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	<title>Rondônia digital &#187; Ambiente</title>
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	<description>Notícias de Rondônia</description>
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		<title>Rondônia poderá ter vara especializada em meio ambiente</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 13:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ao todo, o país terá 230 novas varas federais até 2014, como definiu lei sancionada pelo presidente.</p>
<p>Rondônia poderá ter ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ao todo, o país terá 230 novas varas federais até 2014, como definiu lei sancionada pelo presidente</em>.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-19179" title="desmatamento" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2010/02/desmatamento.jpg" alt="" width="400" height="279" />Rondônia poderá ter ainda neste ano vara federal especializada em meio ambiente. Até o momento nada está confirmado, mas, pelo menos, três dos nove estados que compõem a Amazônia Legal possuirão vara.</p>
<p>(Amazônia Legal é composta por Rondônia, Amazonas, Pará, Amapá, Roraima, Acre, Mato Grosso, Maranhão e Tocantins). Mato Grosso, Pará e Rondônia estão entres os estados do País recordistas em casos de desmatamento.</p>
<p>Uma vara especializa em questões ambientais em Rondônia, daria maior agilidade ao julgamento dos processos que hoje tramitam em varas de temas diversificados. Atualmente, apenas os estados da Região Sul contam com os órgãos especializados.</p>
<p>De acordo com levantamento recente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, 21,4 mil processos que tratam de agressões ao meio ambiente tramitam nos estados da Amazônia Legal e no DF.</p>
<p>Ao todo, o país terá 230 novas varas federais até 2014, como definiu lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ano passado. Neste ano, 46 serão instaladas e distribuídas pelo território nacional por meio de decisão de uma comissão do Conselho de Justiça Federal.</p>
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		<title>Desmatamento: Governo pagará até R$ 650 por Km em mapeamento das terras de Rondônia</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 14:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>

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		<description><![CDATA[Os 173 municípios tidos pelo Ministério do Meio Ambiente como os que mais desmatam na Amazônia serão contemplados com o maior serviço de georreferenciamento de terras já feito no País.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-18698" title="mapa(3)" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2010/02/mapa3.jpg" alt="" width="468" height="223" /><br />
Os 173 municípios tidos pelo Ministério do Meio Ambiente como os que mais desmatam na Amazônia serão contemplados com o maior serviço de georreferenciamento de terras já feito no País. Estes estão localizados no estados de Tocantins, Acre, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia e fazem parte dos 100 mil dos 296 mil imóveis de até 1,5 mil hectares que deverão ser regularizados na Região amazônica.</p>
<p>O Governo Federal contratará o serviço através de pregão no dia 8, próximo. Para os contratos de georreferenciamento a serem fechados no pregão, o governo reservou R$ 173,7 milhões do orçamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O valor máximo por quilômetro no Estado do Amazonas será de R$ 950 por ser o de mais difícil acesso; em Tocantins, Acre, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia o máximo a ser pago por quilômetro será de R$ 650.</p>
<p>Ao todo, serão 266 mil quilômetros lineares a serem mapeados, distância que corresponde a quase sete voltas na circunferência da Terra que, de acordo com a Nasa (Agência Espacial norte-americana), é de 40 mil quilômetros a partir da linha do Equador. O trabalho deverá chegar a cerca de 30 milhões de hectares na primeira fase do processo de legalização das ocupações da Amazônia, informou o coordenador do Programa Terra Legal Amazônia, Carlos Guedes.</p>
<p>A primeira etapa deixou de fora as terras do Amapá e de Roraima. No total, segundo cálculos do governo, as propriedades passíveis de regularização ocupam cerca de 67 milhões de hectares de terras da União. A legalização das propriedades de até 1,5 mil hectares da Amazônia foi aprovada pela Lei 11.952/2009, resultante da Medida Provisória 458.</p>
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		<title>Unidades de conservação da Amazônia vão receber novos equipamentos</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 14:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A doação faz parte de uma estratégia de fortalecimento da gestão das unidades</p>
