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	<title>Rondônia digital &#187; Agricultura</title>
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	<description>Notícias de Rondônia</description>
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		<title>Dilma sofre pressão para vetar nova versão do Código Florestal</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 14:38:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Yana Marull</p>
<p>A aprovação da lei que reduz áreas protegidas e anistia os desmatadores de grandes superfícies na Amazônia brasileira, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Yana Marull</p>
<p>A aprovação da lei que reduz áreas protegidas e anistia os desmatadores de grandes superfícies na Amazônia brasileira, a poucas semanas da cúpula Rio+20, representou uma vitória do setor agropecuário e uma derrota para os ecologistas, que pedem o veto da presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>&#8220;A reforma aprovada é o maior retrocesso ambiental no Brasil em décadas&#8221; porque &#8220;promove uma anistia para quem desmatou ilegalmente na última década, deixa grandes áreas que não serão reflorestadas e reduz o que os produtores devem proteger&#8221;, denunciou à AFP o coordenador do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) no Brasil, Carlos Rittl.</p>
<p>&#8220;Aprovaram um texto que apresenta incentivos reais a novos desmatamentos&#8221;, denunciou o Comitê em Defesa das Florestas, que reúne 163 ONGs brasileiras.</p>
<p>O Congresso brasileiro aprovou na quarta-feira (25) a reforma da lei que estabelece o percentual de florestas que os produtores rurais devem preservar em suas terras, uma proporção que chega a 80% na Amazônia, e muitos analistas já antecipam as críticas na cúpula da ONU Rio+20, em que mais de 100 chefes de Estado e de governo discutirão em junho, no Rio de Janeiro, o desenvolvimento sustentável do planeta.</p>
<p>&#8220;O Brasil não tem a condição moral de receber chefes de Estado de todo o mundo para discutir a sustentabilidade se aprovar, semanas antes, uma lei que praticamente destrói a conservação da vegetação nativa&#8221;, afirmou à imprensa o ex-vice-ministro de Meio Ambiente e diretor do Instituto Democracia e Sustentabilidade, João Paulo Capobianco.</p>
<p>O texto, aprovado por um poderoso lobby agropecuário ávido por ampliar as terras culivadas e que tem folgada maioria no Congresso, não é o que o governo esperava, que estuda seu complicado alcance.</p>
<p>Um estudo divulgado pela Universidade de Brasília estimou que a nova legislação poderá aumentar em 47% o desmatamento no país até 2020.</p>
<p>&#8220;A presidente analisará com muita serenidade, sem animosidade&#8221; a possibilidade de vetar o texto ou partes do mesmo, declarou na última quinta-feira (26) o ministro da Secretaria da Presidência, Gilberto Carvalho. &#8220;Temos muita responsabilidade com o país&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;Qualquer questão que na prática signifique anistia (para quem desmatou ilegalmente), acho que tem chances de sofrer veto presidencial&#8221;, disse à imprensa a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvati.</p>
<p>A coalizão de governo se dividiu na votação e agora alguns defendem a reforma e outros, o veto presidencial.</p>
<p>A ex-candidata à Presidência e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva convocou a população a apoiar a campanha #VetaDilma!, que circula na internet, apelando à promessa eleitoral da presidente de vetar qualquer reforma que estimule o desmatamento ou anistie aqueles que desmataram ilegalmente.</p>
<p>A reforma exibe duas faces do Brasil: a do gigante agropecuário com exportações recorde e cujos campos cultivados ocupam 27,7% do território e a do país com cinco milhões de quilômetros quadrados de florestas, que cobrem mais de 60% do território nacional e que conseguiu reduzir o desmatamento amazônico de 27.000 km2 em 2004 a pouco mais de 6.000 km2 em 2011.</p>
<p>&#8220;Se não houver um veto da presidente, o Brasil perderá a credibilidade e as conquistas que levaram o país a reduzir o desmatamento&#8221;, disse à AFP Paulo Moutinho, do Instituto de Pesquisas Ambientais da Amazônia (IPAM).</p>
<p>O desmatamento, que as autoridades prometeram reduzir em 80% até 2020, faz do país um dos maiores emissores de gases causadores do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global.</p>
<p>Os agricultores garantem que a nova lei não incentivará o desmatamento e defendem a reforma porque a legislação anterior &#8220;era incompatível com o grau de evolução do agronegócio brasileiro&#8221;, disse Assuero Doca Veronez, alto dirigente da Conferderação Nacional da Agricultura.</p>
