento do trabalhador, e os juros ainda elevados afetaram a capacidade de pagamento do consumidor diante de um endividamento crescente em 2011&#8243;, afirmaram os economistas da entidade.</p>
<p>A Serasa acrescentou que este endividamento, de médio e longo prazos, se mantém desde 2010, quando as condições de crédito e orçamento do consumidor foram mais favoráveis do que em 2011. O maior peso no índice veio das dívidas com bancos, cujo valor médio no ano passado foi de R$ 1.302,12. Na sequência ficaram as dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços), com valor médio de R$ 320,63.</p>
<p>Embora o nível de inadimplência tenha avançado, os valores médios dos dois componentes diminuiu ano a ano, em 0,7% e 17,3%, respectivamente.</p>
<p>Por outro lado, os títulos protestados responderam pelo maior aumento no valor médio das dívidas, de 16%, para R$ 1.372,86, seguidos por cheques sem fundos, que tiveram valor médio de 1.359,19 reais, alta de 8,4 por cento sobre 2010.</p>
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		<title>Produção industrial cresce em oito de 14 regiões</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 14:32:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Média nacional ficou em 0,3% de outubro para novembro; destaque vai para Goiás, que registrou expansão de 11,6%</p>
<p>Na passagem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Média nacional ficou em 0,3% de outubro para novembro; destaque vai para Goiás, que registrou expansão de 11,6%</em></p>
<p>Na passagem de outubro para novembro, a produção industrial cresceu em oito dos 14 locais que compõem a Pesquisa Industrial Mensal &#8211; Produção Física, conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O avanço mais acentuado foi registrado em Goiás, que registrou expansão de 11,6% após a queda de 9% em outubro. Em segundo lugar ficou o Paraná, com alta de 5,4%, seguido por Espírito Santo (4,7%), Minas Gerais (4,6%) e Rio de Janeiro (3,9%).</p>
<p>Os demais locais com expansão na produção acima da média nacional, que ficou em 0,3% no período, foram São Paulo (1,9%), recuperando parte da perda de 7,5% verificada nos dois últimos meses de queda na produção, Santa Catarina (1,6%) e Pará (0,5%).</p>
<p>Na direção oposta, houve queda na produção no Ceará (-0,3%), Rio Grande do Sul (-1,3%), Pernambuco (-2,4%), região Nordeste (-2,9%), Amazonas (-3,0%) e Bahia (-6,4%).</p>
<p>Na comparação com novembro de 2010, oito dos 14 locais mostraram queda na produção: Santa Catarina (-7,7%), Ceará (-6,8%), São Paulo (-4,9%), Bahia (-4,2%), Rio Grande do Sul (-3,4%), região Nordeste (-2,6%), Rio de Janeiro (-1,5%) e Pará (-1,0%). Houve avanço na produção em Goiás (13,3%), Paraná (9,2%), Espírito Santo (4,1%), Minas Gerais (2,8%), Pernambuco (1,9%) e Amazonas (0,5%).</p>
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