<p>As unidades de conservação (UCs) da Amazônia possuem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A doação faz parte de uma estratégia de fortalecimento da gestão das unidades</em></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-18261" title="amazonia(2)" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2010/02/amazonia2.jpg" alt="" width="468" height="223" />As unidades de conservação (UCs) da Amazônia possuem um objetivo bem claro: preservar a rica diversidade biológica do bioma. E para que isso ocorra de maneira eficiente, é fundamental que elas sejam muito bem geridas. Infelizmente, existem algumas dificuldades nesse caminho. Muitas unidades de conservação na região amazônica sofrem com a falta de recursos, tanto humanos como orçamentários, e consequentemente, com a carência de equipamentos necessários para o trabalho dos gestores e moradores do entorno.</p>
<p>Considerando essa realidade, três UCs da Amazônia brasileira têm bons motivos para comemorar. O Mosaico do Apuí (AM), o Parque Nacional do Juruena (MT) e a Estação Ecológica Maracá-Jipioca (AP) receberão diversos equipamentos que vão ajudar na gestão das áreas. Neste Ano Internacional da Biodiversidade, esta é uma excelente notícia para as comunidades e gestores das unidades de conservação.</p>
<p>Um casco de voadeira (embarcação utilizada na região), uma moto, cinco computadores, um data show, uma impressora a laser e dois GPS serão doados pelo WWF-Brasil aos órgãos responsáveis pelas unidades de conservação &#8211; o governo do estado do Amazonas e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Esses instrumentos facilitarão não apenas à fiscalização contra invasores, mas o transporte interno e os trabalhos administrativos das unidades de conservação.</p>
<p>Comunidades do Médio Rio Negro, que vivem em unidades de conservação ou entorno, também serão beneficiadas. A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn) receberá do WWF-Brasil a doação de radiofonias que serão instaladas em cinco comunidades que não tem nenhum meio de comunicação.</p>
<p>A aquisição dos equipamentos foi realizada com o apoio do WWF-Alemanha e Fundo Gradual Amazônia Viva, que repassaram recursos para a compra de equipamentos. O WWF-Alemanha apóia projetos do WWF-Brasil na região do Parque Nacional do Juruena desde 2006. O Fundo Gradual Amazônia Viva é resultado de uma parceria coorporativa entre o WWF-Brasil e a Gradual Investimentos. O Fundo foi lançado em fevereiro de 2009 e destina parte dos recursos levantados para projetos de conservação da natureza e sustentabilidade na Amazônia.</p>
<p>A doação faz parte de uma estratégia de fortalecimento da gestão das unidades de conservação. &#8220;O Brasil deve investir não apenas na criação de novas unidades de conservação como também na implementação e gestão dessas áreas. Apenas com uma boa gestão as unidades de conservação são capazes de cumprir seu objetivo maior de conservação da biodiversidade&#8221;, aponta Cláudio Maretti, superintendente regional do WWF-Brasil, sobre a iniciativa.</p>
<p>Em função do processo de compra e assinatura dos termos de doação e a logística necessária para fazer os equipamentos chegarem nas áreas remotas, os beneficiários receberão as doações entre março e abril próximos.</p>
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		<title>MP realiza 1ª  reunião técnica em Espigão do Oeste com órgãos públicos para recuperar mata ciliar do rio Palmeira</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 15:56:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A 2ª Promotoria de Justiça de Espigão do Oeste, sob a coordenação do Promotor de Justiça Glauco Maldonado Martins, promoveu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-17820" title="Rio Palme." src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2010/02/Rio-Palme..jpg" alt="" width="300" height="449" />A 2ª Promotoria de Justiça de Espigão do Oeste, sob a coordenação do Promotor de Justiça Glauco Maldonado Martins, promoveu na quarta-feira (10/2), no auditório do Ministério Público no município, a primeira reunião técnica para a elaboração de um &#8216;Projeto de Recuperação da Margem Ciliar do Rio Palmeira&#8217;, que contou com a participação de representantes do Sipam, da Emater, da Sedam, da Prefeitura de Espigão, CAERD, da CPRM, do Idaron, da Embrapa, da Polícia Militar e Tribunal de Contas do Estado (TCE).</p>
<p>“A primeira Reunião Técnica é o marco inicial deste importante projeto, que pretende revitalizar o principal rio abastecedor de água do município de Espigão do Oeste”, ressaltou o Promotor de Justiça Glauco Maldonado. Como resultado, a reunião propôs ações específicas para diversos órgãos participantes. Em breve, outras reuniões técnicas serão realizadas e, em seguida, a sociedade será convidada a participar de audiências públicas para tratar do tema.</p>