<p>Agricultores e ecologistas concordavam em reformar a lei e o governo estava disposto a flexibilizar algumas exigências para que os produtores rurais pudessem replantar boa parte do território desmatado, mas com a reforma atual, a recuperação das florestas se reduz ao mínimo e as áreas de proteção diminuem.</p>
<p>A importância desta lei, que define o que os proprietários rurais devem proteger, se deve a que os 5,3 milhões de quilômetros quadrados de selva e florestas que o Brasil tem, apenas 1,7 milhão está sob proteção do Estado e o restante se encontra em terras privadas de produtores rurais ou sem propriedade definida.</p>
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		<title>Excesso de agrotóxicos nas lavouras do país preocupa especialistas</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/destaque/excesso-de-agrotoxicos-nas-lavouras-do-pais-preocupa-especialistas/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 14:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Thais Leitão
Agência Brasil</p>
<p>Rio de Janeiro &#8211; O uso excessivo de agrotóxicos nas lavouras brasileiras preocupa cada vez mais especialistas da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Thais Leitão<br />
Agência Brasil</p>
<p>Rio de Janeiro &#8211; O uso excessivo de agrotóxicos nas lavouras brasileiras preocupa cada vez mais especialistas da área de saúde. A aplicação de substâncias químicas para controlar pragas nas plantações e aumentar a produtividade da terra acaba se tornando um problema para os trabalhadores rurais e consumidores.</p>
<p>Para alertar a população e chamar a atenção das autoridades sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde dos brasileiros, o Grupo de Trabalho de Saúde e Ambiente, da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), em parceria com outras instituições, lança hoje (27), durante o Congresso Mundial de Nutrição, no Rio de Janeiro, um dossiê reunindo diversos estudos sobre o tema. O documento também será apresentado durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que será realizada em junho no Rio.</p>
<p>De acordo com o professor Fernando Ferreira Carneiro, chefe do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UnB) e um dos responsáveis pelo dossiê, as pesquisas indicam que o uso dos agrotóxicos ocorre no país de forma descontrolada.</p>
<p>“O Brasil reforça o papel de maior consumidor mundial de agrotóxicos e nós, que fazemos pesquisas relacionadas ao tema, vemos que o movimento político é para liberalizar o uso. A ideia desse dossiê é alertar a sociedade sobre os impactos do consumo massivo, sistematizando o que já existe de conhecimento científico acumulado”, disse.</p>
<p>Um dos estudos que fazem parte do dossiê foi desenvolvido pelo médico e doutor em toxicologia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Vanderlei Pignatti. Ele conduziu análises ambientais e examinou a urina e o sangue de professores e moradores das áreas rurais e urbanas das cidades de Lucas do Rio Verde e Campo Verde, em Mato Grosso. Os municípios estão entre os principais produtores de grãos do estado.</p>
<p>“Observamos resíduos de vários tipos de agrotóxicos na água consumida pelos alunos e pelos professores, na chuva, no ar e até em animais. Além disso, essas substâncias foram encontradas no sangue e na urina dessas pessoas. A poluição ambiental é elevada e as pessoas ficam ainda mais suscetíveis à contaminação porque não são respeitados os limites legais para pulverização dos agrotóxicos, que são de 500 metros no caso de pulverização aérea e de 300 metros para a pulverização terrestre”, explicou.</p>
<p>Outro estudo do professor Pignatti já havia encontrado resíduos de agrotóxicos no leite materno de moradoras de Lucas do Rio Verde. Foram coletadas amostras de leite de 62 mulheres, três da zona rural, entre fevereiro e junho de 2010, e a presença dos resíduos foi detectada em todas elas.</p>
<p>Vanderlei Pignatti lembrou que diversas pesquisas também indicam aumento na incidência de doenças como má-formação genética, câncer e problemas respiratórios, especialmente em crianças com menos de cinco anos de idade.</p>
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		<title>Agricultores do Assentamento Porto Seguro estão abandonados e pedem socorro</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 14:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Uma comissão representativa da Associação dos Produtores e Agricultores de Porto Velho, e que atende aos interesses das famílias remanescentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma comissão representativa da Associação dos Produtores e Agricultores de Porto Velho, e que atende aos interesses das famílias remanescentes do Assentamento Porto Seguro (Gleba Jacy-Paraná, região da Cachoeira de Santo Antônio), foi recebida nesta sexta-feira (13.04) em audiência pelo presidente em exercício da Assembleia Legislativa, deputado Hermínio Coelho (PSD).</p>