<p>O Ministério Público ressalta que o sucesso do projeto dependerá da participação de órgãos governamentais, associações não-governamentais, proprietários rurais, empresas privadas e cidadãos, razão pela qual será importante o envolvimento do Poder Público e da coletividade no dever de proteger o meio ambiente, notadamente a mata ciliar do Rio Palmeira, conforme determina o art. 225 da Constituição Federal.</p>
<p>Ao longo do processo de ocupação da região de Espigão do Oeste-RO, a vegetação natural acabou sendo substituída pela agricultura e por pastagens para fim de criação de gado. Esta substituição ocorreu de forma tão intensa em algumas regiões, que nem mesmo as matas ciliares foram poupadas. As matas ciliares do rio têm uma função importante de proteção do próprio rio, da fauna e da flora. Como consequência natural do dano ambiental e o reflexo da retirada indiscriminada da vegetação, o comportamento hidrológico do Rio Palmeira está alterado, particularmente nos meses de &#8216;vazante&#8217;, quando a quantidade de água disponível fica próxima de não atender mais a necessidade de abastecimento de água da cidade.</p>
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		<title>Fechado acordo para permuta da FLONA do Bom Futuro</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/estado/fechado-acordo-para-permuta-da-flona-do-bom-futuro/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 12:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Depois de reunir-se com a secretária-executiva da Casa Civil da Presidência da República, Erenice Guerra, com o representante do Instituto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-17598" title="Bom futuro" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2010/02/Bom-futuro.jpg" alt="" width="468" height="223" />Depois de reunir-se com a secretária-executiva da Casa Civil da Presidência da República, Erenice Guerra, com o representante do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade &#8211; ICMBio, Superintendência do Governo do Estado em Brasília, Sedam e Ministério do Meio Ambiente o governador Ivo Cassol confirmou formalmente hoje (10) e aceitou a proposta que o Governo Federal enviará por meio de MP &#8211; Medida Provisória &#8211; ao Congresso Nacional, alterando/ampliando os limites da Floresta Nacional de Bom Futuro e Parque Nacional do Mapinguari.</p>
<p>Pelo acordo, conclui-se que a Floresta Nacional de Bom Futuro é constituída por uma área líquida de 243 mil 827 hectares da área líquida apurada da unidade de conservação federal será transferido para o domínio do Governo do Estado de Rondônia e classificada como área de proteção ambiental &#8211; APA &#8211; a área total de 144 mil 417 há. Restará ao Governo Federal o equivalente a 99.410 hectares, e acrescentando a área indígena Karitiana, ficará para o governo federal uma área total de 128 mil 241 há. As reservas legais das propriedades rurais da área limítrofe à parte remanescente da Flona de Bom Futuro deverão ficar voltadas para a referida unidade de conservação.</p>
<p>Dos 144.417 ha da área de proteção ambiental/APA a ser transferida para o Governo do Estado de Rondônia, 50% será transformado em floresta estadual, o ICMBio poderá admitir a divisão em blocos (fragmentação) com corredores ecológicos, desde que o arranjo a ser proposto pelo estado de Rondônia garanta da melhor forma possível a conservação da biodiversidade; as áreas destinadas à floresta estadual servirão como compensação das reservas legais das propriedades rurais que constituirão a futura APA (item anterior); o ICMBio concorda em não excluir a estrada denominada &#8220;linha do Caracol e linha 15&#8243; da estrada que atravessa a área remanescente da Flona Bom Futuro e permite o acesso à futura APA (ítem acordado e incluído em 10/02/2010) em reunião com o ICMBio.</p>
<p>Com a transferência do domínio dos 144.417 ha ao Governo do Estado de Rondônia, caberá à administração estadual a responsabilidade pela demarcação topográfica, georeferenciamento do perímetro das partes citadas e a regularização fundiária.</p>
<p>Como contrapartida, o Governo do Estado de Rondônia transferirá em favor do Governo Federal, através do ICMBio quatro unidades de conservação totalizando 244.239 ha: floresta estadual de rendimento sustentado do rio Vermelho &#8220;B&#8221;, incluindo parte sul da estação ecológica Serra dos Três Irmãos, 124.163 ha; floresta estadual de rendimento sustentado do rio Vermelho &#8220;A&#8221;, 37.995 ha; estação ecológica Mujica Nava, com 18.280 ha; e a floresta estadual de rendimento sustentado do rio Madeira &#8220;A&#8221;, com 63.800 ha.</p>
<p>O governador Ivo Cassol ressaltou que &#8220;as ações de competência do Governo do Estado, definidas no acordo para transferir as unidades de conservação ao Ibama e ICMBio, já foram iniciadas&#8221;, declarou.</p>
<p>Cabe, agora, apenas ao Governo Federal, a efetivação das ações através de edição de MP &#8211; Medida Provisória &#8211; alterando os limites da Flona Bom Futuro, dando cumprimento ao acordo, incluindo os pontos acordados.</p>
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		<title>Sedam realiza operação &#8216;Tarrafa Zero&#8217; no período do defeso</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 21:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) está realizando a operação denominada TARRAFA ZERO, que tem o objetivo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-16664" title="pesca(1)" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2010/02/pesca1.jpg" alt="" width="240" height="180" />A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) está realizando a operação denominada TARRAFA ZERO, que tem o objetivo de coibir a pratica da pesca durante o período do defeso, em Rondônia.</p>
<p>Em Alta Floresta do Oeste, a operação foi realizada nos rios Branco e Segredo e no decorrer da operação, de acordo com o diretor da Regional, Dirceu Pereira da Silva, foram encontrados e recolhidos diversos apetrechos proibidos tais como tarrafas, redes, barco, motores e mais de cem anzóis conhecidos como espinheis e anzol de galho pertencentes a pescadores que ao perceberem a presença dos fiscais fugiram embreando-se na mata.</p>
<p>A primeira etapa da operação foi realizada no período de 21 a 23 de janeiro e a segunda etapa teve prosseguimento nos dias 27 a 31/01/2010. Esse trabalho, segundo Dirceu Pereira vai continuar até o fim do defeso, não só com fiscalização, mas também com campanhas educativas, blitz, e visitas ao comércio local (Supermercados, lanchonetes etc..) para controle e origem do pescado comercializado.<br />
A operação contou com a participação dos fiscais de Porto Rolim, Rolim de Moura e policiais do Batalhão de Polícia Ambiental.</p>
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		<title>Desmatamento na Amazônia tem queda de 72,5 % em outubro e novembro</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/destaque/desmatamento-na-amazonia-tem-queda-de-725-em-outubro-e-novembro/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 19:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Números do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espacias (Inpe), foram divulgados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-16600" title="desmat6b" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2010/02/desmat6b1.jpg" alt="" width="360" height="270" />Números do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espacias (Inpe), foram divulgados nesta terça(2), e apontam que o  desmatamento na Amazônia em outubro e novembro de 2009 teve uma queda de 72,5% se comparados aos mesmos meses de 2008.</p>
<p>Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc os dados são de queda significativa. “Houve redução de 68% em um mês e 80% em outro”, avaliou Minc.</p>
<p>Ainda de acordo com o ministro, a meta é reduzir o desmatamento em 80%. “Podemos alcançar essa meta ainda este ano, e para 2020 , uma redução de 95% do desmatamento em relação à década anterior”, completou.</p>
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		<title>Amazônia perde 247,6 km² de floresta em outubro e novembro, diz INPE</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/destaque/amazonia-perde-2476-km%c2%b2-de-floresta-em-outubro-e-novembro-diz-inpe/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Devido à cobertura de nuvens, não foi possível fazer o monitoramento de devastação no mês de dezembro
O desmatamento na Amazônia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-16541" title="desmatameto-floresta" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2010/02/desmatameto-floresta.jpg" alt="" width="468" height="223" />Devido à cobertura de nuvens, não foi possível fazer o monitoramento de devastação no mês de dezembro<br />
O desmatamento na Amazônia chegou a 247,6 km² no mês de outubro e novembro de 2009, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), nesta terça-feira (02).</p>
<p>A área equivale a mais de 150 vezes o Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Os dados foram divulgados pelo instituto</p>
<p>Em setembro, o Inpe havia registrado mais desmatamento que nos dois meses seguintes juntos: 400 km². Vale ressaltar, no entanto, que naquele mês a cobertura de nuvens foi consideravelmente menor.</p>
<p>Devido à forte cobertura de nuvens nesta época do ano, não foi possível fazer o monitoramento dos focos de devastação no mês de dezembro. A área desmatada da Amazônia Legal apontada no mês de outubro foi de 175,5 km² e, em novembro de 2009, foi de 72,1 km².</p>
<p>O Estado que apresentou maior área de devastação em outubro foi o estado do Pará com 68 km² (39% do total no mês), seguido do estado de Mato Grosso, com 42 km² (24%). No mês seguinte, mais uma vez foi o Pará o estado que apresentou maior devastação &#8211; foram 40 km² (56%). Em seguida vem o Maranhão, com 18,7 km2 (26%).</p>