<p>O novo superintendente regional do Incra, Flávio Ribeiro também esteve presente. Os agricultores clamam por socorro e reivindicam indenização da empreiteira Santo Antônio Energia, responsável pela construção da usina do Rio Madeira.<br />
Das 54 famílias que habitavam o assentamento, segundo o presidente da associação, Carlos Brandão, só restam 14, as demais foram indenizadas. Segundo ele, desde 2009 que estas famílias vêm tentando indenização, pois com as obras da usina, ficaram isoladas, a produção comprometida, não podem promover nenhuma benfeitoria no local, e acabou outra fonte de renda, a pesca.</p>
<p>Carlos Brandão afirmou que existe hoje um “jogo de empurra-empurra”. Segundo ele, “a Santo Antônio alega não poder indenizar pela falta de um documento do Incra. Já a direção do Incra alega desconhecer referida exigência. Continuando afirmou que as famílias estão passando fome, não conseguem pagar empréstimo bancários, e a Santo Antônio energia não promove a retirada das famílias e a conseqüente indenização.</p>
<p>O deputado Hermínio Coelho disse da necessidade urgente de se socorrer estas famílias, pois todas as fontes de rendas foram retiradas com a construção da hidrelétrica. Ao final da reunião, o superintendente do Incra, Flávio Ribeiro disse considerar um grande absurdo ter se retirado apenas algumas famílias, descaracterizando completamente este assentamento. Ele confirmou um novo encontro com os agricultores no próximo dia 17 de março de 2012, às 14 horas na sede do Incra, com a participação do deputado Herminio Coelho.</p>
<p>“Não vamos fugir do nosso compromisso, somos solidários a vocês e neste sentido vou até mesmo acionar a procuradoria no sentido de formalizar um documento oficial para ser trabalhado, visando solucionar de vez este problema”, declarou o representante do Incra.</p>
<p>Fonte: Assessoria</p>
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		<title>Governo começa a distribuição de sementes de feijão aos pequenos produtores</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 14:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Começa nesta quinta-feira (1º) pelo Cone sul do Estado, a distribuição de 322,5 toneladas de feijão carioca precoce, adquirido pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começa nesta quinta-feira (1º) pelo Cone sul do Estado, a distribuição de 322,5 toneladas de feijão carioca precoce, adquirido pelo governo do Estado, através da secretaria de Agricultura e Pecuária (Seagri), para atender mais de 12 mil famílias de pequenos produtores rurais ligados a agricultura familiar. Segundo o secretário de Agricultura, Anselmo de Jesus, foram investidos R$ 3 milhões na aquisição.</p>
<p>As sementes de feijão serão distribuídas nos 52 municípios pelos escritórios regionais da Emater, num trabalho social de combate a fome e como garantia da segurança alimentar. Cada pequeno produtor rural receberá entre 20 e 30 quilos de sementes de feijão precoce que no prazo de 70 dias estará pronto para colheita. Trata-se de um produto de ciclo rápido que depois de quatro dias da semeadura já está germinado.</p>
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		<title>Rondônia sedia encontro nacional sobre agricultura</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 18:56:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Porto Velho está sediando o primeiro encontro de 2012 do Conselho Nacional de Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri), que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2012/02/2C1B9426-7F9F-4513-936A-EDC7CACB0D3F_CONSEAGRI.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-79507" title="{2C1B9426-7F9F-4513-936A-EDC7CACB0D3F}_CONSEAGRI" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2012/02/2C1B9426-7F9F-4513-936A-EDC7CACB0D3F_CONSEAGRI-620x411.jpg" alt="" width="620" height="411" /></a>Porto Velho está sediando o primeiro encontro de 2012 do Conselho Nacional de Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri), que reúne secretários e representantes das secretarias de todo o país. O evento teve início na manhã desta terça-feira (28), no hotel Rondon Palace e deve acontecer durante todo o dia.</p>