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		<title>Leilão para construir usina no Pará é autorizado</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 13:23:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: left;">
<p class="wp-caption-text">Roberto Messias, presidente do IBAMA e Carlos Minc Ministro do Meio Ambiente.</p>
<p>O projeto, marcado por desavenças entre [...]]]></description>
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<div id="attachment_16517" class="wp-caption aligncenter" style="width: 576px"><img class="size-full wp-image-16517 " title="roberto messias" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2010/02/roberto-messias.jpg" alt="" width="566" height="395" /><p class="wp-caption-text">Roberto Messias, presidente do IBAMA e Carlos Minc Ministro do Meio Ambiente.</p></div>
<p>O projeto, marcado por desavenças entre o Ministério do Meio Ambiente e o de Minas e Energia, está previsto para ficar pronto em 2015, no Pará. Será a terceira maior usina do mundo.</p>
<p>A usina de Belo Monte teve o leilão para a construção autorizado pelo governo. Esse projeto, marcado por desavenças entre o Ministério do Meio Ambiente e o de Minas e Energia, está previsto para ficar pronto em 2015, no Pará. Será a terceira maior usina do mundo.</p>
<p>Na presença do ministro do Meio Ambiente, o presidente do Ibama, Roberto Messias, assinou a licença para a realização do leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte. No leilão, que deve ser em abril, será escolhida a empresa que vai construir a maior obra do PAC.</p>
<p>O projeto prevê a construção da hidrelétrica no Rio Xingu, em Altamira, no Pará. A usina teria capacidade de gerar 11 mil megawatts e inundaria uma área de 500 quilômetros quadrados.</p>
<p>Parte do curso do rio, na área conhecida como Volta Grande, ficaria com a vazão reduzida. Terras indígenas e populações ribeirinhas ao longo do Xingu seriam afetadas.</p>
<p>O Ibama estabeleceu 40 condições para que a usina seja construída. O empreendedor responsável terá que arcar com uma série de ações para compensar as famílias atingidas e o impacto ambiental. Entre elas, a construção de moradias, estradas e saneamento, a um custo estimado de R$ 1,5 bilhão.</p>
<p>Há mais de 20 anos, o projeto, estimado em R$ 30 bilhões, gera polêmica. Em 2008, um engenheiro da Eletrobrás foi atacado por índios contrários à usina, em uma audiência pública em Altamira. Sete ações na Justiça tentam impedir a obra.</p>
<p>O ambientalista Raul do Valle argumenta que os estudos não são suficientes para prever o impacto da obra na região.</p>
<p>“Liberar essa licença sem ter certeza do que vai acontecer é um tipo no escuro e, portanto, uma temeridade”, disse.</p>
<p>Para o ministro Carlos Minc, os estudos feitos até agora são suficientes.</p>
<p>“Quem quiser fazer um projeto desse tamanho, tem que fazer todos os programas de preservação. Se houvesse a possibilidade de um desastre ambiental, essa licença não seria dada, pelo menos na minha gestão”, disse ele.</p>
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		<title>Desmatamento da Amazônia teve queda expressiva, diz Ministro</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 19:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O desmatamento da Amazônia entre outubro e novembro do ano passado apresentou queda expressiva, superior a 250 quilômetros quadrados, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-16420" title="carlos-minc" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2010/02/carlos-minc.jpg" alt="" width="292" height="280" />O desmatamento da Amazônia entre outubro e novembro do ano passado apresentou queda expressiva, superior a 250 quilômetros quadrados, em relação ao mesmo período do ano anterior, disse nesta segunda-feira (1º/2) o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.</p>
<p>Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que apura os números do desmatamento para o governo federal, somente em outubro de 2008 foram desmatados 541 quilômetros quadrados da floresta. Entre outubro de 2008 e janeiro de 2009 a floresta perdeu 754,3 quilômetros quadrados.</p>
<p>Em novembro, acompanhado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Minc anunciou que a Amazônia teve o menor nível de desmatamento em 21 anos entre agosto de 2008 e julho do ano passado. O período de agosto de um ano a julho do ano seguinte é o ano-calendário para a medição do desmatamento da Amazônia.</p>
<p>- Diziam que a gente estava reduzindo o desmatamento por sorte. Chegamos a um mínimo recorde e os números mostraram o tamanho do esforço do governo &#8211; acrescentou o ministro.</p>
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