<p>O Conseagri é uma unidade colegiada, que tem a finalidade de deliberar sobre todos os assuntos pertinentes ao desenvolvimento rural e agrário do país. O evento é conduzido pelo presidente do conselho e secretário de agricultura da Bahia, Eduardo Salles.</p>
<p>A abertura do evento foi feita pelo secretário-chefe da Casa Civil, Juscelino Amaral, que esteve representado o governador Confúcio Moura. Em seguida, o secretário de Brasília, Lúcio Valadão, fez o convite para que a próxima reunião da Conseagri ocorra no Distrito Federal.</p>
<p>O diretor da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia anunciou a realização da 3º Conferência Nacional de Defesa Agropecuária no Estado, que acontece de 23 a 27 de abril deste ano, no Centro de Convenções da Bahia. Este ano, durante o evento, será discutido o papel da Vigilância Agropecuária na Copa de 2014, os riscos de ingresso de pragas e ações em curso para assegurar a eficiência na fiscalização em portos, aeroportos e fronteiras.</p>
<p>Esteve em pauta a explanação geral sobre as ações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em relação as barreiras fitossanitárias; doença e ações preventivas da monilíase (enfermidade devastadora do cacaueiro causado por um fungo); reivindicação de assento do Conselho Nacional do Meio Ambiente; reforma trabalhista rural, questões indígenas e eleições dos coordenadores regionais do Conseagri.</p>
<p>O conselho sugeriu pautas anuais para serem debatidas nos encontros e cada estado vai colocar a disposição dos secretários experiências e ações relevantes implementadas nos estados e que podem ser aplicadas nas demais regiões.</p>
<p>Representando Rondônia estão o secretário da Seagri, Anselmo de Jesus; o secretário adjunto, Antonio Deussemínio e o presidente da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril – Idaron, Marcelo Borges.</p>
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		<title>Agroindústrias, uma nova realidade em Rondônia</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/economia/agroindustrias-uma-nova-realidade-em-rondonia/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A meta do governador Confúcio Moura é implantar 800 agroindústrias até 2014</p>
<p>Na coordenadoria de Agroindústrias da secretaria de Agricultura e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A meta do governador Confúcio Moura é implantar 800 agroindústrias até 2014</em></p>
<p>Na coordenadoria de Agroindústrias da secretaria de Agricultura e Pecuária (Seagri), 115 projetos estão em fase final de estudos, recebendo os últimos ajustes, que ao serem liberados estarão concedendo as licenças para implantação de novas agroindústrias em diversos municípios. A meta do governador Confúcio Moura é implantar 800 agroindústrias até 2014, gerando emprego e renda no campo e nas cidades.<br />
Segundo a gerente da Coordenadoria de Agroindústrias da Seagri, Maria de Lourdes Dantas Alves, outras 300 solicitações foram protocoladas e estão em andamento, sendo estudadas e analisadas pelos técnicos. A legislação que normatiza a implantação de uma agroindústria é complexa e burocrática, “mas com o apoio do governador Confúcio Moura e do secretário de Agricultura Anselmo de Jesus, essas barreiras estão sendo quebradas,” enfatiza Maria de Lourdes Dantas Alves.<br />
Nova realidade</p>
<p>O município de Vale do Anari mostra com clareza como o aproveitamento racional das riquezas naturais pode transformar para melhor a vida de dezenas de famílias. Ali está implantada, a 17 quilômetros do perímetro urbano, a agroindústria Mapinguari que produz polpas de frutas orgânicas, com destaque para as nativas, como açaí, tucumã, cupuaçu, buritis, pupunha e patuá. É um projeto agroecológico beneficiando 15 famílias pela agroindústria familiar, conforme explica a proprietária Terezinha de Paula.<br />
A Mapinguari produz 1.800 quilos de polpas ao mês que são comercializados nos municípios da região. Contudo, esclarece Terezinha de Paula, existe um projeto junto ao Ministério da Agricultura para obter o SIF (Serviço de Inspeção Federal), vez que há boa aceitação e interesse de empresas do centro-sul do país em distribuir as polpas ecologicamente produzidas em Rondônia.<br />
Na medida em que os quintais agroecológicos vão sendo ampliados, surge a necessidade de novos equipamentos. Assim, um projeto junto a Seagri busca recursos para aquisição de uma nova câmara-fria e uma despolpadeira industrial, um selador e dobrador e outros equipamentos.<br />
“A expectativa é boa”, acentua Terezinha. “Temos condições de atender a alimentação escolar, até por que, é uma das bandeiras do governador Confúcio Moura, voltada para o meio-ambiente e ecologia com ênfase para educação no campo”.<br />
Farinha e defumados</p>
<p>No município de Jaru, Geraldo Benedito Trindade, com muita dificuldade e recursos escassos montou à agroindústria “Defumados Trindade”. Com uma boa estrutura, necessitando apenas de uma câmara-fria e uma empacotadora a vácuo, ele já tem o registro municipal o SIM (Serviço de Inspeção Municipal) e trabalha para obter a licença estadual. Apelou para Seagri e o seu projeto para obtenção de recursos já está em andamento, porque no Banco da Amazônia, por falta de garantias reais, não pode obter financiamento.<br />
Trindade é destes brasileiros que não tem preguiça nem medo de ser feliz. Vai repousar por volta de 23h e salta da cama às cinco da manhã. Com mão-de-obra familiar, destrincha por semana 100 quilos de carne suína, transformando-as em embutidos defumados de boa qualidade. Para não ter encrencas com a fiscalização, comercializa e entrega seus produtos de casa em casa, ou por encomenda para festas, mantendo uma clientela fiel.<br />
Seguindo todos os padrões de higiene e qualidade exigidos pela legislação municipal, ele tem licença para produzir derivados de carne tais como, toscana, calabresa, linguiça defumada, lombo e costela defumada para feijoada, linguiça mista, salaminho e torresmo. O figadê para os rondonienses, que os sulistas chamam de morcilha, ou morcela, produzido com os miúdos do suíno sem conservantes, só com o tempero de Trindade, não deixa nada a desejar aos industrializados com corante do sul do País.<br />
“Se tiver condições técnicas posso produzir 500 quilos de embutidos por semana com mercado de compra garantido na região”, comenta. Os embutidos fabricados na agroindústria de fundo de quintal, além da higiene, guardam o sabor original de produtos caseiros.<br />
Localizada as margens da BR 364, no município de Presidente Médici, a Agroindústria Tio Fafá, administrada pelo proprietário Fábio Ednei Alves e pela esposa, se desdobra produzindo por semana 500 quilos de farinha de mandioca, fina branca, amarelada, granulada e média. Ele obteve o SIM (Serviço de Inspeção Municipal) atende a região de Ji-Paraná e Presidente Médici e ainda comercializa nas feiras livres aos finais de semana.<br />
Enquanto controla o calor do fogo de uma engenhoca que ele mesmo construiu para secar a farinha, para depois colocar nas embalagens, Alves aguarda uma resposta sobre sua documentação entregue a Seagri. Todo o trabalho é manual e a mandioca vem de parcerias com outros produtores rurais. “Quero crescer, mas a burocracia tem um custo alto, estou contando com o incentivo do governo”, diz esperançoso.<br />
Leite e queijos</p>
<p>Uma típica agroindústria familiar para a produção de queijos está localizada distante 12 quilômetros da área central no município de Nova Brasilândia. “Aquino Agroindústria” produz 80 quilos de queijos ao dia beneficiando 700 litros do produto, sendo que 50% é da propriedade e o restante adquirido na vizinhança onde todos ganham. Estado e município recebem tributos, os produtores rurais com a venda do leite e, finalmente, os consumidores ao adquirir um produto de boa qualidade.<br />
Vanderlei Aquino de Oliveira, a esposa e três filhos, tocam a agroindústria que também possui o SIM (Serviço de Inspeção Municipal) aguardando apenas o registro estadual para ampliar a produção e vender no Estado todo. Os queijos sem conservante industrializados pela Família Aquino, são produzidos com “coalho” bovino natural e sal.<br />
Ele atende os municípios de Nova Brasilândia, Rolim de Moura, Alta Floresta, Presidente Médici e Ji-Paraná.</p>
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		<title>Agronegócio acredita que 2012 será melhor que 2011</title>
		<link>http://rondoniadigital.com/destaque/agronegocio-acredita-que-2012-sera-melhor-que-2011/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 22:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Alana Gandra
Agência Brasil</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Alana Gandra<br />
Agência Brasil</p>
<p>Rio de Janeiro &#8211; A 1ª Sondagem de Expectativas para o Agronegócio, divulgada hoje (30) pela Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), aponta otimismo do setor para o ano de 2012: 67% dos entrevistados acham que o ano será melhor do que 2011.</p>
<p>A pesquisa foi feita há cerca de dez dias com uma amostra de 100 pessoas ligadas à cadeia do agronegócio, sendo 55% produtores, 25% consultores e 20% fornecedores de insumos e distribuidores.</p>
<p>O diretor técnico da SNA, Fernando Pimentel, disse que a manutenção dos preços e as condições de clima favoráveis para a safra de verão justificam o otimismo. “Salvo o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, o sul de Mato Grosso do Sul e o oeste do Paraná, basicamente o Brasil, de uma maneira geral, está produzindo muito bem. Vai ser uma safra muito boa, embora com redução de soja e milho”, declarou. Ele ponderou, contudo, que os preços agrícolas estão se mantendo, permitindo que a renda no campo também se mantenha.</p>
<p>Pimentel lembrou que o governo federal já sinalizou a possibilidade de estender alguns benefícios, como renegociação e alongamento de dívidas. “Se você olhar no cômputo geral a safra brasileira, ela sinaliza um ambiente de otimismo, independentemente desses problemas de clima localizados”. Eles podem trazer preocupação par a safra de inverno de trigo, de aveia e milho segunda safra. “Mas, de maneira geral, os sinais são bem positivos”.</p>
<p>A infraestrutura e a logística de transporte e a comercialização são os principais obstáculos para o desenvolvimento do setor nacional, de acordo com 97% dos consultados. “Somos muito eficientes da porteira para dentro, mas nossa infraestrutura não acompanhou o ritmo de crescimento da produção”, avaliou o presidente da SNA, Antonio Alvarenga. Para ele, isso prejudica a competitividade do produto brasileiro no exterior e contribui para diminuir a renda dos produtores.</p>
<p>Um total de 71% dos representantes da cadeia do agronegócio brasileiro demonstrou preocupação também com o cenário internacional, em especial a Europa e China, para onde são destinados, respectivamente, 25% e 17% das exportações do setor nacional. Fernando Pimentel ressaltou que em função da crise mundial, poderá ocorrer problemas na oferta de recursos para a agricultura no Brasil, “principalmente nas linhas de financiamento à exportação”. Mas não será nada de grande envergadura porque as commodities agrícolas são essenciais, “principalmente as que o Brasil produz”.</p>
<p>Ele analisou que a crise vai afetar o ambiente de crédito e de consumo de bens de capital, “mas eu não vejo ninguém deixando de comer na Europa ou na China”. Pimentel destacou que mesmo na crise de 2008, o produtor brasileiro não sofreu reflexos negativos. Como a agricultura trata de bens essenciais, admitiu que poderá haver um pequeno recuo na curva de crescimento das exportações de alimentos brasileiros para a União Europeia ou China, mas assegurou que “não há como abrir mão dos insumos essenciais que o Brasil produz para a alimentação”.</p>
<p>Câmbio (80%), burocracia (82%) e juros (68%) também foram apontados na sondagem entre os obstáculos ao desenvolvimento do agronegócio, superando as tradicionais reclamações do setor, entre as quais falta de crédito e de apoio do governo. A pesquisa traz como novidade a crescente preocupação do setor com a falta de mão de obra qualificada, citada por 66% dos entrevistados.</p>
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		<title>Ministro diz que agronegócio exportará mais de US$ 100 bilhões em 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 14:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Danilo Macedo
Agência Brasil</p>
<p>Brasília &#8211; O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, disse hoje (10) que o agronegócio brasileiro deve exportar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo Macedo<br />
Agência Brasil</p>
<p>Brasília &#8211; O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, disse hoje (10) que o agronegócio brasileiro deve exportar, em 2012, mais de US$ 100 bilhões em produtos.</p>
<p>“Pra chegar a 100 bilhões precisamos apenas de um crescimento de 5,7% das exportações, que é um número que temos como alcançar”, disse o ministro ao se referir aos US$ 94,6 bilhões vendidos para outros países no ano passado.</p>
<p>O resultado de 2011 é o melhor desde 1997 – quando iniciou o registro da série histórica – e supera em 24% o alcançado em 2010, quando foram vendidos US$ 76,4 bilhões em produtos agropecuários.</p>
<p>Os complexos soja, sucroalcooleiro e carnes fizeram as maiores contribuições para o crescimento das vendas. Os principais destinos foram a União Europeia, China, os Estados Unidos, a Rússia e o Japão.</p>
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		<title>Produtores rurais de Rondônia visitam o sul do País</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 19:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>À convite do Sebrae, 42 pequenos produtores rurais de Rondônia, especialmente do município de Ariquemes, com experiências bem sucedidas na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>À convite do Sebrae, 42 pequenos produtores rurais de Rondônia, especialmente do município de Ariquemes, com experiências bem sucedidas na implantação de agroindústrias, a partir do dia 17 de novembro durante 12 dias estarão visitando numa troca de conhecimento, os municípios de Paranacity, Nova Aurora, Capanema, no Paraná e Crissiumal no Rio Grande do Sul. A secretaria de Agricultura do município de Ariquemes, Mary Terezinha Braganhol, explicou que a excursão será muito importante para o Estado, vez que os municípios a serem visitados são referência nacional em termos de cooperativismo e atividades agroindustriais.</p>
<p>Em Paranacity, os produtores rurais rondonienses, visitarão a Cooperativa de Produção Agropecuária Vitória (Copavi), coordenada e administrada por famílias de um assentamento ligado ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), onde os lucros de toda a produção são divididos igualmente para cada família. Ali, inclusive, a área que não foi repartida, permanece como uma única propriedade de todas as famílias residentes, característica típica dos assentamentos rurais.</p>
<p>Os produtos industrializados nessa cooperativa são diversificados, envolvendo a produção de leite pasteurizado e seus derivados em geral, assim como a cana de açúcar mascavo, rapadura e cachaça, hortaliças orgânicas, produção de frangos, suínos e embutidos, que são industrializados e até exportados para outros países.</p>
<p>No município de Nova aurora, funciona a Cooperativa da Agricultura Familiar do Oeste do Paraná (Cooperafa) composta por seis municípios, possuindo independência financeira do governo. Essa cooperativa atua como uma central de comercialização, por isso uma visita pelos produtores rurais rondonienses possibilitará uma visão mais ampla da importância da comercialização de seus produtos no comércio local, aquecendo a economia e aumentando a renda.</p>
<p>Em Capanema, a Cooperativa de Comercialização da Agricultura Familiar Integrada (coopafi), onde os produtores rurais da agricultura familiar produzem as mais diversas matérias-primas agregando valor a produção, 15 agroindústrias são cooperadas, trabalhando com cana de açúcar, doces, geléías, chimias (pães doces), polpas de frutas e mel. A cooperativa atua em programas do governo federal, dos quais o governo de Rondônia também participa, como por exemplo, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), fornecendo para escolas e instituições beneficentes.</p>
<p>No município de Crissiumal, na divisa do Rio Grande do Sul, com a Argentina, os rondonienses vão conhecer uma experiência fantástica em se tratando de cooperativismo. Ali todos os produtos consumidos vinham de fora, foi quando então autoridades municipais e produtores rurais formaram um pacto com os comerciantes para só adquirir produtos da agricultura familiar daquele município.</p>
<p>Dessa forma surgiu a Cooperativa (Cooper Fonte Nova) para administrar e criar escalas de entrega em virtude de um produtor sozinho não conseguir suprir a demanda dos supermercados. A Cooper Fonte Nova congrega 31 agroindústrias sendo considerada modelo para transmitir informações adequadas aos produtores rondonienses.</p>
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		<title>Ministro lança plano safra 2011\2012 em Rondônia</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 13:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor 1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, lançará na próxima sexta-feira (7), no município de São Felipe do Oeste, na região sul do Estado o plano safra 2011\2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, lançará na próxima sexta-feira (7), no município de São Felipe do Oeste, na região sul do Estado o plano safra 2011\2012, com a presença do secretário de Agricultura e outras autoridades.</p>
<p>O ministro também vai conhecer o projeto inovador do governo de Rondônia e da secretaria de Agricultura e Pecuária, “Rondônia Leite”, que conta recursos disponibilizados pelos Bancos do Brasil e da Amazônia no valor de R$ 200 milhões. Estes recursos podem ser aplicados pelos pequenos e médios produtores rurais, na melhoria de pastagens, produção e infra-estrutura nas propriedades.</p>
<p>Segundo o secretário Anselmo de Jesus, o governador Confúcio Moura (PMDB), tem como objetivo incentivar e apoiar produção no Estado, desenvolvendo a pecuária leiteira em propriedades onde predomina Agricultura Familiar.  A ideia é renovar o manejo do rebanho leiteiro, com capacitação técnica aumentando a produção especialmente nas pequenas propriedades gerando rendas e fixando o homem no campo.</p>
<p>O evento será realizado em São Felipe do Oeste, por ser um pólo importante na produção leiteira e concentrar um número significativo de agricultores familiares.</p>
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